WebsiteVoice

quinta-feira, 21 de maio de 2009

ADIOS GRINGO (1965)


Na era de ouro das videolocadoras brasileiras (fim dos anos 80 e início da década de 90), dois filmes não podiam faltar de maneira alguma na prateleira de westerns: "O Dólar Furado" e este ADIOS GRINGO, duas pérolas made in Italy que fizeram a alegria dos aficionados pelos "filmes de bangue-bangue", e criaram toda uma nova geração de admiradores (eu, inclusive). O engraçado é que nenhum dos dois é, exatamente, um western spaghetti; ambos são de uma fase "pré-spaghetti", quando os produtores italianos ainda faziam faroestes copiando o modelo norte-americano - inclusive "americanizando" os nomes de todos os envolvidos para parecer um produto realizado nos Estados Unidos. As fontes divergem, mas o western spaghetti começaria oficialmente com Sergio Leone e seu "Por um Punhado de Dólares", de 1964.

Nesta primeira fase de filmes pré-spaghetti, ainda não eram comuns os enredos politicamente incorretos, os heróis sujos, com barba por fazer e vestidos de negro, e muito menos mostrar violência explícita, mocinhos maltrando mulheres ou atirando pelas costas nos seus inimigos. Como o modelo eram os (certinhos e caretas) westerns produzidos nos EUA, os mocinhos tinham que andar ajeitadinhos e bem barbeados.


Assim, não é de se estranhar que o rosto mais representativo das obras do período tenha sido o rostinho de bebê de Giuliano Gemma, que estrela ADIOS GRINGO. Gemma também foi o grande astro desta primeira leva de bangue-bangues italianos, cujos mocinhos eram castos e gentis com as mulheres e jamais atirariam pelas costas ou armariam ciladas para os inimigos, como seus colegas do posterior ciclo spaghetti. Enfim, eram heróis naturalmente bonzinhos ou cowboys acusados injustamente que tentavam provar sua inocência.

ADIOS GRINGO foi filmado num momento áureo dos primórdios do western italiano, o ano de 1965 - mesmo ano do clássico "O Dólar Furado", dirigido por Giorgio Ferroni. Foi o estrondoso sucesso de bilheteria deste que transformou Gemma em astro do bangue-bangue: ele fez mais dois filmes ("Uma Pistola para Ringo" e "O Retorno de Ringo") antes de entrar no set de ADIOS GRINGO, a primeira produção que ele assinou com seu nome real, Giuliano Gemma, e não com o pseudônimo americanizado ("Montgomery Wood") que usou nos outros filmes até então.


E como em time que está ganhando não se mexe, os produtores praticamente reaproveitaram tudo que tinha dado certo em "O Dólar Furado": o casal principal é o mesmo, Gemma e Ida Galli, e o roteirista de "O Dólar...", Giorgio Stegani, escreve e também dirige este novo filme. As filmagens duraram apenas três semanas, com locações em Roma e em Madri, na Espanha.

A estrutura narrativa também é bem parecida com "O Dólar Furado": Gemma interpreta Brent Landers, um fazendeiro honesto que comemora a compra de uma pequena propriedade numa cidadezinha. Porém acaba se dando mal ao confiar num velho amigo mau caráter, Gil Clawson (Nello Pazzafini, usando o pseudônimo "Ted Carter"), que lhe vende uma manada roubada de um rico fazendeiro da região.

Sem saber de nada, Brent toca o gado para sua propriedade e, no caminho, cruza com o furioso verdadeiro proprietário dos animais. Este, acreditando que o mocinho é o ladrão de gado, tenta matá-lo com quatro tiros, sem sucesso; Brent então saca sua arma e atira em legítima defesa, matando o rival.


Mas é claro que quando um vaqueiro mata um rico fazendeiro, a coisa acaba em porcaria. Brent é acusado de roubo de gado e assassinato, e quase linchado pelo povo furioso, mas consegue fugir e promete voltar com o verdadeiro ladrão, o "amigo" Clawson, para provar sua inocência.

Seguindo os rastros do facínora, o herói acaba encontrando uma garota nua e amarrada no meio do deserto. Descobre que ela é Lucy Tillson (Ida Galli, com o pseudônimo "Evelyn Stewart"), que foi levada como refém após o assalto de uma diligência, e ainda estuprada e torturada por três homens.

Um deles é o próprio Clawson, a quem Brent vem seguindo; já o terceiro dos agressores é Avery Ranchester (Massimo Righi, ou "Max Dean"), filho do poderoso manda-chuva da região, Clayton Ranchester (Pierre Cressoy, ou "Peter Cross").


E se para o herói já é complicado convencer o xerife (Jesús Puente) e o médico (Roberto Camardiel, ou "Robert Camardiel") da cidade de que é um inocente injustamente acusado, mais difícil ainda será conseguir entregar à justiça os agressores de Lucy, já que o poderoso Ranchester encobre todos os atos criminosos do seu filho e tenta convencer o povo de que Brent é o verdadeiro culpado de tudo, inclusive do estupro da moça. Conseguirá nosso herói provar sua inocência e mandar para a prisão (ou para o cemitério) os verdadeiros bandidos?

Stegani, que assina direção e roteiro com o pseudônimo "George Finley", inspirou-se num livro chamado "Goodbye", de Harry Whittington, para escrever ADIOS GRINGO. Mas o filme não consegue escapar dos lugares-comuns do gênero: inocente injustamente acusado, o verdadeiro culpado sendo encoberto pelo pai poderoso, o xerife que começa odiando o herói mas depois começa a ajudá-lo, etc etc etc.

Felizmente, é bem dirigido e traz vários lances de suspense, reviravoltas e cenas de ação para fazer o espectador esquecer o quanto a história é fraquinha e, por que não?, absurda.


Além disso, o filme se beneficia de uma fotografia belíssima, assinada pelo espanhol Francisco Sempere (o mesmo do clássico do horror "Let Sleeping Corpses Lie", de Aldo Grau), que usa e abusa de lindas paisagens como montanhas rochosas (bem diferentes do que normalmente se via nos westerns norte-americanos).

Infelizmente, o poderoso "Eastmancolor" em tela larga não sobreviveu à maioria das cópias nacionais do filme, seja em VHS ou em DVD. A mais razoável das versões brasileiras, mesmo tentando manter o formato widescreen com as tradicionais faixas pretas, ainda assim corta boa parte das laterais da imagem, o que é uma pena (nos tempos do VHS vá lá fazerem esse tipo de barbeiragem, mas com a opção do "zoom" no DVD não tem mais desculpa).

ADIOS GRINGO também foi um sucesso de bilheteria na época do seu lançamento, tornando-se o terceiro filme mais visto nos cinemas italianos em 1965 (o primeiro foi "Por uns Dólares a Mais", de Leone).



Ironicamente, como o astro Gemma tinha acabado de fazer dois westerns onde interpretava um pistoleiro chamado Ringo, muita gente pensou que esta era uma cópia picareta da série, interpretando que "Gringo" seria o nome do personagem principal - quando na verdade é apenas a palavra espanhola para "estrangeiro"!

Longe da sofisticação narrativa e criativa que o western spaghetti atingiria a partir do ano seguinte, ADIOS GRINGO mantém-se como um bom passatempo, talvez inofensivo e certinho demais para aqueles que curtem o auge do ciclo, mas ideal para quem busca um bangue-bangue mais hollywoodiano, estilo John Ford ou George Stevens.

Quem lembra do tratamento dispensado às mulheres por Django, Sartana e outros anti-heróis do posterior western spaghetti certamente vai dar risada do relacionamento cheio de pudores e frescuras mantido, aqui, pelo galã Gemma com a mocinha Ida.



Mas, entre mortos e feridos, o filme funciona como um belo passatempo, até porque fica fácil simpatizar com o herói e torcer por ele. E Brent, claro, faz o tipo rápido no gatilho, despachando dezenas de malvados para o cemitério.

Numa cena que deve ter sido violenta para a época (lembre-se que ainda estamos praticamente no pré-spaghetti), o herói arremessa um enorme prego de metal contra um rival, literalmente pregando uma das mãos do inimigo na parede - seria necessária uma força monstruosa para realizar tal façanha, mas vá lá...

Bem feito, divertido e envolvente, e com o simpático Gemma no seu papel preferido de herói certinho, ADIOS GRINGO é o filme perfeito para você assistir com seu pai ou avô que prefere os westerns mais tradicionais daquele período áureo. Já os fanáticos pelo western spaghetti mais violento e amoral deverão achar tudo muito datado e inocente.

Trailer de ADIOS GRINGO


*******************************************************
Adios Gringo (1965, Itália/Espanha/França)
Direção: George Finley (Giorgio Stegani)
Elenco: Giuliano Gemma, Evelyn Stewart (Ida
Galli), Ted Carter (Nello Pazzafini), Jesús
Puente e Max Dean (Massimo Righi).

segunda-feira, 18 de maio de 2009

OPERATION WARZONE (1988)


De todos os diretores ruins que já existiram (Ed Wood, Bruno Mattei, Al Adamson, Uwe Boll, Albert Pyun, David DeCouteau, Andrea Bianchi, Godfrey Ho, Phil Tucker e por aí vai; a lista é imensa!), o norte-americano David A. Prior sempre foi um dos meus preferidos. Quando eu era adolescente, os filmes desse cara passavam direto nas tardes do SBT, no saudoso Cinema em Casa. De tão ruins, eles eram hipnotizantes: não dava para desgrudar os olhos da quantidade de abobrinhas que Prior despejava por minuto. Ao mesmo tempo, eu ficava frustrado pensando que talvez fosse o único a conhecer o "trabalho" deste mentecapto e por isso nem tinha com quem comentá-lo - às vezes até forçava meus amigos ou irmãos a assistir alguns, como o já clássico "Deadly Prey - Extermínio de Mercenários", mesmo correndo o risco de levar um tapão na orelha.

E é nestes momentos que a internet mostra o seu valor: além de ser uma ferramenta útil para você pesquisar mais detalhes sobre a carreira e os filmes de uma nulidade praticamente obscura como o Prior, também torna-se uma maneira eficaz de comentar as bombas que ele dirigiu com outros loucos que têm o mesmo mau gosto que eu. Quem diria, descobri que existem muitos outros "fãs" de David A. Prior ao redor do globo!

Bem, queria apenas avisar que quem nunca ouviu falar em David A. Prior a partir de agora irá ouvir bastante este nome, pois graças aos torrents (outro milagre da era internética) pude fazer download e saborear novamente algumas das muitas tralhas dirigidas por este hilário cineasta, entre elas esta que se chama OPERATION WARZONE.


Eu originalmente vi este filme lá por 1992 no Cinema em Casa, mas não consigo lembrar do título nacional utilizado pela emissora do Silvio Santos (se alguém lembrar, por favor escreva nos comentários). Em VHS, o título foi uma tradução pouco original: "Operação War Zone". Feito um ano após o já citado "Deadly Prey", quando Prior filmou e lançou outros dois filmes (!!!), OPERATION WARZONE dá uma bela idéia da "obra" do diretor: é ruim e tosco até o talo, só funciona como comédia involuntária, está repleto de diálogos bisonhos que Ed Wood teria vergonha de escrever, cenas ridículas, reviravoltas desnecessárias, uma trama sem pé nem cabeça e, claro, o Vietnã como pano de fundo. Prior a-do-ra-va contar histórias sobre a Guerra do Vietnã, sempre mostrando como os soldados norte-americanos eram valorosos e como o conflito só foi perdido por razões políticas. Aham...

O filme já começa de maneira absolutamente brilhante (no mau sentido, claro), e quem não rolar de rir nos cinco minutos iniciais deve imediatamente parar de assistir, sob risco de acabar com lesões graves no cérebro. Prior nos mostra um pequeno batalhão de soldados norte-americanos no que deveria ser uma selva vietnamita, mas fica na cara que é um bosque qualquer em plena Califórnia. Apesar de a história supostamente se passar nos anos 60, todos os atores têm pinta e penteado da década de 80, inclusive o famoso mullet. E a coisa só piora: de repente surgem soldados vietcongues interpretados por meia dúzia de figurantes de olho puxado (Prior deve ter convidado os chineses da pastelaria) e até por mexicanos (!!!).


Os dois lados começam a lutar, e o ideal de "guerra" do diretor Prior é mostrar cada lado atirando sem parar, mesmo quando não estão acertando alvo algum, sem cobertura ou proteção, até que invariavelmente as muitas balas disparadas atingem alguém, puramente por sorte! É tão tosco que dá vontade de socar a TV: os caras simplesmente NÃO PARAM DE ATIRAR, mas não acertam nada!!!

Finalmente, os "vietcongues" revelam-se melhores atiradores e dizimam os americanos. Sobrevivem apenas o sargento Holt e os soldados Butler e Adams (respectivamente Fritz Matthews, William Zipp e Sean Holton, todos habitués dos filmes de Prior). O trio pica a mula rastejando por um dos túneis construídos pelo inimigo (anos antes de "Tunnel Rats", do Boll), e acabam caindo numa sala de interrogatório, onde salvam dois prisioneiros de serem mortos pelos vietcongues.

Um deles é o sargento Hawkins (John Cianetti), que explica estar numa missão especial e pede a escolta dos três soldados para chegar até seu contato. Segundo descobre-se mais tarde, Hawkins é a única pessoa que sabe onde está um grande carregamento de armas, com as quais o exército ianque poderia, veja você, GANHAR a guerra. Entretanto, alguns generais conspiradores se aliaram a fabricantes de armas pra que o conflito continue por tempo indeterminado, gerando enormes lucros para a indústria bélica (!!!).


O tal conspirador é o general George Delevane, interpretado pelo falecido Joe Spinell (esse rapaz bonito da foto aí de cima). Seu nome é o primeiro a aparecer nos créditos iniciais, mas suas cenas, somadas, não chegam a três minutos, e foram todas filmadas (provavelmente numa única tarde) numa salinha que deveria ser o Pentágono. Ah, e ele é visto quase sempre falando ao telefone, sem nunca participar da trama principal!

Se você ainda não entendeu a bomba que é OPERATION WARZONE, permita-me separar alguns "pontos altos" em tópicos, para facilitar a leitura:

* As granadas usadas por heróis e vilões têm potencial de destruição completamente diferente. Visualmente, a explosão de ambas mais parece um show de fogos de artifício do que qualquer outra coisa. Mas as granadas disparadas pelos heróis têm a capacidade de explodir casamatas e grupos de até seis soldados inimigos, enquanto as do outro lado, mesmo quando explodem ao lado dos heróis, não fazem nada além de atirá-los temporariamente no chão, sem proporcionar qualquer ferimento ou arranhão.



* A cada cinco minutos, Prior sai com alguma reviravolta completamente impossível em relação à identidade dos personagens. Isso envolve traições múltiplas, trocas simultâneas de lado (um cara que é aliado vira inimigo por um tempo e depois mostra-se aliado novamente!!!), e até identidades secretas, como o soldado raso que de repente revela ser agente secreto da CIA para o sargento que o conhece há meses.

* Os heróis normalmente acertam seus alvos, mas nunca são atingidos pelos inimigos, nem mesmo quando estão evidentemente na linha de tiro. A cena mais absurda é aquela em que um inimigo atira pelas costas em um dos personagens principais; este, além de não ser atingido, ainda vira com a maior tranqüilidade e responde ao fogo, matando seu agressor!

* Os vietcongues aparecem em menos de 10 minutos do filme, e são uns caras comuns vestidos com roupinha bege. Assim, na maior parte da história, o que vemos são soldados norte-americanos lutando entre si, já que a maior parte deles parece fazer parte do tal complô que quer manter a guerra em curso para faturar. Como os caras ficam se matando entre eles o tempo inteiro, dá até para entender como é que os EUA perderam a guerra!

* Todos os personagens precisam mostrar sua macheza trocando socos mais cedo ou mais tarde. Isso leva a uma cena hilariante em que Holt e Hawkins ficam 5 MINUTOS trocando porrada, acompanhados por uma música quase romântica e completamente fora de tom. Detalhe: apesar da violência dos sopapos, não aparece um sanguinho sequer saindo do nariz ou da boca de ambos!

* "Don't touch those spikes, if you touch them the poison will kill you immediatly!", alerta Holt, enquanto ele e os dois soldados se arrastam no túnel, e na cena seguinte os sujeitos estão encostando direto nas tais lanças pontiagudas, que dobram como se fossem de borracha (sem contar que eles poderiam facilmente ter arrebentado as estacas com suas metralhadoras ANTES de passar no meio delas!).


* No final, talvez na mais absurda das reviravoltas do roteiro, personagens que tinham morrido ao longo do filme reaparecem vivos e bem para lutar ao lado de Holt e Hawkins. Antes que você possa dizer "Puta que o pariu, mas como é que pode uma merda dessas?", saiba que não é dada qualquer explicação para tal fato humanamente impossível. A única hipótese plausível é que um feitiço vodu tenha ressuscitado os sujeitos. Talvez eles tenham simulado a própria morte antes, claro, mas não há qualquer justificativa para isso no roteiro. E outra: um deles ficou "morto" bem no meio do campo de batalha, com tiros passando sobre ele e granadas explodindo ao seu redor - ninguém poderia simular sua morte nestas condições com o risco de morrer de verdade!!!

Some-se a tudo isso os incontáveis erros de continuidade ou de filmagem (como a já clássica cena em que um soldado joga uma granada dentro de uma cabana e a explosão acontece metros ANTES do lugar onde a granada supostamente caiu!!!), e você terá uma idéia do trashão que é este OPERATION WARZONE, um filme impossível de levar a sério, mesmo que esta fosse a finalidade inicial de seus realizadores.


O roteiro foi escrito pelo próprio diretor com a ajuda do irmão Ted Prior, que normalmente é o galã dos filmes do maninho, mas aqui preferiu ficar apenas como co-roteirista e "diretor de arte". É isso mesmo, amiguinhos: se um Prior como roteirista já é ruim, imagine dois! O resultado é um verdadeiro insulto à inteligência, que provavelmente foi sendo improvisado à medida que as cenas eram gravadas (só isso justifica o excesso de "reviravoltas inexplicáveis" na trama).

Este não é, nem de longe, um dos filmes mais divertidos de Prior (o título pertence, com louvor, a "Deadly Prey"), mas mesmo assim será engraçadíssimo para quem curte assistir bombas e consegue entrar no clima e enxergar o "bright side of life", como cantava o Monty Python.

Agora, para pessoas mal-humoradas que não enxergam diversão em pérolas como essa (ou seja, uns 99% da humanidade), OPERATION WARZONE será apenas o que indiscutivelmente é: um filme pavoroso de tão ruim!

*******

APROVEITANDO A OPORTUNIDADE:

Não deixem de conferir a edição deste mês da excepcional revista virtual ZINGU, que traz um dossiê sobre Cinema de Bordas, incluindo uma looooonga entrevista com este que vos escreve e análise de suas obras PATRICIA GENNICE, ENTREI EM PÂNICO..., MISTÉRIO NA COLÔNIA e CANIBAIS & SOLIDÃO (provavelmente o trabalho mais amplo que já fizeram sobre um mequetrefe como eu). Ah, e tem também entrevistas e resenhas do trabalho de diretores de verdade, o Petter Baiestorf e o Rodrigo Aragão. IMPERDÍVEL!

*******


Trailer de OPERATION WARZONE


****************************************************************
Operation Warzone (1988, EUA)
Direção: David A. Prior
Elenco: Fritz Matthews, William Zipp,
John Cianetti, Sean Holton, David
Marriott e Joe Spinell.