sexta-feira, 4 de abril de 2014

DRACULA CONTRA FRANKENSTEIN (1971)


No começo dos anos 1970, Drácula e Frankenstein figuravam entre os monstros clássicos mais adaptados para o cinema: o vampirão já tinha cinco filmes produzidos pela Universal nos Estados Unidos e mais cinco pela Hammer na Inglaterra, enquanto a criatura ressuscitada pelo Dr. Frankenstein aparecera em sete filmes da Universal e outros seis da Hammer. Isso sem contar produções baratas feitas "por fora", tipo o mexicano "Santo en El Tesoro de Dracula" (1969) e o italiano "Lady Frankenstein" (1971).

O próprio Jess Franco já tinha feito uma versão de Drácula em 1969, estrelada por Christopher Lee ("O Conde Drácula", considerado uma das adaptações mais fiéis do livro de Bram Stoker!), quando resolveu juntar as duas criaturas num único filme, DRACULA CONTRA FRANKENSTEIN, de 1971.


Não era algo exatamente original, considerando que a Universal estava filmando "crossovers" entre seus monstros mais famosos desde a década de 40, e no mesmo ano de 1971 o norte-americano Al Adamson lançou uma famosa tranqueira com título e proposta muito semelhantes, "Dracula Vs. Frankenstein"!

Mas, ora bolas, estamos falando de Jesus Franco! Mesmo que a ideia não seja original, é claro que uma versão "Franquiana" para o suposto duelo entre Drácula e Frankenstein será algo... hã... no mínimo diferente - para o bem ou para o mal. E embora DRACULA CONTRA FRANKENSTEIN não seja um dos títulos mais famosos da fase setentista do diretor espanhol, certamente é uma obra bem curiosa e que merece ser conhecida.


Numa época em que os filmes de vampiros produzidos pela Hammer ainda eram bastante populares, com sua alta carga de erotismo e violência, Franco seguiu pelo caminho inverso e puxou o freio de mão no quesito "sexo e sangue". E olha que o território não era desconhecido para o espanhol: além de "O Conde Drácula", ele já havia feito a obra-prima "Vampyros Lesbos", repleta de nudez e erotismo!

O motivo para o velho Jess se conter em DRACULA CONTRA FRANKENSTEIN é que sua proposta era outra: ao contrário do que faziam os filmes da Hammer, ele queria homenagear os clássicos da Universal, tipo o "Drácula" ou o "Frankenstein" de 1931. Não por acaso, seu monstro de Frankenstein é uma cópia cuspida e escarrada da criatura interpretada por Boris Karloff no filme de James Whale - embora aqui numa versão sem orçamento nenhum, é claro.


Além disso, naqueles tempos em que a Hammer conquistava o público com filmes cheios de efeitos especiais e mulher pelada, Franco preferiu fazer um filme mais introspectivo e praticamente sem diálogos: em 78 minutos, conta-se pouco mais de uma dúzia de diálogos, e a maioria deles em "off" (ou seja, foram inseridos na pós-produção).

Como os atores não falam, ou falam muito pouco, eram obrigados a interpretar com a expressão corporal e principalmente com os olhos, que são mostrados em close o tempo inteiro pela câmera de Franco. Isso aproxima DRACULA CONTRA FRANKENSTEIN de uma versão colorizada dos velhos clássicos com vampiros do cinema mudo, tipo "Nosferatu" e "Vampyr" (por mais herético que possa parecer comparar Jess Franco com Murnau e Dreyer).


O roteiro do próprio Franco começa com uma citação do seu escritor fictício preferido, "David H. Klunne" (que vem a ser o próprio Jess). Depois, o Conde Drácula (interpretado por Howard Vernon) ataca uma garota que se preparava para dormir (Anne Libert), numa pequena vila europeia que parece ter parado em algum ponto do século 19.

É quando o médico do povoado, Dr. Jonathan Seward (o argentino Alberto Dalbés), resolve dar um fim na ameaça: antes que anoiteça, ele vai sozinho ao castelo de Drácula, encontra seu caixão numa cripta e enfia uma estaca de madeira em seu coração. Ao invés de virar pó, como todo mundo espera, o finado vampiro regride ao aspecto de morcego! Só não se sabe que fim levou suas roupas...


Parece que temos um final feliz, mas na verdade o filme mal começou: eis que chega à vila o Dr. Frankenstein (interpretado pelo inglês Dennis Price), acompanhado pelo seu fiel ajudante demente Morpho (Luis Barboo). Em mais uma auto-citação de Franco, "Morpho" também era o nome do ajudante do Dr. Orloff em seu clássico "O Terrível Dr. Orloff", de 1961.

Se até então parecia que a história se passava no século 19 - pelo aspecto do vilarejo, pelas roupas e pelo fato de o Dr. Seward deslocar-se numa carruagem -, a chegada de Frankenstein num automóvel provoca uma ruptura, entregando a ambientação contemporânea da trama.


O cientista se muda para o agora desabitado castelo de Drácula, onde monta seu novo laboratório. Pelo pouco que o roteiro sem diálogos entrega, àquela altura ele já criou o seu famoso monstro, e agora pretende dominar o mundo com a ajuda de Drácula.

Afinal, vamos combinar que daria muito trabalho montar novos monstros feitos com partes de cadáveres, enquanto que com um vampiro ao seu serviço ele pode facilmente gerar novos sanguessugas ambulantes para o seu "exército das trevas"!


O primeiro passo do Dr. Frankenstein é ressuscitar o Conde. Morpho vai à cidade e sequestra uma dançarina de cabaré (Josiane Gilbert), que depois tem seu sangue drenado para reviver o vampirão.

A cena é ao mesmo tempo hilária e perturbadora: um morcego vivo (e real!) é mostrado dentro de um jarro de vidro, sendo banhado com sangue falso até praticamente se afogar; num corte rápido, o Drácula de Howard Vernon aparece inteirinho (e com roupas!) no lugar do morcego. Só não se sabe onde foi parar o jarro de vidro, mas é melhor nem perguntar para não parecer uma pegadinha tipo aquela do bambu...


Também não fica muito claro, mas parece que o Dr. Frankenstein arrumou uma forma de controlar o ressuscitado Drácula, e este passa a seguir fielmente as suas ordens, atacando novos inocentes no povoado para a criação do tal exército das trevas.

Quem não gosta muito dessa história é a noiva de Drácula (a portuguesa Britt Nichols, cujo verdadeiro nome é Cármen Yazalde). Ela dormia tranquilamente num caixão próximo sem ser importunada - nem o Dr. Seward, nem o Dr. Frankenstein repararam que havia outros caixões na cripta além do de Drácula! Quietinha no seu canto, a vampirona resolve esperar pelo momento certo para dar o troco no cientista malvado e libertar o amado conde da sua escravidão.


DRACULA CONTRA FRANKENSTEIN está repleto do melhor e do pior de Jess Franco, incluindo aqueles "zooms" mirabolantes em gatinhos, pássaros e detalhes de prédios até a imagem sair do foco, mas sem que isso tenha relação alguma com a trama. E as loooooongas cenas que só existem para encher linguiça e fechar o tempo de um longa, como as intermináveis viagens de carruagem do Dr. Seward até o castelo de Drácula.

Como praticamente não há diálogos e nem conversas entre os personagens, estas cenas longas e arrastadas, somadas ao silêncio da narrativa "introspectiva", acabam se transformando num convite ao sono. Quem não conseguir resistir aos primeiros 20 minutos dificilmente vai aguentar até o final, já que o primeiro diálogo do filme só é ouvido depois de 15 minutos! (Lembro que quando Paul Thomas Anderson fez isso recentemente, em "Sangue Negro", todo mundo achou genial.)


Também há muito para rir na atmosfera pobretona do filme, especialmente na caracterização dos seus dois monstros. O Drácula de Vernon é um dos piores da história do cinema, e isso que o ator geralmente é muito bom (vide sua interpretação no clássico "O Terrível Dr. Orloff", por exemplo).

Aqui, entretanto, ele aparece o tempo todo com os olhos arregalados e a boca aberta, para mostrar os caninos pontiagudos. Sem falar uma única palavra o filme inteiro, Vernon "interpreta" um vampiro patético e nada ameaçador, e cenas como aquela em que mostra a boca suja de sangue após atacar uma vítima só pioram a situação - pois fica parecendo que o ator passou batom vermelho nos lábios!


Mas o monstro de Frankenstein "interpretado" por Fernando Bilbao não é muito melhor: embora roupas, corte de cabelo e até parafusos no pescoço remetam ao monstro que Karloff imortalizou em 1931, a maquiagem aqui é de uma pobreza franciscana, com as "cicatrizes" no rosto costurado da criatura riscadas com caneta no rosto do próprio ator!

E há uma cena digna de Ed Wood quando Morpho é atacado pela vampira em forma de morcego. Inicialmente, vemos o ator segurando o morcego de borracha próximo ao pescoço. Aí parece que o diretor deu um grito alertando que o bicho estava muito parado, e Barboo começa a mexer as "asinhas" dele com os dedos, mas sem sequer se preocupar em disfarçar! Só essa parte já vale o filme, para quem gosta de momentos "quanto pior, melhor".


Por fim, o título DRACULA CONTRA FRANKENSTEIN é uma enganação, já que em nenhum momento o filme mostra Drácula lutando contra os Frankensteins, seja o criador ou a criatura. Os títulos em inglês e francês, que significam "Drácula, Prisioneiro de Frankenstein" em tradução literal, são muito mais condizentes com a trama.

Até porque quem REALMENTE luta contra o monstro de Frankenstein não é Dracula, mas sim um... LOBISOMEM?!? Exato: eis que lá pelas tantas, sem nenhum anúncio, um homem-lobo igualmente mambembe (e interpretado por um anônimo identificado apenas como "Brandy"!!!) aparece lutando pelo lado do Bem, enviado por um grupo de ciganos para ajudar o Dr. Seward no combate aos vilões. É o mais perto de uma luta de monstros que Franco mostra - remetendo ao clássico da Universal "Frankenstein Meets the Wolfman", de 1943.


Assim, com vampiros, Frankensteins (criador e criatura), homem-lobo, um ajudante demente e necrófilo (Morpho aparece abusando rapidamente do cadáver da dançarina) e até uma feiticeira cigana (interpretada por Geniève Deloir), tudo isso no mesmo filme, DRACULA CONTRA FRANKENSTEIN lembra menos os filmes da Universal que Jess tentou homenagear e mais as maluquices do cinema mexicano, que, em aventuras absurdas como "Santo y Blue Demon vs Drácula y el Hombre Lobo" (1973), costumava reunir todo tipo de monstros e personagens exóticos. O clima de vale-tudo aqui é o mesmo, e até parece que algum "luchador" mascarado vai invadir o filme de Franco a qualquer momento!


O lado bom do filme é que Jess não deixa o clima de improviso da obra afetar sua criatividade. O roteiro pode até não fazer sentido algum, mas há elementos bem fiéis à mitologia dos monstros apresentados e outros originais inventados pelo próprio diretor-roteirista.

O Dr. Seward, por exemplo, aqui assume o papel de Van Helsing como nêmesis de Drácula. O personagem já existia no livro de Bram Stoker, onde era o chefe da clínica em que o maluco Reinfield estava internado. Aqui, Seward também chefia uma clínica e cuida de uma jovem paciente, Maria (Paca Gabaldón), que é praticamente uma versão feminina de Reinfield (só não come insetos).


Franco não deixa de criar sua própria mitologia. Além do seu Drácula andar normalmente à luz do sol sem se desintegrar, há uma cena muito interessante em que o Dr. Seward é chamado para examinar uma das vítimas do vampiro. Usando uma lente de aumento, ele enxerga a figura de um morcego na retina da morta (!!!), e neste momento entende que ela está condenada a se transformar numa criatura idêntica. Para destruí-la, ao invés da tradicional estaca no coração, o médico usa um prego enfiado no olho - a mesma maneira de destruir vampiros já apresentada por Jess em "Vampyros Lesbos", onde é a destruição do cérebro, e não do coração, que mata os sugadores de sangue! Fãs xiitas de vampiros certamente vão reclamar, mas eu confesso que achei essa ideia bem legal, e inclusive aproxima vampiros de zumbis, pelo menos na maneira de matá-los (e não são todos mortos-vivos, afinal?).


A trilha sonora de DRACULA CONTRA FRANKENSTEIN poderá soar familiar para fãs da obra de Jess. Isso porque o diretor reaproveitou uma música composta por Bruno Nicolai para o anterior "Santuário Mortal" (1969), aquela que toca nas cenas em que o Marquês de Sade, interpretado por Klaus Kinski, aparece na prisão.

O curioso é que a referida música funciona muito melhor aqui do que no outro filme, então sua reutilização não soa tão ruim. Outras partes da trilha foram compostas pelo colaborador habitual Daniel J. White (que também aparece numa ponta como o dono do cabaré).


Se os monstros principais aparecem mal-caracterizados, pelo menos Franco contou com dois ótimos atores para fazer os médicos em lados opostos, Dalbés como o bonzinho Dr. Seward e Price como o malvado Dr. Frankenstein. Infelizmente, faltou um confronto entre eles. Eu até desconfio que suas cenas foram filmadas em locais e épocas diferentes, já que Dalbés e Price nunca dividem o mesmo take.

No caso de Price, vale ressaltar que o ator estava em fim de carreira e cada vez mais entregue ao alcoolismo. É visível, em todas as suas aparições, que ele mal consegue ficar de pé e precisa se apoiar em paredes ou objetos de cena. Achei que fosse por problemas de idade, mas o próprio Franco disse, numa entrevista, que Price começava a tomar brandy logo que acordava, às seis da manha, e ao meio-dia já estava se arrastando, completamente mamado!


DRACULA CONTRA FRANKENSTEIN foi filmado parte na Espanha, parte em Portugal. Nesse último foram usadas belíssimas locações históricas, com o Museu-Biblioteca Condes de Castro Guimarães, em Cascais, virando a clínica do Dr. Seward, e o velho Castelo dos Mouros, em Sintra, se transformando na morada de Drácula.

Quando viajei para Portugal, alguns anos atrás, passei por estas duas cidades e vi os cenários in loco. Felizmente, não encontrei nem Drácula e nem Frankenstein por lá; infelizmente, não encontrei nem a Britt Nichols!

O Castelo de Drácula no filme e o dos Mouros em 2009

A clínica do Dr. Seward e a fonte do museu em Cascais

Por falar em Britt Nichols, muitos fãs da atriz (e do cinema safado de Franco) ficarão decepcionados com o fato de ela não aparecer nua aqui, embora faça isso com frequência em outros filmes do diretor. A bem da verdade, não há uma única cena de nudez no filme inteiro, e o máximo de safadeza é um número de dança no cabaré - mas também sem mostrar nada!

Pela curta duração do filme (78 minutos), muitos pesquisadores argumentam que deve existir alguma versão de DRACULA CONTRA FRANKENSTEIN com cenas de nudez e/ou sexo, que teriam sido cortadas na montagem atualmente em circulação.

O fato de o filme ser co-produzido por Robert de Nesle, que adorava enxertar cenas de sexo (até explícito!) nas obras de Jess que bancou, reforça essa possibilidade. Esperemos, portanto, que qualquer dia apareça uma versão alternativa em que as vítimas de Drácula e a prórpia Britt estejam nuas.


Hoje, a única versão diferente existente é a norte-americana, em que foram inseridos vários diálogos em off nas cenas originalmente silenciosas, para tentar explicar melhor a história - e, quem sabe, quebrar aquele climão introspectivo do original.

O mais engraçado dessa montagem ianque é que os caras chegaram a incluir um letreiro narrado, NO MEIO DO FILME, como se fosse um trecho do diário do Dr. Frankenstein, recapitulando tudo que aconteceu na trama até então (imagem abaixo)! Este trecho aparece como extra no DVD importado do filme.


No ano seguinte (1972), Jess lançaria mais dois filmes envolvendo Drácula e Frankenstein. São eles "La Fille de Dracula" e "La Maldición de Frankenstein" (também conhecido como "Les Expériences Érotiques de Frankenstein"!!!).

O fato de quase todos os atores deste aqui reaparecerem em um deles ou em ambos - Britt Nichols, Anne Libert, Alberto Dalbes, Fernando Bilbao, Howard Vernon, Luis Barboo e até Dennis Price, novamente como Dr. Frankenstein! - pode sinalizar que eles foram feitos às pressas (ou improvisados) durante ou logo depois das filmagens de DRACULA CONTRA FRANKENSTEIN!


Este aqui, entretanto, é o melhor da "trilogia", mesmo com seus diversos problemas. Sem a putaria habitual de Franco, e com menos das suas doidices estéticas e narrativas, também é um dos seus trabalhos mais fáceis de acompanhar, principalmente para quem não é muito chegado no estilo do diretor - desde que sobreviva ao clima lento e quietão do filme.

Mas, obviamente, a "homenagem aos clássicos da Universal" não foi bem recebida na época do seu lançamento, quando eram os vampiros e Frankensteins da Hammer que ditavam as tendências. Bastante criticado na época, DRACULA CONTRA FRANKENSTEIN só começou a ser reavaliado mais recentemente, e há até quem considere uma contribuição bem decente à filmografia destes personagens.

Digamos que, em tempos de "Crepúsculo" e "Frankenstein: Entre Anjos e Demônios", os monstros à moda antiga de Jess Franco nunca pareceram tão bons - por mais pobretões e mambembes que sejam!


DRACULA CONTRA FRANKENSTEIN em 2 minutos!



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Dracula Contra Frankenstein/ 

Dracula, Prisoner of Frankenstein
(1971, Espanha/França/Portugal/Liechtenstein)

Direção: Jess Franco
Elenco: Dennis Price, Alberto Dalbés, Howard Vernon,
Britt Nichols, Paca Gabaldón (aka Mary Francis), 

Geniève Deloir, Luis Barboo e Fernando Bilbao.

6 comentários:

Anônimo disse...

Preciso deixar registrado aqui o quanto é intrigante para um homossexual como eu se aventurar por esses filmes para doidos que são repletos de donzelas nuas tentando provocar alguma coisa: no caso, sem sucesso D: kkkkkkkkkkk Abraço, Guerra

ganhar curtidas facebook disse...

Muito bom o post vou sempre visitar seu blog !!

Khalil disse...

Interessante o codinome do ator (hahaha) que interpreta (hahaha) o Lobisomem ser o da bebida preferida do Price...

spektro72 disse...

mais um inedito para mim,mestre ! eu achei interessante trama dele mesmo com pouquissimos dialogos.. eu mesmo adoro filmes de vampiros não importa qual seja a trama ,pois sou fascinado por este tipo de genero é claro !os filmes antigos .não estas porcarias de hoje como " SAGA: CREPUSCULO" Argh!!!quem sabe um dia eu compre este filme ou ele chegue aqui no Brasil,hein ???
uma pergunta que não quer calar "Cadê as mulheres peladas do filme,cadê ????"
otimo post! estou aguardando aqueles que conheço para comentar com as minhas analises idiotas e informaçoes bobas.
Um Abraço de Spektro 72

Anônimo disse...

Vou procurar esse filme. Eu conheço poucas obras do Jess Franco.

Rafael

Leonardo Peixoto disse...

Imagino como seria um filme assim feito em Hollywood : haveria um duelo de verdade entre Drácula e Frankenstein , o Dr Jonathan Seward tem que relutantemente confiar no lobisomem para deter ambas as ameaças e um gancho no final abre caminho para uma sequencia ! Mas provavelmente não chegaria aos pés da obra de Jess Franco !