quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

DJANGO X SARTANA - DUELO MORTAL (1970)


DJANGO X SARTANA - DUELO MORTAL é o último dos três "crossovers" produzidos na Itália no começo dos anos 1970 para tentar atrair fãs destes dois mitos do western spaghetti. E se os dois filmes anteriores não passavam de trasheiras que desperdiçavam a presença dos famosões ("Django Desafia Sartana" e "Django e Sartana no Dia da Vingança", ambos dirigidos pelo famigerado Demofilo Fidani), este aqui surpreende por ser uma aventura bem decente.

Além disso, ao contrário daquelas duas produções dirigidas por Fidani, em que Django e Sartana dividiam poucas cenas, e sem mostrar nenhum duelo entre os personagens, aqui ambos aparecem juntos na maior parte do tempo. E, sim, finalmente vemos um confronto entre os heróis, embora a peleja termine empatada - provavelmente para não enfurecer os fãs de um ou de outro personagem.


O filme foi escrito e dirigido por Pasquale Squitieri (com o pseudônimo "William Redford"), e este é o primeiro dos dois únicos westerns assinados por ele. Injustamente esquecido hoje, Squitieri dirigiu vários filmes policiais/políticos entre as décadas de 70 e 80, como "Camorra" (1972), "L'Ambizioso" (1975) e "O Prefeito de Ferro" (1977), com Giuliano Gemma, este último reprisado inúmeras vezes pelo SBT na Sessão das Dez de tempos longínquos.

O cineasta também detém a distinção de ter dirigido a musa Claudia Cardinale nove vezes, além de (dizem as fofocas) ter sido o responsável direto pelo fim do casamento dela com o produtor de cinema Franco Cristaldi em 1975, já que os dois vivem juntos desde então! Conversas de comadres à parte, Squitieri tem uma filmografia muito interessante que merece ser (re)descoberta, especialmente suas obras sobre a máfia napolitana.


Nas resenhas de "O Iluminado", muitos críticos reclamaram que Stanley Kubrick era muito "cerebral" para fazer horror. Bem, o mesmo se aplica a Pasquale Squitieri, que também pode ser considerado muito cerebral para fazer western spaghetti. Por isso, DJANGO X SARTANA - DUELO MORTAL foge um pouco daquele tipo de aventura rápida e simplória produzida na Itália da época, preferindo buscar enquadramentos diferentes, com uma fotografia deslumbrante e longos momentos de silêncio.

Pois é justamente aí que reside o charme do filme: enquanto diversos dos "Sotto-Djangos" (Sub-Djangos) eram produções meia-boca, produzidas e dirigidas de qualquer jeito por cineastas de quinta categoria, com o objetivo único de faturar com o nome do personagem no título, este aqui foi realizado com esmero e cuidado, como se Squitieri tivesse esquecido que dirigia uma aventura não-oficial de Django e Sartana e realmente quisesse mostrar serviço e fazer algo "diferente".


Na trama, Django (nesta encarnação interpretado por Tony Kendall) vive na cidade de Tombstone com seu irmão Steve (John Alvar). Peraí... irmão? Sim, desta vez Django tem um irmão, e este irmão sequer tem um nome tão sofisticado quanto o do herói. Mas não se esqueçam que, num outro "Sotto-Django", ele também teve irmã (isso aconteceu em "Django Não Espera... Mata").

Steve trabalha no banco local, dirigido por Singer (Bernard Farber, de "O Dólar Furado"). E justamente no dia em que Django está fora da cidade, ajudando o xerife e seus homens a caçar uma perigosa quadrilha de bandidos, aparece o misterioso Sartana (George Ardisson), que tem fama de criminoso e ladrão de bancos - embora não seja nem um, nem outro, mas apenas um anti-herói silencioso e meio assustador.


Preocupado com a segurança do dinheiro guardado em seus cofres, Singer convence Steve a oferecer uma propina de alguns milhares de dólares para que Sartana deixe a cidade sem assaltar o banco. Mas, como já sabemos, Sartana não é nenhum assaltante; portanto, ele desdenha da proposta do rapaz e devolve o dinheiro.

Pois eis que no dia seguinte o banco realmente é assaltado, e no processo Singer acaba sendo morto pelo criminoso. A população revoltada procura por um culpado, mas Sartana não está mais na cidade. Sobra para o pobre Steve, que é encontrado no bordel local, nos braços de uma dançarina, e ainda com a grana da propina que tinha recebido do diretor do banco na véspera. Furiosos, os moradores o acusam de ser cúmplice de Sartana. E, sem pensar nas consequências dos seus atos, lincham e enforcam o pobre bancário!


É claro que seu irmão Django não vai gostar nada disso. Principalmente quando volta à cidade e encontra Steve ainda pendurado pelo pescoço, balançando na chuva (uma bela cena, por sinal). Quando os assustados moradores lhe explicam a história toda, Django decide limpar o nome do irmão caçando e matando Sartana, que considera o grande culpado. E o encontra. E tenta matá-lo. E os dois se enfrentam numa pancadaria épica (especialmente para quem esperava algo do gênero nos dois "crossovers" dirigidos por Fidani, e ficou chupando o dedo).

Mas, depois de muitas porradas, os heróis resolvem esfriar a cabeça e pensar um pouco. Sartana explica que não tem nada a ver com o entrevero, e Django começa a desconfiar que alguém arquitetou um ousado plano para transformar Steve em bode expiatório do roubo ao banco. Juntas, as duas lendas do western spaghetti começam a investigar o caso - e coitado do verdadeiro responsável pelo crime!


Apesar desse toque de mistério policial (a investigação do verdadeiro criminoso, embora seja algo meio previsível porque não existem tantos personagens na trama), a melhor parte de DJANGO X SARTANA - DUELO MORTAL é, obviamente, o tal "duelo mortal" entre os dois personagens, que na verdade não chega a ser "mortal" como anuncia o título brasileiro, mas é bem decente (nada de propaganda enganosa dessa vez!).

Primeiro, Django e Sartana esporeiam seus cavalos em direção um do outro, e então finalmente trocando golpes com suas winchesters, como se fossem espadas, até caírem ambos das selas! Para o leitor ter uma ideia melhor de como isso é épico, imagine a luta final entre Tom Cruise e Dougray Scott em "Missão Impossível 2", só que trocando as motocicletas velozes por cavalos!


Depois, a dupla rola assustadoramente por um barranco de altura considerável (o que certamente deve ter deixado os dublês com arranhões até nos tímpanos!), e aí decidem deixar os revólveres de lado para sair no braço. Fãs de Django, de Sartana ou dos dois juntos certamente vão curtir muito a troca de sopapos, filmada com violência e ódio, como se os dois protagonistas realmente estivessem se surrando de verdade!

E embora a conclusão do "duelo mortal" seja com o esperado empate técnico, ao invés do óbito de uma das partes, esta pancadaria é o mais perto que Django e Sartana chegaram de um duelo em seus três encontros cinematográficos, o que torna DJANGO X SARTANA - DUELO MORTAL um filme obrigatório para os fãs dos personagens.


Assim que identificam o verdadeiro autor do crime (e o responsável direto pela morte do irmão de Django), os heróis partem para a fortaleza do vilão, acompanhados por um amigo mudo de Django (José Torres), e iniciam um duelo infernal, com larga contagem de cadáveres e muitas cenas legais - digamos apenas que Django começa a punir o grande vilão dando-lhe um tiro na orelha, o que talvez seja uma citação à famosa cena da orelha arrancada no "Django" de Corbucci!

DJANGO X SARTANA - DUELO MORTAL é apenas o segundo filme de Squitieri, que no ano anterior (1969) havia dirigido um dramalhão chamado "Io e Dio". Quem o convidou para estrear no western spaghetti foi o produtor Roberto Bessi, que nos anos 80 se associaria à Empire Pictures de Charles Band, ajudando a produzir famosos filmes de horror daquela década, como "Do Além", de Stuart Gordon, e "Perversão Assassina", de David Schmoeller.


Há relatos de que o processo de filmagem desta aventura foi tão violento quanto a briga de socos entre Django e Sartana. Em seu primeiro western, Squitieri quis fazer algo longo e épico, com muitos tempos-mortos e momentos reflexivos. Em entrevista reproduzida no livro "Dizionario del Western all'italiana", de Marco Giusti, o produtor Bressi explicou o caso: "Squitieri estava tentando fazer um faroeste como os de Sam Peckinpah, e filmou cenas demais. Mas quando entregamos o material a um editor experiente (Amedeo Giomini), ele o deixou muito curto, com apenas uma hora de duração".

Diante da recusa do diretor de filmar mais cenas adicionais para fechar um longa-metragem, Bressi teria chamado Sergio Garrone (diretor de "Django, O Bastardo") para rodar cenas adicionais, o que talvez justifique uma certa indefinição da obra entre a seriedade e o humor em alguns momentos.


De qualquer forma, hoje ninguém sabe dizer o que foi filmado por Squitieri e o que foi refeito por Garrone, e nem mesmo o IMDB traz a informação de que o segundo teria participado da equipe como diretor não-creditado. Na dúvida, deixo a hipótese em aberto: acredita no produtor quem quiser! O autor Marco Giusti também falhou em resolver o mistério: em entrevistas que conduziu, um dos astros do filme, Kendall, confirmou que Garrone esteve no set, enquanto o outro, Ardisson, garantiu que foi Squitieri quem filmou tudo.

O próprio Squitieri não tem boas recordações da época, e disse, em entrevista ao mesmo livro, que só fez seus dois westerns spaghetti "pelo dinheiro e para ganhar experiência, porque nunca frequentei uma escola de cinema". Mas releve a opinião ranzinza do sujeito, porque tanto DJANGO X SARTANA - DUELO MORTAL, quando o seu faroeste posterior - "A Vingança é um Prato que Se Serve Frio" (1971) - são dois belos filmes, recomendadíssimos para fãs do gênero.


Os dois atores principais não são figuras tão comuns no gênero (ao contrário de, por exemplo, Gianni Garko em "10.000 Dólares para Django" ou Anthony Steffen em "Django, O Bastardo"), o que torna a coisa toda ainda mais curiosa. O italiano Tony Kendall (nome de batismo: Luciano Stella) era mais conhecido na época por ter interpretado o personagem de romances policiais 'Kommissar X" em sete co-produções ítalo-alemãs. Anos depois, ele faria o papel principal em "O Retorno dos Mortos-Vivos" (1973), do espanhol Amando de Ossorio.

Embora diversos outros atores já tivessem interpretado o personagem até então, Kendall consegue compor um Django só seu, menos calado e violento, e mais humano e emotivo (talvez seguindo os passos de Gianni Garko em "10.000 Dólares para Django"). A bem da verdade, pouco ou nada nele lembra o Django de Franco Nero, nem sequer as roupas, já que aqui o herói tem preferência por trajes mais claros e menos soturnos, e no início usa até um poncho!


Aliás, é incrível como Kendall está idêntico ao Armand Assante neste filme, e no ano seguinte (1971), graças ao "milagre" das redublagens em outros países, voltou a interpretar "Django" em "Sartana - Uma Pistola e 100 Cruzes", de Carlo Croccolo. Na verdade, seu personagem originalmente chamava-se "Santana", mas em alguns países ele foi rebatizado como Django, e em outros (tipo o Brasil) como Sartana!

Por falar nele, George Ardisson (nome de batismo: Giorgio Ardisson) interpreta um Sartana bem parecido com o personagem oficial de Gianni Garko. Bem, pelo menos no figurino. Seu comportamento, entretanto, se assemelha mais ao Django de Sergio Corbucci, fazendo aquele tipo calado e perigoso, ao contrário do Sartana fanfarrão da série oficial.


Antes de Sartana, Ardisson já tinha interpretado Zorro numa série de aventuras não-oficiais do personagem (como "Zorro, O Justiceiro Mascarado", de Guido Zurli), e também uma cópia italiana de James Bond, o agente 3S3, em duas produções baratas dirigidas por Sergio Sollima.

Além do elenco, o que realmente diferencia esta obra de tantos outros "Sotto-Djangos" produzidos no período é o cuidado visual e os ângulos de câmera inusitados buscados por Squitieri e por seu diretor de fotografia Eugenio Bentivoglio (com quem o cineasta trabalharia quase sempre a partir de então).


É um contraste muito grande quando você compara o filme com outras aventuras picaretas de Django dirigidas por Edoardo Mulargia ou Demofilo Fidani; eu até diria que este aqui é sofisticado demais para ser apenas uma aventura picareta de Django, e que com certeza o diretor tinha maiores pretensões do que apenas fazer um produto descartável para consumo rápido.

Por exemplo, a montagem faz belo uso de "freeze frames" em momentos importantes, como a chegada de Sartana na cidade e o linchamento de Steve, além de curiosas associações entre cenas diferentes: quando o grande vilão é molhado pelo vinho que vaza de um barril furado a tiros por Django, a montagem imediatamente alterna este momento com a cena anterior do cadáver enforcado de Steve balançando na chuva!


DJANGO X SARTANA - DUELO MORTAL também tem um belo elenco feminino, composto pela péssima atriz, mas gracinha Adler Gray, como a moça boazinha, e por Mirella Pamphili ("Boot Hill") como a malvada assecla do vilão. Esta última tem direito a uma cena pavorosa, quando morre pisoteada por cavalos, mas percebe-se claramente que as patas dos animais estão a metros de distância da atriz enquanto ela se contorce exageradamente pelo chão!

Falando em cavalos, uma curiosidade dos bastidores é que a produção economizou uma graninha alugando cavalos NÃO-ADESTRADOS para os atores, o que nem sempre funcionou bem. Isso é perceptível em várias cenas, mas principalmente naquela em que os dois heróis se encaram antes da sua luta, pois o animal cavalgado por Django simplesmente não pára quieto!


Outra curiosidade é que a trilha sonora de Piero Umiliani reaproveita algumas (se não todas) as músicas compostas por ele para outro "Sotto-Django", o ruinzinho "O Filho de Django", incluindo a música-tema deste, o que simplesmente não faz sentido. Afinal, a letra da canção cita diretamente a morte de Django e a busca de vingança de seu filho ("They call him Django / A coward gun him down / I won't rest easy / Until that coward is found. / I kill for Django / And for his memory / He was my father / A man of high degree"), mas aqui Django não morre e sequer tem filho (e a letra da música nunca cita Sartana)!

Ao lado de filmaços como "Viva Django!" e "10.000 Dólares para Django", DJANGO X SARTANA - DUELO MORTAL é a prova de que você pode demonstrar esmero e sofisticação mesmo numa aventura não-oficial (picareta, dirão alguns) de um personagem famoso, entregando um produto final que se sobressaia e que pode ser visto como um ótimo filme independente da inevitável comparação com o original. Não por acaso, eu o colocaria tranquilamente num Top 5 dos "Sotto-Djangos".


Infelizmente, outros realizadores não pensavam da mesma forma e nem seguiram este exemplo, optando por continuar fazendo aventuras medíocres apenas para faturar uns trocos com o nome do famoso personagem, conforme veremos nos capítulos finais da MARATONA VIVA DJANGO!.

E se você acha que juntar Django e Sartana numa mesma aventura foi o auge da picaretagem da italianada, saiba que em 1963 um certo Umberto Lenzi (aquele mesmo dos filmes sobre canibais) dirigiu "Zorro Contra Maciste", um absurdo "crossover" que reúne personagens DE ÉPOCAS DIFERENTES (Maciste é dos tempos dos gladiadores, Zorro do século 19!). Perto disso, Django x Sartana é fichinha, e podiam até colocar o Trinity e o Ringo no bolo também!

PS: Este filme foi vítima da dança dos títulos, bastante comum aqui no Brasil. Embora ele tenha sido lançado em VHS como "Django x Sartana - Duelo Mortal" (e optei por este para a resenha), nos cinemas e em DVD o nome adotado foi "Django Desafia Sartana", uma tradução literal do original italiano. O problema é que este foi o mesmo título dado para "Quel Maledetto Giorno d'inverno... Django e Sartana all'ultimo Sangue", de Fidani, em VHS e DVD (embora nos cinemas o filme tenha sido lançado com uma tradução mais apropriada, "Django e Sartana - Até o Último Sangue").


Trailer de DJANGO X SARTANA - DUELO MORTAL



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Django Sfida Sartana (1970, Itália)
Direção: Pasquale Squitieri
Elenco: Tony Kendall, George Ardisson, José Torres,
Bernard Farber, Adler Gray, Mirella Pamphili, John Alvar,
Teodoro Corrà e Fulvio Mingozzi.

56 comentários:

J. Verneti disse...

Guerra, você já assistiu algumas das sessões de filmes do Canal do Boi e Agrocanal, que exibem ( ou pelo menos exibiam; estou sem acesso as estes canais no momento) Spaghetti Westerns no fim de noite.
Foi através deles que eu assisti Texas, Adiós com Franco Nero e Cavalgada Infernal com Lee Van Cleef.

Anônimo disse...

Eu lembro de um filme de Spaghetti Western muito bom chamado "A Morte Anda A Cavalo" com Lee Van Cleef... esse "Cavalgada Infernal" é o mesmo filme com o título diferente ou é outro filme??? É que com essa coisa de darem um título diferente a cada "mídia" me confunde a cuca. Lembro por exemplo do filme Silver Bullet, de 1985, aquele com o falecido Corey Haim, que eu lembro que o SBT na primeira vez que exibiu esse filme colocou a tradução literal "Bala de Prata"... já nas reprises o SBT anunciava com o mesmo nome lançado em VHS: "A Hora Do Lobisomem". Ou será que foi o contrário? O SBT anunciando primeiro como A Hora Do Lobisomem e depois como Bala de Prata? rsrs Nem lembro!

Saindo um pouco do assunto do post do Django (me desculpem, rsrs), mas eu preciso perguntar ao Felipe: Você já assistiu a esse filme Caça aos Gângsteres, ou pelo menos viu o trailer?

Eu vi o trailer e.... velho, eu tô impressionado com a capacidade que o Sean Penn tem de se transformar de um filme para o outro. O cara é a metamorfose ambulante em pessoa (e estou falando no bom sentido, hein?). Pra mim não há dúvidas de que ele é o melhor ator que surgiu dos anos 80 pra cá! E parece que quanto mais velho, melhor ficam as atuações dele. Até mesmo naquele filme ruim pra kct, o Milk, ele mandou bem na atuação! Bizarro como ele muda não só o tom da voz, as expressões faciais, o olhar... mas também o jeito de se movimentar, improvisa cacoetes, e sempre faz de forma convincente.

Espero que não me achem exagerado, mas eu diria que já dá pra botar Sean Penn no mesmo patamar de atores como Al Pacino, Robert De Niro, Anthony Hopkins, Jack Nicholson... as atuações do Penn em filmes, bons ou ruins, são impressionantes!


Agora voltemos a nossa programação normal: DJANGO!


Abraços!



Night Owl.

Felipe M. Guerra disse...

NIGHT OWL, o trailer deste filme do Sean Penn me lembrou "Dick Tracy", que também tem vários astros com maquiagens quase irreconhecíveis (e, por coincidência, também é um filme de gângster.

"A Morte Anda a Cavalo" e "Cavalgada Infernal" são dois filmes diferentes, mas ambos filmaços que merecem ser conhecidos. Pode ver (ou rever) sem medo!

Felipe M. Guerra disse...

Caríssimos leitores e leitoras: por motivos de força maior, as atualizações restantes da MARATONA VIVA DJANGO! serão feitas somente a partir de segunda-feira, 4 de fevereiro! Enquanto isso, vão lendo (ou relendo) os textos já postados. Até lá!

Flavio Benvenuto disse...

Realmente esse crossover Django x Sartana se aproxima mais de um desafio de verdade.A cena do duelo montado e genial.Eu adoro esse filme.Talvez o colocasse em uma lista alternativa dos 10 spaghettis preferidos por ser o melhor que apresentou algo mais proximo de um comfronto entre os dois.Diferentemente dos crossovers do Fidani,o Sartana de Ardinson convence muito mais com um personagem mais sombrio e ganancioso que o protagonizado por Gianni Garko.

Anônimo disse...

Valeu, Felipe. Então vou dar uma procurada nesse "Cavalgada Infernal"...

E é mesmo, Dick Tracy... nem lembrava mais desse filme. Tem bastante tempo que eu assisti pela última vez (ainda em VHS, hehehehe).

Fallow então. Até segunda-feira.



Abraços!



Night Owl.

Anônimo disse...

A cidade aonde o filme se passa parece ser uma cidade real e não cenográfico como a dos outros filmes.

Paulo Geovani

Eduardo disse...

Guerra, vc assistiu ao mesmo filme que eu ? pois este foi um dos piores spaghetti que já vi, pobre, atores ruins, trilha sonora bizzarra, edição péssima e direção idem. O cara não sabe filmar tiroteios, o do final é risível; a edição é tão ruim que uma cena mostra Sartana olhando pela janela ( de uma casa também visivelmente sem telhado!!!!) e já corta para os dois heróis frente a frente indo duelar à cavalo!!! Isso sem contar a luta dos dois mexicanos armados de facas que corta do telhado para um gramado sem explicação nenhuma!

Felipe M. Guerra disse...

EDUARDO, não quis dizer que o filme não tem defeitos, eles com certeza existem - o próprio duelo Django x Sartana encerra abruptamente. Mas é que achei o resultado final bem interessante, inclusive visualmente, para relevar estes problemas que podemos encontrar em muitos westerns italianos do período. Além do mais, depois da overdose de produções do Demofilo Fidani, acho que fiquei um pouco mais generoso no meu julgamento desse tipo de filme! hahahaha

Anônimo disse...

Enquanto o Felipe não atualiza o Blog, fica aqui a dica pra um Ostern (Western Soviético) muito bom, chamado Neulovimye Mstiteli de 1967. É um filme meio político (aquelas merdas de exército branco contra exército vermelho), mas se vocês deixarem essa parte de lado, ele é exatamente um Spaghetti Western. A diferença é que não se passa no Velho Oeste, e sim na própria União Soviética. Mas se passa no campo e não nas cidades, você tem revolveres e pistolas de origem soviética e não as velhas e conhecidas Colts e Remingtons, e não tem os chapéus de cowboys, mas sim as tradicionais Ushankas (aqueles gorros peludos). E os 4 protagonistas são 4 adolescentes que pegam em armas e tudo, todos eles devem ter na faixa de 13 a 16 anos no máximo.

Qual a semelhança entre esse filme e os Spaghetti Westerns? Personagens todos sujões (até os adolescentes), os vilões lembram os mexicanos naqueles Spaghettis que tem como tema a revolução mexicana (tipo "Compañeros" do Corbucci). E tem uma pequena trama de "vingança" com um dos 4 adolescentes e o vilão principal do filme.

Fora outras coisas como violência semelhante a dos filmes italianos, uma canção tema no início do filme, à lá Django (mas claro, o tema do Django é muuuuiiiiito melhor, rsrs), roubo de trem, etc...

Outra coisa... eu finalmente consegui ver a versão em Blu-Ray de "A Conquista do Oeste" de John Ford, Henry Hathaway e George Marshall, e na versão CINERAMA... ou seja, na versão com o widescreen curvado, exatamente a visão que o público tinha nas salas de CINERAMA.

Cara... eu pensei que não conseguiria assistir ao filme pelo formato de widescreen ser esquisito... mas sem sombra de dúvidas foi uma das melhores experiências que eu já tive ao ver um filme. As cena da manada de búfalos e a cena do trem ficam ESPETACULARES nesse formato. O problema é quando eu fui voltar a ver filmes nos formatos widescreen padrão, o que era comum pra mim ficou esquisito. Hahahaha. Demorou alguns minutos pro meu cérebro se acostumar de novo com o modelo padrão! rsrs E a fotografia do filme é de longe uma das mais belas que já vi. Eu tinha visto esse filme em DVD num widescreen anamórfico padrão (2.35:1), mas em Blu-Ray dá vontade de lamber a tela de tão bonita que é a imagem.

Essa versão cinerama tem também em DVD, mas nesse formato eu recomendo a versão em Blu-Ray. A restauração do filme tá tão foda, a imagem tá tão nítida, que com o widescreen curvado te dá uma noção de profundidade sensacional. Pra quem tiver Blu-Ray, recomendo!

Abração!



Night Owl.

Teily Fábio disse...

Felipe, eu gostaria muito de ver um especial da dupla Terence Hill/Bud Spencer. Essa dupla que encantou os anos 70 e 80 dos brasileiros, com toda certeza deve ter muitas curiosidades que seriam apreciadas pelos fãs como eu. Eles realizaram muitos filmes inesquecíveis, mas que seriam facilmente classificados como Filmes para Doidos. Valeu e mais uma vez, parabéns peplo Blog e por esta aula de Western Spaghetti.

Fábio Batista disse...

Esse último artigo foi postado há quase duas semanas! Você parou de vez com maratona, Felipe? Já estou sentido falta de ler resenhas novas suas. Faltam quatro filmes ainda. Enquanto a maratona não continua eu vou assistindo alguns filmes por aqui. Filnalmente consegui ver o Django de Sergio Cosrbucci. Realmente é um filmaço! Foi um dos poucos dos que vi ultimamente que me fez ficar colado na tela do início ao fim. Três Homens Em Conflito foi outro que gostei bastante. Já aquele Django Desafia Sartana era na verdade o que você resenhou primeiro, como o meu xará se identificando como Sartana já no finalzinho. Enganado pela capa... rs
Bem, vou curtindo meus DVD's de Western Spaghetti (o mestre me fez pegar gosto pelo gênero) e aguardando a próxima postagem. Até lá!

Léo Castelo Branco disse...

chega de Django, rapaz. Tá loco!

Anônimo disse...

Felipe, ontem eu assisti a um filme que acho que até poderia receber uma resenha aqui. Mas não sei se você vai se interessar. O nome do filme é "Bigfoot" (é isso mesmo, "Pé Grande"). É do ano passado (2012), foi feito para TV (pro SyFy), e é uma das coisas mais TRASH que eu já vi. Bom, você certamente já viu os filmes da The Asylum, não é? Aquela produtora americana que só faz filme bagaceira! Sabe a CGI da Asylum, aquela coisa porcona e mal acabada? Pois bem, acredite se quiser, a CGI da Asylum faz os efeitos visuais parecerem realistas comparada com a CGI desse filme aqui. rsrs

Cara, só assistindo pra crer. Só que, eu não sei se sou retardado ou não, mas toda vez que a porra do Pé Grande aparece no filme eu não conseguia parar de rir, de tão mal feito, artificial e demente que é. rsrs Ah, tem mais um detalhe... esse Pé Grande tem entre uns 8 ou 12 metros de altura. kkkkkkkkkkk!

Só que ao assistir a esse filme, eu lembrei de um OUTRO filme, cRassiqueira, que aí sim eu acho que merecia uma resenha aqui e pra valer. Estou me referindo ao clássico do SBT "Yeti" (1977). Aquela versão italiana do King Kong. Eu até lembro que a trilha sonora desse "Yeti" era foda pra kct.

Depois da maratona Django, se puder, tenta assistir ao Bigfoot do canal SyFy, e pensa a respeito de resenhar o Yeti de 1977. O filme era ruim mas era bom, kkkkkk!

Abraços!




Night Owl.

Anônimo disse...

Velho, olha a merda que falei... eu aqui dizendo que a CGI do Bigfoot era pior que dos filmes da Asylum, e eis que vejo no IMDB que esse filme do canal SyFy foi produzido por quem? POR QUEM? Isso mesmo, pela PRÓPRIA ASYLUM! rsrs

Tinha que ser. rsrs

O canal SyFy foi apenas o distribuidor do filme nos EUA, na Belgica e na Holanda. rsrs

Erro meu. rsrs Mas a CGI é sim pior que os filmes que a Asylum lança diretamente em video.


Abraços!



Night Owl.

Anônimo disse...

Amigo Night Owl ; que eu me lembre, o sbt nunca exibiu Yeti/1977, este filme foi exibido apenas em cinemas poeira (me lembro que em julho de 88, eu vi seu cartaz em uma sessâo dupla com um pornô, no extinto cine cairo no centro de sp) e lançado em vhs pela hipervideo. O sbt exibiu apenas os filmes: trog/1970 , o homem de gelo/1984 e a série o menino e o gigante (pé grande). Um abraço.

Rodrigo 1176

Anônimo disse...

Rodrigo 1176, acho você está enganado. O SBT não só passou como reprisou o Yeti de 1977 nas tardes (no Cinema Em Casa), lá por volta de 1990 e 1991 (mais ou menos essa época... não lembro se passou em 1992).

Eu lembro porque eu nunca sequer aluguei esse filme, e eu moro no Rio, eu não lembro desse filme em nenhum cartaz por aqui, nem mesmo na Praça Sáenz Peña (que nos anos 80 e no início dos 90 tinha uns cinemas onde chegava a passar filmes B).

E eu lembro de uma vez, que não sei se foi de propósito, antes do Cinema Em Casa o SBT passava uma dobradinha de Chaves e Chapolin. Geralmente era o Chapolin primeiro e o Chaves depois. Mas teve um período em que eles exibiam Chaves primeiro e depois Chapolin.

E numa dessas, passou o episódio do Abominável Homem das Neves do Chapolin, e logo em seguida no Cinema em casa passou o Yeti.

Lembro também que na mesma semana, ou na semana seguinte, o SBT passou o "Homem de Gelo".

Mas juro pra você, o filme já passou e já foi reprisado no SBT.


Abraços


Night Owl.

Anônimo disse...

A propósito, eu só encontrei o Yeti de 1977 pra vender num site gringo, e em formato DVDR, ou seja, extraíram todo o filme de uma cópia de VHS e puseram num DVD.

Além da imagem porcona, o filme tá em 4:3 e não em widescreen (mas eu não comprei, eu olhei as fotos).

Esse filme nunca saiu oficialmente em DVD numa versão restaurada, né?

Será que consideram o filme tão ruim assim pra não lançarem numa versão digital restaurada?


Abraços!



Night Owl.

Anônimo disse...

Putz, anunciaram o Remake de DESEJO DE MATAR.

Tipo, eu nem reclamo mais de remakes porque gastar minha saliva não vai adiantar, todo ano temos toneladas de remakes. Mas fazer um remake desse clássico é passar dos limites.

Vocês conseguem imaginar Paul Kersey na pele de outro ator que não seja Charles Bronson???

É a mesma coisa que fazer Rambo sem Sylvester Stallone, ou John McClane sem Bruce Willis.

A não ser que usem o Jackson Antunes pra interpretar o Kersey, kkkkkkkkkkkkkk. (Não resisti, tive que fazer a piada).

Mas na boa, dessa vez forçaram a barra legal.



Abraços!



Night Owl.

Junior disse...

Você já viu isso Felipe?

http://www.youtube.com/watch?v=DRumw8gChgU

kkkkkkk

thiago disse...

gente kd o felipe?ele nunca demorou tanto de atualizar o blog. Será que pereceu?

Junior disse...

Thiago

Parece que o Felipe foi atacado por uma seita de discipulos do Glauber Rocha.
Ele foi obrigado a rever os filmes do diretor e participar de debates sobre os mesmos.
Não temos mais informações sobre seu estado mental depois disso.

Ivan disse...

Ou ele foi assassinado pelo fantasma do Glauber Rocha ou levou uma sova épica do Pablo Villaça. Ou então, morreu tentando fazer uma maratona LVT.

Fábio Batista disse...

Qause um mês de sumiço! Será que o fantasma de Demofilo Fidani voltou das sombras para ajustar as contas ele? Mistério...
Só um crítico do nível dele pra fazer a gente sentir falta desse jeito.

spektro72 disse...

tambem ouvi dizer que vão fazer este remake do "DESEJO DE MATAR" no site OMELETE o Ator cogitado para o papel de Paul Kersey era Bruce Willis ,sera mesmo ?
Acho nosso Mestre Felipe foi abduzido por extraterrestre atualmente esta no planeta Blokerston ( XB-25 )NA Constelação de Aquario ou esta perdido em algum " VORTEX TEMPORAL" esta em um futuro remoto do seculo 24 entrando para uma Gang de desordeiros sua iniciação seria igual deste filme que ele mencionou aqui "OS GUERREIROS DO FUTURO (1983) " pobre Mestre esperamos que ele seja aceito senão....?
abraços Spektro 72

JUnior disse...

Vou aproveitar que o Felipe foi embora pra divulgar a Igreja Mundia do Poder de Django:

http://www.facebook.com/IgrejaMundialDoPoderDeDjango

Não se preocupem. Não tem dizimo.

Anônimo disse...

Spektro72, não sei, mas mesmo o Bruce Willis não dá pra substituir o Bronson.

Eu nunca achei o Bronson um Al Pacino ou coisa assim, mas ele incarnou alguns personagens de tal forma que é impossível desassociar sua figura deles.

Acho mais fácil susbstituirem Robert Englund no papel de Freddy Krueger do que Charles Bronson no papel de Paul Kersey. (Pelo menos o Freddy tem maquiagem, e o próprio Robert Englund interpretou DOIS tipos de Freddy Kruger.... o original, maléfico, sádico e de poucas palavras... e o Freddy canastrão, com piadinhas infames... ou seja, se escolherem um bom ator, fizerem maquiagem decente, fizerem um bom roteiro e contratarem um bom diretor, acho que Freddy Kruger pode se tornar um personagem como James Bond, onde vários interpretaram o personagem. Nenhum superou o Sean Connery, mas tivemos outros excelentes James Bonds. Mas Paul Kersey não é caso só de atuação, é a própria figura do Charles Bronson que deixa o personagem incônico).


PS: O remake da Hora do Pesadelo ficou uma bosta mas não por causa do Jackie Earle Harley. Ele é um bom ator. O problema é aquele roteiro HORROROSO, os efeitos digitais tão ruins quanto dos filmes da Asylum, e outros atores de 5ª categoria no filme. Além da péssima direção. Mas o pior de tudo foi sem sombra de dúvidas o roteiro.

PS2: O Felipe deve ter fugido pra alguma ilha deserta com a Mônica Mattos, rsrs. Ele não tava fazendo um filme com ela? Só espero que nessa ilha não tenha zumbis radioativos comandados pelo espírito do Joe D'Amato. kkkkkkkk!


Abraços!



Night Owl.

thiago disse...

Felipe,dah um sinal de vida aí! Estamos preocupados

Night Owl disse...

Eeeehhhhhh, agora estou com uma conta no Google. Hehehehe.

Tô enviando esse post só pra fazer um teste!

Abraços!

Felipe M. Guerra disse...

Queridos leitores e leitoras, ESTOU VIVO! Peço desculpas por não ter conseguido atualizar o blog, mas passei fevereiro entre viagens e mudança, e meu computador, onde estão todas as futuras atualizações da "Maratona Django", permanece desligado e encaixotado enquanto escrevo essa mensagem. Não se preocupem que o FILMES PARA DOIDOS volta em breve, e inclusive estou trabalhando num novo visual para o blog com meu amigo designer Rodrigo Ramos (sem muita frescura, mas mais bonitinho, já que muita gente critica a simplicidade desse visual de sempre). Em breve voltaremos! Enquanto isso, aproveitem para atualizar-se com as postagens antigas! Grande abraço a todos, e obrigado pelo carinho e pela preocupação!!!

spektro72 disse...

enfim!nosso mestre deu o ar das graças e acabou com as especulações de que foi morto por zumbis em uma ilha paradisiaca com Monica Mattos ou foi abduzidor por extraterrestres ou ser tornou em membro de um gang de loucos em um mundo apocalipco,Aguardamos novas postagens sua,Mestre Felipe.
Ao Night Owl...
Eu destesto remake ou refilmagens como queiram, todos os remake são um lixo o unico que gostei foi " DOCE VINGANÇA " remake do classico " A Vingança de Jennifer "...eu acho que tais filmes não devem ser mexidos como :DESEJO DE MATAR (logico! Charles Bronson esta extraordinario neste papel do justiceiro Paul Kersey ,não vejo outro ator interpretado tal papel a altura de Bronson ),BRADDOOCK ( imagine um remake dele sem Chuck Norris, impossivel !),RAMBO ( Sem Stallone esquece !).Infelizmente Hollywood tende estragar filmes que já se tornaram classicos para um publico diferenciado.
P.S- Night Owl ,já assistiu o remake do SEXTA- FEIRA 13 eu achei uma droga,inclusive assisti ele no cinema... malditos remakes !!!!
abraços de Spektro 72

Anônimo disse...

Eu não tinha pensado que o Felipe tinha morrido. Eu o acompanho pelo Facebook.

Paulo Geovani

Junior disse...

Já que o assunto é remake: existe algum remake de western spaghetti clássico?

"Il Mercenario" e "Compañeros" são bem parecidos, mas acho que não chega a ser remake.

Night Owl disse...

Spektro72, eu não odeio remakes pelos simples fato deles existirem desde a época do cinema mudo. Então eu vejo como algo natural.

Mas alguns remakes sim são desnecessários, ao meu ver.

Eu vi o remake de Sexta-Feira 13 e pra mim é tão ruim quanto os filmes da franquia original. (Eu gosto dos 3 primeiros, do 4 pra frente achei não só repetitivos demais, como sendo levados a sério demais pelos produtores).

Mesma coisa eu digo da Hora do Pesadelo. Eu adoro o filme original, e JÁ FUI fã das sequências. Hoje pra mim o original é o único que realmente me interessa, apesar do 7 ter um roteiro interessante (mas que no fim acabou caindo nos mesmos erros das outras sequências).

Agora, eu vou dar um exemplo, e provavelmente muitos vão discordar (ou me xingar, kkkk). Eu prefiro o Remake de "The Hills Have Eyes" do que o original. Acho o filme do Wes Craven chatérrimo, e pior, nos anos 80 o próprio Wes Craven fez uma sequência que conseguiu ser uma das maiores porcarias cinematográficas da história.

Aliás, acho o Wes Craven um diretor superestimado. Ele fez alguns clássicos, mas fez muita coisa ruim também. Só que geralmente só lembram do que ele fez de bom. Mesmo caso é o James Cameron, pra mim ele tinha que se tornar explorador do NetGeo de uma vez e deixar a carreira de diretor. Os filmes que ele fez nas duas últimas décadas são horrorosos.

Agora.... Sete Homens E Um Destino é um remake de Os Sete Samurais, e é um filmaço. É inferior ao filme do Akira Kurosawa, mas ficou bom pra kct!

"Por Um Punhado De Dólares" do Sergio Leone é um remake de Yojimbo, também do Kurosawa, e também ficou bom.

O remake de "A Noite Dos Mortos Vivos" de 1990 ficou legal.

E detalhe... agora vocês vão me trucidar, kkkkk. Na primeira vez que eu tinha visto o remake de Dawn Of The Dead tinha achado bom pra karaleo, e eu achava o remake do Massacre da Serra Elétrica um lixo total. Hoje eu já acho o CONTRÁRIO. rsrs

Eu acho o remake do Massacre da Serra Elétrica um filme divertido de se assistir e acho o Dawn Of The Dead do Synder uma bela de uma porcaria. XD

Abração!

spektro72 disse...

Night Owl ....
eu sei que este negocio de remake e coisa velha, ate concordo com voce logico em algumas partes ...mas do " SEXTA-FEIRA 13" não gosto do remake ,para mim só presta os 4 filmes da serie antiga o resto só desnecessario ,agora filmes que jamais.. digo! jamais mesmo deveriam ter feito remake ' A MORTE CONVIDA PARA DANÇAR " titulo do mesmo filme lançado pela á GLOBO VIDEO na TV " O BAILE DE FORMATURA ",DIA DA MENTIRA" titulo em video "NOITES DA BRINCADEIRAS MORTAIS ",A PROFECIA o seu remake é fraco & " DIA DOS NAMORADOS MACABRO " mesmo titulo lancado pela CIC VIDEO,este eu achei desnecessario refilma-lo o primeiro é superior ,principalmente agora que colocaram as partes sanguinolentas no DVD uncult lançado mos E.U.A
é que nem eu falo comigo mesmo cada tem a sua visão sobre cinema. só estou colocando o meu ponto de vista sobre remakes e voce o seu Caro Night Owl .
abraço de Spektro 72

Night Owl disse...

Pois então, Spektro72, eu concordo que cada um tem sua forma de ver. Vou dar outro exemplo de um ótimo remake, foi o remake de "12 Homens e Uma Sentença" feito para a TV nos anos 90. Tirando o fato de que são outros atores, e o fato de ser colorido, o filme é IDÊNTICO ao original. Eu só acho o original melhor pela atuação do Henry Fonda. Mas o Jack Lemmon foi tão espetacular quanto o Fonda no remake.

Muitas pessoas acham o remake de Scarface (o do Brian De Palma) melhor que o original, algumas pessoas acham inclusive que é o melhor remake já feito. Eu sou super fã dos filmes do De Palma, mas curiosamente, e não sei se é apenas questão de gosto, eu prefiro o Scarface original. Quer dizer, o original é basicamente a história do Al Capone, só que feito na época em que o Al Capone ainda estava vivo. Exatamente um ano depois da prisão do Gangster. Pra mim isso foi uma puta ousadia na época... não usaram o nome "Alphonse Gabriel Capone" no filme, mas 'Scarface' era a alcunha pelo qual Al Capone ficou conhecido, e era um filme de gangsters, então não precisava explicar a ninguém na época sobre de quem se tratava o personagem "Antonio Camote". rsrs

No filme do Brian De Palma ele tira a temática "gangster" pra colocar algo mais correspondente à época. O Al Pacino tá em uma de sua melhores atuações como Tony Montana, o filme em si é fodástico, mas achei o original uma puta ousadia, ainda mais com o título "a vergonha de uma nação". O roteirista Ben Hecht inclusive recebeu a inesperada visita dos capangas do Al Capone em sua residência pra que eles se certificassem de que o filme não se tratava do "scarface real". rsrs

Mas dizem (isso não tem nada confirmado) que o próprio Al Capone teria gostado do filme.

Pra mim os caras tiveram CULHÕES de adaptar uma obra sobre um dos criminosos mais temidos dos EUA, mesmo que seja uma biografia "disfarçada".

Esse tipo de atitude, ao meu ver, é que faz um filme se tornar único e icônico.

Night Owl disse...

Esse tipo de filme que ao meu ver nunca deveriam ganhar remakes. Embora eu tenha adorado o remake do Brian de Palma.

Pô, imagina se alguém tentasse fazer um remake de "O Encouraçado Potemkin"???

Seria o maior insulto da história. O Potemkin do Eisenstein é um filme divisor de águas na história do cinema.

Fazer um remake desse filme seria a mesma coisa que chamar o original de inútil.

Se bem que eu duvido que alguém conseguisse fazer um remake de um filme que não só inovou em termos de montagem e edição, como de um filme pró-socialista e até experimental em algumas cenas.

Agora, filmes que são feitos basicamente pro entretenimento, eu não vejo problema em fazerem remakes desde que façam coisa decente. Desejo de Matar pra mim não deveria ganhar remake por que eu não consigo imaginar ninguém no lugar do Charles Bronson.

Rambo pra mim não deveria ganhar remake porque não consigo imaginar ninguém na pele do personagem se não for o Stallone (o mesmo vale pro Rocky).

Mas não fossem por esses atores terem transformado esses personagens em ícones do cinema de ação, até que não teria nada contra fazerem remakes. Mas repito, desde que fizessem coisa decente. A maioria dos remakes que saem hoje em dia são diarréias da cabeça dos produtores.

Abraços!

Anônimo disse...

Tá mais pra Santos Dumont do que pra Django

spektro72 disse...

Night Owl...
novamente concordo com voce assisti ao " SCARFACE " ambos por sinal na GLOBO,gostei da versão de 32 ,tanto é que foi realmente uma ousadia basear-se na historia do criminoso mais frio da decada da lei seca nos E.U.A ,"12 HOMENS E UMA SENTENÇA " Tambem concordo com você a versão da TV é melhor por causa de JACK LEMMON ele era um ator excepcional,logico! sem desmerecer HENRY FONDA outro monstro do cinema . por isso que falo as vezes é bom ouvir a opinião de gente que entenda do mundo da setima arte ... pois eu não entendi de nada..ou penso que entendo.
alguns remake's são louvaveis outros dispensaveis principalmente aqueles que insistiram em refilmar grandes filmes de terror da decada de 80 ou ate classicos do genero como, EX: PSICOSE ( CRISTO ! O de Hitchcock e mil vezes melhor do que o remake,não poderia jamais ser refeito ,imagine filmes do mestre do suspense sendo refeitos hoje? nem quero pensar nisso.)
Abraço de Spektro 72

Night Owl disse...

Concordo, Psicose só existe com o Hitchcock por detrás da câmera. Aquele remake não chega aos pés do original. Não chega aos pés dos micróbios dos pés do original (se micróbios tiverem pés, rsrs).

Nenhum filme do Hitchcock é pra ser refilmado, se bem que ele refilmou "O Homem Que Sabia Demais" que era dele mesmo. Mas é como aquele caso do "Último Americano Virgem" que o Felipe resenhou uma vez aqui. O diretor do filme dirigiu tanto o original quanto o remake (O Último Americano Virgem, no caso).

Mas enfim, filmes que saíram da mente do Hitchcock, ou adaptados para a telona pelo Hitchcock, pra mim não deveriam ser refilmados. Acho que o Hitchcock tem um estilo tão peculiar que ninguém pode transmitir a tensão de seus filmes da maneira como ele conseguia transmitir.

Talvez se fizessem um filme "baseado" ou "adaptando" pra outro gênero, com outra proposta de "entretenimento", talvez até saia algo interessante. Mas um remake de um filme do Mestre do Suspense, não dá. As histórias que ele filmou só funcionaram por causa do jeito único que ele tinha de contar essas histórias.

Pô, até hoje eu me pergunto quem é o verdadeiro protagonista de Psicose.

Seria a Lila Crane? Seria a irmã dela, a Marion? Seria o amante da Lila, o Sam Loomis? Ou seria o próprio Norman Bates? Mas peraí, o Norman não era o antagonista? E se for a Lila, o Hitchcock mata a protagonista no meio do filme?

Tudo bem que o roteiro não era do Hitchcock, mas a maneira como ele conduz o roteiro, faz você ficar pensando quem é o protagonista do filme. E o espectador fica de fato com os olhos grudados na tela. Ele matava o protagonista no meio do filme e mesmo assim não se perde o interesse pela trama, porque você não tem certeza absoluta em sua mente de que a personagem que morreu era de fato a protagonista.

Ele era realmente genial.

Pena que não se fazem mais diretores como antes.

Abraços!

João Paulo disse...

Faz tempo que o Felipe não atualiza o Blog, hein?

thiago disse...

Felipe,vc tem twitter? Gostaria de visitar o seu twitter.

spektro72 disse...

Night Owl...
Hitchcock é realmente o mestre do suspense,pena que ele nunca foi agraciado com um OSCAR ( infelizmente um erro lamentavel da academia ,que deve um pedido de desculpe pelo menos um OSCAR HONORARIO a ele ) eu sabia que " O HOMEM QUE SABIA DEMAIS " era um remake pois eu assisti a primeira versão deste filme na TV CULTURA ha 25 anos atras .
concordo com você pena que não fazem diretores como antigamente.
Hitchcock é gênio magistral do cinema nunca existira outro como ele.. apesar que alguns tentaram copia-lo.
Para encerrar " OS PASSAROS "este filme dele é barbaro não tem trilha sonora só barulho do ataque dos passaros que da todo o clima para o suspense, este filme assisti na decada de 80, na SESSÃO DAS DEZ na TVS .. ate hoje o filme me espanta e não envelheceu nada,Grande Hitchcock !!!
Abraços Spektro 72

Night Owl disse...

Spektro72, Os Pássaros eu assisti a primeira vez em VHS. Acho que foi o primeiro filme do Hitchcock que eu assisti (pelo menos que eu lembre).

Foi uma experiência assustadora pra mim também, mesmo eu já tendo visto outros filmes na época, filmes que também metiam medo como Alien, o Exorcista, A Hora Do Pesadelo... o mais curioso é que se eu pegar qualquer um desses filmes para assistir hoje eu não vou sentir medo algum. É que eu acho que eu passei da conta no número de vezes que assisti a esses filmes (quando eu gosto de um filme eu revejo eles até enjoar... e se eu enjoar fico alguns meses sem ver e depois a vontade de ver volta, kkkkkkk).

Eu acho que queimei o meu neurônio que transmitia medo pra mim. rsrs

Sério, mesmo com filmes inéditos (quando falo inéditos não é necessariamente filmes atuais, pode ser filmes antigos mas que eu ainda não assisti), não tem mais nenhum filme que me meta medo.

Aquele filme "Abismo do Medo", eu gostei pra caramba do filme, acho que é um dos poucos filmes de terror dos últimos anos que realmente vale a pena... mas compararam o medo que ele transmitia ao medo que o filme Alien transmitia. Sério, não senti um pingo de medo ao ver o filme. Achei o filme bom, mas não senti medo.

Eu lembro que a primeira vez que assisti a Alien (acho que foi na Globo), cara.... era um cagaço atrás do outro. E era adolescente, mas lembro com perfeição o medo que senti! Mas hoje em dia... estranhamente aquela sensação de medo que eu tinha desapareceu completamente.

Talvez eu esteja ficando velho, hahahaha!

Como dizia o falecido pai de um amigo meu: "Ficar velho é uma merda."


Abração!

spektro72 disse...

Night Owl..
eu só igual a você sentia muito medo destes filmes citando por você,mas filme que me assustou mesmo foi um que assisti em 1980 na REDE TUPI " SESSÃO SEMANA SANTA " ( A Mosca da Cabeça Branca)..Bem Afinal! eu tinha 8 anos era para me assustar mesmo ,hein! Este filme ate hoje me causa arrepios já pensou quando existir o sistema de teletransporte se o computador não nos analisar direito vai nos fundir com um insetos ou coisa parecida ainda que na serie "JORNADA NAS ESTRELAS " não acontece isso apesar que vira e mexe o teletransportador já teve defeitos como duplicar o Capitão Kirk.
cinema é sempre uma diversão de falar ,obrigado por compartilhar comigo isso, amigo Night Owl.
abraços
SPEKTRO 72

Night Owl disse...

Spektro72, é sempre bom compartilhar opiniões com outras pessoas, desde que com respeito.

Sobre essa questão de teletransporte... você já deve ter ouvido falar da hipótese do Buraco de Minhoca, né? Isso até já foi abordado em filmes de ficção científica.

Se o Stephen Hawking estiver correto, o buraco de minhoca seria uma espécie de teletransporte (e provavelmente até uma máquina do tempo).

Só que existe o risco do buraco de minhoca nos desintegrar e cuspir nossas partículas do outro lado do universo, mas sem reagrupar-las.

Esse tema é bem interessante pra ser explorado em filmes de Sci-Fi.

Abraços!

spektro72 disse...

Night Owl..
Exatamente !respeito sempre em primeiro lugar .
eu sei o que você quer dizer como os Buracos negros e brancos que ainda são um verdadeiro misterio em nosso universo tem tantas teorias como o buraco negro é uma passagem para um universo pararelo,espaços dimensionais ou ate mesmo uma viagem no tempo,já o buraco branco de pode ser um Vortex Temporal de uma outra ou outras galaxias e que um dos dois seriam uma passagem inter estelar para o surgimento de UFO'S aqui na terra... o papo da meio de louco,por que sou fascinado por OVIN'S e acredito que neste universo paralelo ou não ,não estamos sós no universo. apesar que acho que depois disso tu não vai me responder ,por que você vai me achar um doido,por acreditar nisso.(risos !)
abraços
Spektro 72.

Anônimo disse...

kkkkkkkkkkkkkkk

http://www.facebook.com/photo.php?fbid=161403380682881&set=a.151296538360232.33645.151275018362384&type=1&relevant_count=1

Night Owl disse...

Fala Spektro, eu vou te responder sim. rsrs

Eu na verdade demorei um pouco pra te responder nesse último post porque estou praticamente desde Sábado sem internet.

Teve uma tempestade aqui no Rio de Janeiro e caiu um raio aqui perto de onde moro, mas foi um puta de um raio mesmo, e queimou o meu modem de rede (acho que foi um pulso elétrico). Eu tive que trocar.

Daqui pra frente, toda vez que estiver trovejando eu vou desligar minha máquina sempre. Agora foi o modem, mas podia ter sido toda a minha máquina e eu podia ter perdido todos os meus arquivos.

Bom, eu acredito que exista vida além da Terra. Só não sei que tipo de vida. rsrs

Pode ser que seja inteligente, pode ser primitiva, pode ser que seja vida que a composição química não seja baseada em carbono como é o caso dos seres vivos da Terra, etc...

Mas acho que seria muita cagada dos seres vivos aqui do nosso planeta serem os únicos existentes no universo. Pô, só nossa galáxia tem milhões de sistemas planetários. E nossa galáxia é apenas 1 entre milhões (talvez bilhões).

Ou seja, imagina se só existissem nós de vida nesse universo? Nem se um cara acertasse todos os números de loterias da história do planeta seria tanta cagada. rsrs

Por isso eu acredito sim que tem vida por aí universo a fora.

Abração!

Rafael Medeiros Vieira disse...

Ler este blog é um prazer semanal.

spektro72 disse...

Night Owl...
Caramba! Nem precisava responder se não quisesse,fico feliz que o fez,muito obrigado,meu caro. Que coisa o nosso planeta está devolvendo tudo de ruim que estamos fazendo com ele como as descargas eletricas já são um aviso que nosso planeta corre risco de nos mesmo extingui-lo se continuarmos a polui-lo..eu sempre faço isso o de tirar o meu computador da tomada pois já tive uma desagradavel experiencia como isso... meu video K7, um raio veio do poste da rua da minha casa e acabou com a placa dele ai tive que comprar outro.
E falando em vida extraterrestre eu tambem acredito que ha outras vidas ou formas neste vasto universo mas não iguais a nos e concordo com você alguns podem ate ser primitivos e outros super inteligentes ( ao ponto de nem aterrissar aqui para ver quanta cagada á gente " seres humanos " fazemos ao nosso planeta e a nos mesmos).
nosso universo e enorme e continua se expandindo e nos somos um grão de arroz dentro dele.
Abraço de Spektro 72

Fábio Batista disse...

O blog hibernou mesmo... Desde 2008 o mestre Felipe Guerra não tinha deixado nenhum mês passar em branco, até janeiro desse ano. Passou batido por fevereiro e pelo jeito vai passar março também. Se você não tem mais tempo poderia entregar a outra pessoa (embora eu ache que jamais seria a mesma coisa). Um blog desse não pode ficar abandonado de vez.

Josiere Messias disse...

Fabio Batista, entragar a outra pessoa não, não seria o Filmes para doidos. Se é para ler outra pessoa escrevendo sobre filmes tem varios outros blogs e sites, não precisa ser aqui.
Mas enfim essa falta de atualização está dando uma depressão. Começei muito empolgado a maratona Django, muito feliz por ler todo dia um texto novo aqui. No meio da maratona acontece isso.
Agora eu to aqui, todo dia entrando sem muitas esperanças. Mas mesmo assim aqui.

Pedro de Souza Coelho Neto disse...

Felipe. Você tem E-Mail ?

Eu tenho muitas perguntas aserem respondidas.

Assinado: Pedro de Souza Coelho Neto.

Kaji-san disse...

"uma curiosidade dos bastidores é que a produção economizou uma graninha alugando cavalos NÃO-ADESTRADOS para os atores.."
Vai ser detalhista assim lá no inferno, Felipe!
Vc não é virginiano não, né, cara? hahahaha
Fico feliz de saber que, entre essas resenhas de "sotto-djangos", tenham coisas boas para serem apreciadas.
Sua resenhas são muito boas, Felipe, você é convincente e bem coerente nas suas críticas.

Leonardo Peixoto disse...

Encontrei um filme de 1968 lançado para a televisão americana com uma premissa bem interessante chamado Shadow on the Land . Vagamente baseado em It Cant't Happen Here , livro de Sinclair Lewis publicado em 1935 , o longa mostra combatentes da liberdade lutando contra o governo fascista que dominou os Estados Unidos , https://www.youtube.com/watch?v=jCxX0y1aqGA .