
Onde você estava em junho de 1999? Pois eu, como boa parte da humanidade, estava numa sala de cinema a 45 km da minha cidade para ver o aguardado e tão sonhado "Star Wars Episódio 1 - A Ameaça Fantasma". E, como boa parte da humanidade, saí do cinema frustrado, tentando achar fatores que redimissem aquela experiência insatisfatória ("Pelo menos o duplo duelo final com o Darth Maul foi ótimo!"), mas acabando por concluir que aquele não era bem o filme que eu esperava 16 anos depois de "O Retorno de Jedi". Também como boa parte da humanidade...
É sobre isso o interessante documentário O POVO CONTRA GEORGE LUCAS, dirigido pelo norte-americano Alexandre O. Philippe e lançado este ano: o dúbio sentimento de amor e ódio dos fãs de "Star Wars" pelo seu criador, George Lucas. Embora tenha alguns problemas evidentes (é muito longo e arrastado, além de repetitivo e inconclusivo), o filme traz algumas discussões bastante pertinentes sobre o universo criado (e, para muitos, também destruído) por Lucas.
Uma das questões que permeia o documentário é justamente a insatisfação dos antigos fãs da série com os três novos filmes ("A Ameaça Fantasma", de 1999; "O Ataque dos Clones", de 2002, e "A Vingança dos Sith", de 2005).

Eu nunca me considerei um viciado em "Star Wars", pelo menos não como algumas pessoas que eu conheço (que assistiram os fraquíssimos novos filmes da série até nove vezes na semana de lançamento), e muito menos como os malucos entrevistados em O POVO CONTRA GEORGE LUCAS, que dedicam suas vidas, seu tempo e seu dinheiro à série. Muita fã histérica da saga "Crepúsculo" passa vergonha perto do nível de loucura de alguns viciados em "Star Wars" mostrados no documentário.
Enfim, mesmo não sendo um viciado, sempre gostei muito da chamada "trilogia original". Não tive a sorte de ver os filmes no cinema (apenas quando foram relançados, no fim dos anos 90, com novas cenas e efeitos de computador), mas lembro que vi o original de 1977 pela primeira vez na TV Manchete, na década de 80. Na época, o filme se chamava simplesmente "Guerra nas Estrelas" - e não "Star Wars Episódio 4 - Uma Nova Esperança", como hoje. Aliás, sempre achei esquisito aquele "Episódio 4" no que para mim era o primeiro filme da série, mas faz parte da infância.

A verdade é que não tem como não gostar de "Guerra nas Estrelas" quando você é criança. Os efeitos especiais (bons até hoje), os personagens carismáticos, os vilões antológicos, os nomes esquisitos, as lutas de sabre de luz...
Nada do que Lucas mostrou era exatamente novo (afinal, não passa da velha história do cavaleiro indo salvar a princesa em perigo), mas a coisa era tão bem feita que você se apaixonava por aquilo. E depois veio "O Império Contra-Ataca" para confirmar que estávamos diante de algo muito interessante ("O Retorno de Jedi" já é mais fraquinho e infantil, mas está valendo).
Nestes 16 anos de silêncio entre o final da trilogia clássica e o início da nova trilogia (com o "Episódio 1"), muitos transformaram "Star Wars" em uma religião. Enquanto Lucas curtia umas férias como produtor em outros filmes de outros diretores, os próprios fãs trataram de expandir a mitologia da série, em quase duas décadas de "fan films", sátiras dos originais, "fan fiction" e livros especulando sobre o início e o final da saga.

Isso sem contar os produtos "oficiais" licenciados pelo próprio George Lucas, como brinquedos, jogos de videogame, roupas, revistas em quadrinhos e todo tipo de bugiganga com a marca (até cuecas e pijamas!).
Os problemas começam nos anos 90, conforme enfocado em O POVO CONTRA GEORGE LUCAS. Primeiro, George Lucas endoidou e resolveu mexer nos filmes que milhões de fanáticos aprenderam a amar apaixonadamente desde seu lançamento. A "maquiagem digital" na trilogia clássica não foi apenas para modernizar os efeitos, mas também para adicionar/modificar/excluir cenas, o que revoltou muitos fãs.
Pior: Lucas esnobemente declarou que aqueles velhos filmes idolatrados por pelo menos duas gerações estavam incompletos, e que a "sua visão original" estava nestas versões "melhoradas" digitalmente - em outras palavras, "Esqueçam os antigos, o que vale são estes novos!".

A primeira parte do documentário lança esta interessante discussão: afinal, qual é o limite da "posse" de um criador pela sua criatura? Ao realizar essas mudanças de certa forma discutíveis na sua própria obra, George Lucas estaria exercendo seu direito de realizador que quer melhorar seu trabalho ou "traindo" os fãs que gostavam dos filmes como eles eram antes?
A refletir: Ridley Scott já mexeu umas 500 vezes em "Blade Runner" (inclusive mudando todo o sentido original do filme na director's cut), mas os fãs da obra nunca reclamaram tanto quanto os fãs de "Star Wars". Por outro lado, um fanático por "Star Wars" entrevistado no documentário alega que se DaVinci viajasse no tempo para os dias atuais e quisesse mudar o sorriso da Monalisa, o mundo inteiro iria criticar a atitude do artista.
Uma das alterações mais polêmicas feitas pelo diretor, e que ganha bastante espaço no documentário de Philippe, é a clássica boiolagem do "Greedo atirou primeiro". Lucas achou que o fato de Han Solo atirar a sangue-frio em um caçador de recompensas em "Guerra nas Estrelas" desmerecia a "nobreza" do personagem.

Inventou, então, um primeiro tiro digital efetuado por Greedo, ao qual Han Solo reage, numa cena completamente estúpida - primeiro porque estraga a idéia de Han Solo ser um anti-herói das antigas, e segundo porque ninguém erraria um tiro a meio metro da vítima, como acontece nesta cena modificada!
(E como um fã comenta em O POVO CONTRA GEORGE LUCAS, o pai de "Star Wars" preocupou-se tanto em mudar o tiroteio entre Han Solo e Greedo, para supostamente transformar o personagem de Harrison Ford num sujeito mais legal, que se esqueceu de cortar a cena em que descobrimos que Han Solo é um traficante espacial de drogas e armas!)
(A propósito, até George Lucas deve ter se arrependido dessa história toda, pois, nos bastidores das filmagens de "Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal", foi fotografado com uma camiseta que diz "Han atirou primeiro"!!!)

Enfim, esta questão do "limite de posse" de uma obra é uma pergunta interessante que acaba ficando meio sem resposta no documentário, mas todos os fãs entrevistados por Philippe são unânimes em afirmar que George Lucas NÃO deveria ter mexido na trilogia clássica para fazer o que fez, muito menos recusar-se a relançar as obras no seu formato original.
Eu mesmo nunca comprei esses DVDs com a "nova versão" do diretor, e nem os discos da nova trilogia, que considero muito fraca. O único box de "Star Wars" que tenho é aquela lata que traz a trilogia clássica supostamente sem novos efeitos e novas cenas, embora alguns fãs argumentem que mesmo nesta versão há algumas diferenças em comparação aos filmes originalmente lançados no cinema e em VHS décadas atrás (felizmente, também tenho as velhas fitas de "Guerra nas Estrelas" e "O Império Contra-Ataca" na coleção!).
Na segunda parte de O POVO CONTRA GEORGE LUCAS, a discussão entra numa seara ainda mais polêmica: o inconformismo dos fãs antigos com a nova trilogia dirigida por Lucas. A maioria é unânime em reafirmar seu ódio pelos filmes e suas invencionices, como o irritante Jar Jar Binks e os "Midi-chlorians" que os Jedi têm no sangue (argh!).

Praticamente todas as pessoas entrevistadas discutem sua frustração com a forma como George Lucas conduziu uma trama que daria origem aos personagens imortais da trilogia clássica. "Nós ficamos 16 anos pedindo um novo 'Star Wars', mas esquecemos de pedir que fosse um bom 'Star Wars'", resume um fã.
Uma das justificativas mais comuns para a baixa qualidade da nova trilogia é o fato de George Lucas desta vez ter abraçado tudo sozinho, enquanto na trilogia antiga estava cercado por uma equipe de pessoas criativas que ajudaram-no a criar os filmes (Lucas dirigiu apenas o "Guerra nas Estrelas" de 1977, mas os outros dois tiveram outros cineastas, e uma mãozinha de Lawrence Kasdan nos roteiros).

Esta é a talvez a parte mais interessante do documentário, quando são analisadas as "fan editions" produzidas por fãs de "Star Wars" para tentar dar um "formato mais agradável" aos dispensáveis novos filmes.
Entre elas, a já famosa "Phanton Edition" (que resumiu o "Episódio 1" para 70 minutos e eliminou bobagens como o personagem de Jar Jar Binks), e uma versão condensada que um fã fez resumindo os três filmes da nova trilogia em um único longa de 90 minutos, mas em preto-e-branco! Vários entrevistados argumentam que estas versões são muito melhores que as originais!
O POVO CONTRA GEORGE LUCAS também analisa a absurda quantidade de "fan films" produzidos a partir do universo de "Star Wars" (que demonstram claramente como os fãs acabaram tomando o controle sobre a obra). São mostradas várias cenas destes trabalhos, para dar uma idéia da riqueza criativa dos seus realizadores.

Alguns "fan films" são famosos e estão disponíveis no YouTube, como "Troops", que, copiando o formato do seriado de TV "Cops", apresenta o dia-a-dia dos Storm Troopers de Darth Vader. Outro muito interessante é "George Lucas in Love", sátira de "Shakespeare Apaixonado", mostrando um jovem Lucas tendo a idéia de fazer "Star Wars" a partir de seus colegas de faculdade. Os diretores destes dois curtas, Kevin Rubio e Joe Nussbaum, inclusive são entrevistados no documentário.
Há uma infinidade de material na rede. Procure por "Star Wars fan film" no YouTube que aparecerão mais de 5.000 vídeos, alguns apenas brincadeiras feitas por garotos que aprenderam a mexer no programa que cria os "sabres de luz", mas outros muito interessantes, como "Forcery" (outro que tem cenas exibidas no documentário). Este curta é uma sátira de "Louca Obsessão", e mostra George Lucas sofrendo um acidente de carro logo após escrever o roteiro do "Episódio 3", e sendo resgatado e aprisionado por uma fã psicótica de "Star Wars", que obriga o diretor a reescrever o roteiro!
Outros vídeos mostrados no documentário trazem brincadeiras com os personagens de "Star Wars" em forma de desenho animado, Lego, bonequinhos, garrafas e até ovos (!!!) em stop-motion.

Infelizmente, O POVO CONTRA GEORGE LUCAS termina sem chegar a nenhuma conclusão - ou veredicto, já que se propunha julgamento. George Lucas é culpado de ter estragado a trilogia original ou estava no direito de mexer nos filmes que ELE escreveu e dirigiu? É culpado de ter frustrado os fãs com uma nova trilogia cheia de bobagens, ou os fãs é que levaram aqueles três filmes antigos a sério demais, e não conseguem se divertir com os novos?
São questões que permanecem no ar para serem discutidas pelos nerds em fóruns de "Star Wars" na internet, pois talvez cada espectador, fã da série ou não, deva chegar ao seu próprio veredicto. Eu, que me incluo naquela categoria de fãs que prefere pensar que a nova trilogia nunca existiu ou aconteceu, até prometo dar uma chance aos Episódios 1 a 3 daqui uma década, para ver se a minha impressão sobre eles melhora.
E mesmo cheio de defeitos, O POVO CONTRA GEORGE LUCAS vale exatamente como documento e registro dessa louca febre, paixão ou obsessão, como preferirem, pelo universo criado por George Lucas em 1977. Quem diria que aquele "Há muito tempo atrás, em uma galáxia muito, muito distante..." iria dar origem a um culto tão grande?
Termino citando um quadro clássico do programa humorístico "Saturday Night Live", em que William Shatner, o próprio, participa de uma convenção de fanáticos por "Star Trek" e xinga aqueles sujeitos: "People, please, get a life!".
É impossível não lembrar disso ao ver, no documentário, diversos adultos e pais de família acampados em frente aos cinemas na época do lançamento do "Episódio 1", ou vestindo-se como seus personagens preferidos. É apresentado até o caso de uma mulher cujo casamento acabou por causa da sua obsessão por colecionar bonequinhos de "Star Wars"!
Bem que próprio George Lucas podia aparecer no final de O POVO CONTRA GEORGE LUCAS e dizer exatamente isso, direto para a câmera: "People, please, get a life!".
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O Povo Contra George Lucas
(The People Vs. George Lucas, 2010, EUA)
Direção: Alexandre O. Philippe
Entrevistas com: Kevin Rubio, Joe Nussbaum,
Brandon Kleyla, Matt Cohen, Frankie Frain e
George Lucas (cenas de arquivo).

17 comentários:
Eu adoro os três antigos Star Wars. Já os novos podem até divertir, mas são esqueciveis. Estou tentando entender o que o PV tinha na cabeça quando deu 5 estrelas para a Vingança dos Sith.
E para mim, não acho que um diretor deve mexer na sua obra depois de lançada, pois ela agora pertence ao público.
>O Retorno de Jedi" já é mais fraquinho e infantil, mas está valendo
Não entendo porque o pessoal não gosta muito de Retorno de Jedi. Sim, os Ewoks são tão irritantes como Jar Jar Binks, mas para mim, encerra satisfotariamente a trilogia e tem ótimas cenas de ação. Para mim, é tão divertido quanto os outros dois.
>Ridley Scott já mexeu umas 500 vezes em "Blade Runner" (inclusive mudando todo o sentido original do filme na director's cut)
Só vi a director cut até o momento. Não sabia que a versão origina tnha um sentido diferente. Se importaria em dizer o que é?
>e os "Midi-chlorians" que os Jedi têm no sangue (argh!).
Tirou todo o misticismo da Força.
> Se importaria em dizer o que é?
Claro que me importaria! Final de filme não se conta!
Ahá, finalmente alguém que assistiu o primeiro Star Wars na Manchete, e ainda lembro do Marcos Hummel anunciando o filme no final do Jornal, ahahaha. Aliás assisti essa série totalmente fora de ordem, e no SBT passava uma espécie de Making Of do Império Contra Ataca, lembram disso?
Agora voltando a essa polêmica dos filmes, me perdoem os fãs da nova série e filmes remexidos, ficou tudo uma porcaria, pra mim foi um grande erro (para o Lucas não, claro). Ainda bem que pelo menos saiu os DVDs dos filmes originais sem retoques, graças a eles pude esquecer todo o resto que foi feito.
Mas mesmo com essa pisada o cara ainda é o maior. Criar Star Wars e American Grafitti (sua obra- prima), não é pra qualquer um não.
Ótimo post!
Ainda não vi o documentário, mas concordo com alguns dos seus pontos de vista!
Eu sou fã de Star War, fui ver os filmes novos no cinema (só uma vez cada hehe), o Episódio I realmente é terrível, o II é uma bagunça e o III tem algumas coisas interessantes!
Eu preferiria mil vezes que tivesse sido mantido a
trilogia clássica, sem esses filmes posteriores, mas acredito que o bom e velho Lucas estava precisando aumentar as instalações de seu sítio e sucumbiu ao Lado Negro da força!!!
Não acho que não deveriam ser feitos mais filmes, desenhos ou qualquer outra coisa sobre Star Wars, visto que existem excelentes jogos, livros etc, mas que siga o padrão de qualidade dos primeiros filmes, o que não aconteceu com esta nova trilogia, infelizmente!!!!
Abraço
Joel Caetano
Inclusive a editora Americana Dark Horse (especialista em adaptações de filmes para os quadrinhos) fez uma ótima continuação direta do RETORNO DE JEDI onde é o Luke que se entrega ao Lado Negro da Força, estão presentes ainda a maioria dos personagens dos filmes anteriores, gostaria que o George Lucas tivesse optado por esse mesmo caminho.
Os filmes antigos são legais, principalmente Império Contra-Ataca que é o ponto alto da série.
A trilogia nova é ridícula, o 1 incluiu um dos personagens mais ridículos da história. O 2 e o 3 tem uma falha mortal, o protagonista. Ele não convence nem a vovozinha. O motivo para ele virar Darth Vader foi MUITO mal trabalhado, é pra acreditar que o herói passa a assassinar crianças por quase nada? Mas a pior falha foi a história rasa nos 3 filmes. Pena, dava para fazer algo muito bom.
Passei só pra registrar minha presença, pq não gosto de Star Wars e derivados, é pode me xingar. auauauuaha e cadê sua critica de Dead Snow no Boca do Inferno? Eu quero ler.
Outra coisa, como eu faço marcadores no blog?
Bjusssssss
O pior da nova trilogia é, sem dúvida, o Darth Vader mimado e babão. Na trilogia antiga, todos diziam que o Anakin era um grande homem, um grande guerreiro que, de repente, sucumbiu ao lado negro. Seria muito mais interessante mostrar o rapaz como um sujeito digno e nobre que tem uma queda súbita para o mal, não como um chorão que vive pondo a culpa no Obi Wan e que tem as palavras LADO NEGRO tatuadas na testa.
Estou para colocar um post a respeito disso lá no meu blog. Lucas errou totalmente na apresentação dos jedi e do Darth Vader na nova trilogia. Ele sempre disse que no filme de 1977, só havia conseguido fazer 30% do que gostaria. Eu acredito que foi por causa disso que saiu tão bom.
A estória da nova trilogia é mais rasa que um pires, como você disse tinha um duelo duplo legal no final da Ameaça Fantasma, mas eu saí do cinema com aquele gosto ruim na boca de quem esperava muito mais....Pensei comigo, é só o primeiro filme, vem coisa boa depois....
Mas não veio e a experiência foi dez vezes pior.
Então veio o terceiro e nem me empolguei , nem no cinema vi...Assisti uns três meses depois de sair na locadora, e só pra dizer que vi mesmo. Não tive nem interesse ainda em adquirir os DVDs.
Mas o pior de tudo nem é a estória do bestinha Anakin, o pior foi o excesso de efeitos especiais que tiraram toda a magia dos filmes antigos. Ao assistir é aquela sensação: Porra isso não é Guerra nas Estrelas!
Então veio o tal do Indiana Jones, pensei comigo, parceria entre Lucas e Spielberg não vai dar merda, e deu, e conseguiram estragar mais uma franquia...
Lucas na verdade perdeu a mão para o cinema e espero que fique só como produtor e não pense mais em dirigir e nem escrever nada.
Sobre a nova trilogia, a coisa mais difícil pra mim foi suportar a ausência dos personagens legais da série clássica. Não tocava a famosa Marcha Imperial, acho que não tocava no filme nem o tema principal! Não deu.
E ainda sobre o Episódio I, acabou perdendo o Oscar de Efeitos Especiais para o MATRIX. A FORÇA já não era a mesma com certeza.
Inacreditável: um post sobre STAR WARS tem apenas 11 comentários???? Cacilda, até os pornôs da Boca do Lixo foram mais comentados que o da saga do George Lucas - ou ele está realmente desprestigiado, ou é meu pobre blog que está!
Pra você ver Felipe, nosso negócio é podreiras mesmo! Hahahahaha...
Olá Felipe
Você sabe se existe algum site que mostre as diferenças entre as versões dos episódios 4, 5 e 6?
IVAM, eu tenho uma histórica edição especial da Revista Set, lançada na época em que os filmes "digitalmente maquiados" voltaram aos cinemas, em formato gigante e com comparação fotográfica entre as versões antigas e computadorizadas. Você ainda pode encontrar essa revista em sebos ou no Mercado Livre.
Na internet, só encontrei esse site com uma comparação bem completa entre as duas versões de "O Retorno de Jedi", mas não dos outros dois filmes: http://movie-censorship.com/report.php?ID=1828
Dai Felipe! Muito bom o Post!
Sou fã (normal) de Star Wars e, depois de ler, bateu aquela vontade de guardar as versões "originais"... Por acaso a lata que você mencionou que contém as versões sem edição, seria esta: http://www.cdpoint.com.br/DVD/HARRISON-FORD-MARK-HAMILL-CARRIE-FISHER-ALEC-GUINN-STAR-WARS-TRILOGY-6PC+++7890552072975-2-2-N.html ?
Abraço!
MATUSALIX, foi essa mesmo que eu comprei, mas muitos fãs psicopatas de "Star Wars" garantem que estes DVDs não trazem a versão ORIGINAL dos filmes do George Lucas, com algumas pequenas mudanças aqui e ali, embora nada tão pesado quanto as alterações digitais promovidas por ele nos anos 90 (adicionando cenários, personagens e bobagens tipo o "Greedo atirou primeiro"). Por via das dúvidas, ainda mantenho minhas velhas fitas VHS dos primeiros "Star Wars", que muitos garantem ser a única versão sem qualquer alteração...
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