WebsiteVoice

domingo, 8 de maio de 2011

DELINQUENT SCHOOLGIRLS (1975)


Se você pretende iniciar-se nas produções sexploitation dos anos 60-70, o filme DELINQUENT SCHOOLGIRLS é uma boa escolha e um perfeito representante daquele saudoso período. Afinal, esta produção barata de 1975 tem tudo de bom e de ruim do ciclo: dos atores exagerados às atrizes peitudas frequentemente mostrando seus "dotes artísticos"; dos diálogos exagerados (quando não tosquíssimos) à exploração de todo e qualquer fetiche sexual possível e imaginável, de "bondage" e estupro a cobras vivas enfiadas na vagina!!!

Não pense, entretanto, que DELINQUENT SCHOOLGIRLS é uma daquelas produções pesadas que chegam a dar asco no espectador, tipo "Calígula", de Tinto Brass, ou "Emanuelle in America", de Joe D'Amato.


Na verdade, e isso chega a ser curioso, o tom adotado pelo diretor Greg Coratito (responsável por pérolas como "Wanda, the Sadistic Hypnotist") é de humor negro. Assim, mesmo as cenas mais "pesadas", como a da cobra, acabam se tornando mais engraçadas (pelo absurdo) do que propriamente chocantes. E isso que um dos títulos alternativos da película é "Carnal Madness" (mais sensacionalista, impossível!).

O roteiro, escrito por Corarito, Maurice Smith e John Lamb, é um primor. Existe uma escola particular exclusiva para garotas onde TODOS são depravados: tanto as adolescentes exageradamente peitudas (apenas modelos de seios enormes foram contratadas para estes papéis) quanto os professores com cara (mas só cara) de inocentes.


O lance mais hilário da trama é o fato do professor de biologia, um doce e inocente velhinho chamado Sr. Smith (Ralph Campbell), na verdade ser um tarado que leva as alunas para sua casa somente para drogá-las (!!!), hipnotizá-las (!!!) e fazer "experimentos sexuais", como a tal serpente viva enfiada na vagina (cena que, felizmente, é apenas sugerida). Aí você pensa: se o doce Sr. Smith diverte-se enfiando cobras nas suas alunas drogadas e hipnotizadas, o que esperar dos outros?

Para economizar dinheiro com figurantes, os roteiristas inventaram que todas as alunas da escola foram liberadas para passar o feriadão com suas famílias. Menos, é claro, meia dúzia de gatinhas que, supostamente por "mau comportamento", são obrigadas a ficar na escola como castigo.


Entre as moças temos delícias daquela época, como Collen Brennan - que começou fazendo filmes como este e o blaxploitation "Foxy Brown", com Pam Grier, antes de virar atriz pornô hardcore nos anos 80 - e a falecida Roberta Pedon, que posteriormente mostraria seus "atributos" em filmes singelos como "Big Bust Superstars".

É claro que ficar de castigo não vai apagar o fogo das "colegiais delinquentes", que passam a maior parte do filme fumando maconha, praticando lesbianismo soft, fazendo massagem uma na outra ou provocando o diretor da escola, o sr. Baxter (John Alderman), ao tirarem os sutiãs durante a aula de educação física!


Mas as moçoilas não perdem por esperar: eis que nas proximidades da escola existe um manicônio para criminosos insanos, onde um trio da pesada divide a mesma cela: Carl C. Clooney (o excelente Michael Pataki) é um mímico frustrado que tornou-se assassino psicopata; Dick "Flasher" Peters (o dublê Bob Minor, até hoje trabalhando em blockbusters) é um jogador de futebol americano viciado em sexo e estuprador, e Bruce Wilson (o falecido Stephen Stucker, que interpretou o controlador de vôo gay em "Apertem os Cintos, O Piloto Sumiu...") é um estilista de moda gay e psicótico.

Esse, acredite ou não, é o nosso trio de "vilões", que está mais para "Os Três Patetas" do que para um grupo de criminosos assustadores como os de "Last House on the Left", por exemplo. E quando eles escapam do manicônio, iniciando uma onda de crimes sexuais, o espectador já espera pelo pior... Mas, quem diria, o filme começa a acentuar o seu tom mais cômico, revelando desde cedo que não é preciso temer por cenas mais fortes ou violentas.


A cena-chave que marca a divisão entre a "seriedade" da proposta e o "avacalho" da execução é o primeiro ataque do trio de fugitivos, na casa de um casal sexualmente frustrado composto por um bebum importente (o antológico George "Buck" Flower) e por uma esposa ninfomaníaca (Julie Gant).

Confesso que já esperava pelo pior, já que os três bandidos até então eram representados no filme como terríveis ameaças. Só que aí a coisa parte para o lado do humor, principalmente quando Dick leva a esposa reprimida para o quarto e ela não parece nada interessada em resistir ao "estupro", enquanto os outros dois bandidos bebem e cantam animadamente com o marido corno!!! Uma cena que só vendo para acreditar...


Finalmente, quando Clooney, Dick e Wilson chegam à escola, DELINQUENT SCHOOLGIRLS se transforma num festival de fetiches e cenas absurdas, que incluem uma luta "até a morte" entre duas garotas rolando na lama (com direito a camisetas rasgadas para que os peitos possam aparecer melhor) e a tentativa de Clooney de obrigar as meninas a dançarem cancam sem calcinha (um momento tão ridículo que se torna hilariante!).

Mas o mais engraçado é que as colegiais franzinas logo se revelam bem menos indefesas do que pareciam no começo, enfrentando de igual para igual o trio de estupradores, inclusive com golpes de karatê - uma tipo de vingança feminista que Quentin Tarantino homenagearia 30 anos depois com seu "À Prova de Morte".


DELINQUENT SCHOOLGIRLS poderá ser frustrante para quem espera uma coisa mais pesada, já que as cenas de sexo são muito tímidas e a nudez se resume aos melões gigantescos de fora.

Porém é preciso lembrar que certos temas tratados no filme, como a promiscuidade sexual das adolescentes, ainda eram tabu na época em que o filme foi feito. Detalhes que hoje soam muito ingênuos, bem como certos diálogos pretensamente feministas, como aquele em que uma das garotas enche Dick de porrada e grita: "Tente tirar minha calcinha agora, seu porco chauvinista!".


No fim, a ingenuidade da trama e o sexo recatado são compensados por cenas maravilhosamente toscas e absurdas, como aquelas envolvendo o "doce" Sr. Smith abusando das aluninhas, ou aquela em que uma garota seminua foge e tenta buscar ajuda na estrada, apenas para acabar na van de dois sujeitos mais perigosos do que os próprios estupradores!

Quem conseguir enxergar além da overdose de peitões de fora vai se divertir muito, também, com as atuações canastríssimas e completamente deslocadas de Pataki (um ator multifacetado que eu adoraria ver num filme do Tarantino) e de Stucker. O primeiro passa o filme todo falando frases desconexas entre risadas forçadas de "vilão de James Bond", enquanto o segundo faz o mesmo papel de "gay engraçadinho" depois repetido em "Apertem os Cintos...". Ambos estão impagáveis e roubam o filme.


Mesmo que não possa ser citado entre os melhores "sexploitation" daquela fase áurea (talvez nem mesmo entre os mais memoráveis), DELINQUENT SCHOOLGIRLS certamente é um belo cartão de visitas para quem quer conhecer melhor esse tipo de filmes.

Com o acréscimo de que, hoje, ele pode ser visto mais como uma "quase inocente" comédia juvenil do que como filme violento ou chocante.

Prepare-se, então, para babar diante do festival de seios gigantescos e para rir muito do absurdo das situações e das interpretações esdrúxulas do trio de "vilões".

PS: Esta é a 200ª postagem do FILMES PARA DOIDOS. Nada mal para um blog que eu achei que já nascia morto e que está com uma média de visitação surpreendente (ah, se eu ganhasse só um centavinho por acesso...).

Trailer de DELINQUENT SCHOOLGIRLS



*******************************************************
Delinquent Schoolgirls (1975, EUA)
Direção: Greg Corarito
Elenco: Michael Pataki, Bob Minor, Stephen
Stucker, Colleen Brennan, Brenda Miller,
e George "Buck" Flower.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

FUTURE KILL (1985)


Se você é um verdadeiro fã de horror e vê um cartaz de filme com uma fan-tás-ti-ca arte cyberpunk do mestre H.R. Giger e a frase "Os astros de 'O Massacre da Serra Elétrica' estão de volta", nada mais importa: você PRECISA ver aquele filme, não importa se é uma história de horror classe Z ou um drama lacrimoso produzido no Afeganistão.

Entretanto, o que você certamente não espera é que o tal cartaz pertença a um filme bizarro, que mistura gêneros sem muito critério, parecendo mais uma mistura de "Mad Max", "Porky's", "The Warriors - Os Selvagens da Noite" e "Fuga de Nova York". Pode acreditar: tal disparate, que parece até um delírio saído de alguma produção de Bruno Mattei baseada em roteiro de Jess Franco após tomar LSD, existe e possui certa fama underground. Trata-se de FUTURE KILL, obra produzida em Austin, no Texas, no hoje longínquo ano de 1985.


Nada faz muita lógica no roteiro de FUTURE KILL, e toda vez que revejo o filme (foram três vezes no total, verdadeiro prazer sadomasoquista!) fico perguntando a mim mesmo como é que nem o diretor, nem os produtores, nem os atores perceberam a lambança que estavam fazendo.

Não falta nem aquele festival de figurinos e maquiagens berrantes que representam, supostamente, o nosso futuro não muito distante - ou a visão que os figurinistas dos anos 80 tinham do nosso futuro não muito distante. (Bem, se no futuro todos teremos que nos vestir com aquelas roupas espalhafatosas e pintando nossos rostos com maquiagem colorida, como se fossemos todos figurantes de "Mad Max 2", então espero não viver muitos anos mais...)

FUTURE KILL chegou a ser lançado no Brasil, nos primórdios do VHS, com o péssimo título "A Violência do Futuro". Era uma daquelas primeiras fitas nacionais, com legendas horríveis que surgiam com atraso e não traduziam nem 60% dos diálogos, além de repletas de erros de tradução ("freaks", por exemplo, foi traduzido para "aleijões" ao invés de "aberrações").


Produzido com uma merreca, FUTURE KILL é o primeiro e único filme de Ronald W. Moore, que, na faixa de comentário do DVD importado da obra, teve a humildade de dizer: "Eu sou o diretor deste filme, se é que podemos chamá-lo assim".

Nossa história começa num laboratório futurista (leia-se: cenário pobre repleto de maquinário pobre, luzes neon e placas com o símbolo de radiação). Ali, um personagem bizarro chamado Splatter (Edwin Neal, o caroneiro de "O Massacre da Serra Elétrica") discute com outro personagem bizarro chamado Eddie Pain (Doug Davis). Torna-se necessário explicar desde já que Pain é líder de um movimento de jovens punks contrários ao uso de radiação, após um acidente nuclear acontecido dois anos antes naquela região. Estes jovens vestem-se com roupas berrantes, pintam o rosto com maquiagem colorida e chamam a si mesmos de "Mutantes", embora nenhum deles tenha, realmente, algum tipo de mutação.


Já Splatter é o principal "soldado" do movimento, um brutamontes que teve a maior parte do corpo destruída por lixo radioativo no tal acidente nuclear de dois anos antes, e, portanto, sobrevive graças a implantes biônicos - leia-se: uma bagaceira armadura feita de plástico. Ah sim: Splatter também tem garras de metal nas mãos, à la Wolverine ou Freddy Krueger, como você preferir.

Splatter, como o nome já indica, prefere utilizar de violência e métodos pouco ortodoxos para prostestar contra a radiação, mesmo que isso envolva torturar e matar os próprios membros da gangue quando eles falam com repórteres. Mas Eddie Pain, o líder dos Mutantes, odeia violência e quer que o grupo faça manifestações pacíficas para ser melhor compreendido pela sociedade, sem qualquer derramamento de sangue.


FUTURE KILL simplesmente dá um corte maluco e nos leva diretamente a uma alegre e colorida fraternidade americana, típica de comédias do período.

Belas gatinhas com pouca roupa jogam em máquinas de pinball (e isso que estamos, supostamente, no futuro!), enquanto rapazes bobalhões com péssimos cortes de cabelo enchem a cara com cerveja e olham, admirados, para os peitões das moçoilas. Pelo que se percebe, nosso futuro não será nem um pouco diferente do "presente". Já o choque entre o clima "dark" e futurista da primeira cena com esta segunda é tão grande que o espectador chega a imaginar que está vendo outro filme!

A festa na fraternidade introduz nossos "heróis", cinco jovens cabaços chamados Paul (Gabriel Folse), Steve (Wade Reese, em seu único filme), Tom (Barton Faulks), Jay (Robert Rowley, em seu único filme) e George (Jeffrey Scott).


O quinteto recebe uma missão do presidente da sua fraternidade: ir até o bairro pobre onde vivem os Mutantes (apelidado de "FreakCity", uma terra de ninguém onde nem a polícia pisa, tipo "Fuga de Nova York") e raptar um dos punks para levar até uma festa da fraternidade.

Para dar mais realismo à missão, os cinco estudantes se disfarçam de Mutantes (e não estamos falando do famoso grupo musical brasileiro), com roupinha punk e toneladas de maquiagem colorida no rosto e nos olhos, e vão até FreakCity em busca de um punk para seqüestrar. Para complicar a coisa, resolvem levar justamente o líder do movimento, Eddie Pain. Eis que enquanto os jovens tentam agarrar o sujeito surge, do nada, o cruel Splatter, que não sabe que o "seqüestro" é de mentirinha. Portanto, achando que o lance é pra valer, chega sentando a mão na orelha da galera.

Quando o presidente da fraternidade sai do seu esconderijo para acalmar os ânimos e explicar que é tudo brincadeira, Splatter se enfurece e responde: "Quero ver você rir disso!", ao mesmo tempo em que crava suas pontiagudas garras metálicas na garganta do sujeito.


Com seu amigo morto, os cinco jovens bobocas ficam completamente estupefatos e desnorteados - e finalmente percebem a roubada em que se meteram! Eddie Pain dá uma bronca em Splatter, mas, revoltado com a xaropeação do chefe, o vilão resolve "pedir demissão" - neste caso, matando também o agora ex-patrão. E, obviamente, joga a culpa do assassinato na garotada da fraternidade, que àquela altura resolveu fugir para salvar a própria pele.

Pelo restante de FUTURE KILL, os cinco jovens tentarão voltar para casa atravessando um lugar hostil ("Fuga de Nova York" + "The Warriors"), e sendo perseguidos por Splatter, que precisa eliminar de qualquer jeito as testemunhas.

Diretor e roteirista de primeira viagem, Moore ainda inventa viagens como cenas em câmera lenta inseridas na montagem sem muito critério, perseguições repetitivas (espere só para ver o milésimo take dos rapazes correndo pelas ruas escuras com suas sombras refletidas no asfalto ou nas paredes, algo que o diretor deve ter achado lindo, pois repete a cada 10 minutos!!!) e momentos estapafúrdios, como aquele em que os jovens, perseguidos e ameaçados de morte por metade do bairro, simplesmente param num clube noturno e ficam assistindo tranqüilamente a um show de punk rock - ao mesmo tempo em que tentam chegar na mulherada e se dar bem, esquecendo que estão fugindo de metade do bairro!


Segundo narra na faixa de comentário do DVD importado, Moore filmou todo o roteiro que tinha à disposição e acabou com apenas 50 minutos de material nas mãos; com isso, obrigou-se a criar novas cenas e "enrolar" para fechar o tempo total de 85 minutos. Isso justifica alguns momentos difíceis de engolir, como o tal show da banda e as intermináveis perseguições.

O maior pecado de FUTURE KILL é misturar gêneros sem nunca decidir-se por um deles. Não há nenhum problema em mesclar horror e comédia, como o diretor/roteirista fez. Aliás, é válido destacar, a história começa no terreno "comédia adolescente" e da metade em diante se transforma num pesadelo sangrento, mais ou menos da mesma forma que fez, exatos 20 anos depois, Eli Roth em seu "Hostel". O problema é que Moore, ao contrário de Roth, exagerou na comédia-pastelão.


Ele também não consegue escolher entre fazer um filme pós-apocalíptico (já que os detalhes "futuristas" são escassos e praticamente resumem-se à presença do cibernético Splatter), um filme de ação (já que a "ação" se resume às cenas de correrias e algumas poucas pancadarias entre os heróis e os Mutantes) ou um filme de horror (já que o sadismo de Splatter é pouco explorado, e as cenas sangrentas são poucas, embora interessantes).

Com tanta mistureba, FUTURE KILL é exatamente o que parece: uma colagem com um pouquinho de tudo, mas menos do que seria satisfatório em cada gênero - há pouca ação, pouco terror, pouco humor e pouca ficção científica.


Mas algumas cenas são tão grotescas que chegam a se tornar engraçadas. Minha preferida é aquela onde dois Mutantes, armados de fuzis, perseguem os jovens até um beco escuro. Ali, escutam um barulho, mas é apenas um simpático gatinho saracoteando entre as lixeiras - um clichê cinematográfico mais velho que o próprio cinema. Mas então, num saboroso anti-clichê, um dos vilões fica furioso e descarrega sua metralhadora no bichano, e no take seguinte vemos o que restou da carcaça do felino crivado de balas!

Outro momento lindo é aquele em que uma prostituta assanhada inventa de fazer um boquete em Splatter - e não consigo imaginar o que ela vê de excitante num monstro robótico como aquele. Subitamente, a garota faz uma cara de assustada e o vilão agarra seus cabelos, gritando: "Se encontrar alguma coisa aí, pode começar a chupar, sua vagabunda!", antes de matá-la violentamente!


Há também resquícios de brutalidade à la "O Massacre da Serra Elétrica", como quando Splatter atinge um dos rapazes com um faconaço e ele cai no chão se contorcendo violentamente antes de morrer, algo bem semelhante à morte de Kurt no filme de Tobe Hooper.

A conclusão é o ponto alto de FUTURE KILL, com um longo confronto entre os rapazes da fraternidade e Splatter e seus mutantes num velho laboratório abandonado - onde, sem querer entregar demais, o vilão tem um destino bastante sangrento e nojento.

Por sinal, mais que um filme independente e ruim, FUTURE KILL funciona como uma verdadeira reunião de pessoas envolvidas no clássico "O Massacre da Serra Elétrica" (o original de 1974, obviamente).


Além de Edwin Neal e de Marilyn Burns (cuja passagem pelo filme é meramente decorativa, com uma pequena participação no final como a Mutante Dorothy Grim), há a presença de Robert A. Burns, que foi diretor de arte na produção de Tobe Hooper e aqui assina os efeitos especiais ao lado de Kathleen M. Hagan.

(Curiosamente, um dos capangas de Splatter é interpretado por um ainda anônimo Bill Johnson, que no ano seguinte (1986) seria convidado para interpretar o próprio Leatherface em "O Massacre da Serra Elétrica 2", que Tobe Hooper dirigiu para a Cannon Pictures!)

E se FUTURE KILL é uma bela de uma bomba (daquele tipo tão ruim que tem seu charme), uma coisa é indiscutível: a arte do cartaz é fan-tás-ti-ca. Eu até sugeriria que os curiosos comprassem a fita, jogassem fora a dita cuja e guardassem apenas a capinha com a arte do Giger!

Trailer de FUTURE KILL



*******************************************************
Future Kill - A Violência do Futuro
(Future Kill, 1985, EUA)

Direção: Ronald W. Moore
Elenco: Edwin Neal, Marilyn Burns, Gabriel
Folse, Wade Reese, Barton Faulks, Rob Rowley,
Craig Kanne e Jeffrey Scott.