quinta-feira, 15 de novembro de 2012

ANJO DA DESTRUIÇÃO (1994)


Hoje a garotada vê coisa bem pior no X Videos ou no RedTube, mas o moleque pré-internet do começo dos anos 1990 precisava se contentar com as cenas sensuais, nada explícitas e cheias de cortes da extinta Sexta Sexy (depois Cine Privê). Os "erotic thrillers" e "filmes de ação sensuais" exibidos nesta saudosa sessão da TV Bandeirantes criaram todo um "star system punhetístico" para os moleques brasileiros, formado por musas como Shannon Tweed, Julie Strain e Delia Sheppard.

Estas e outras menos conhecidas davam o ar da graça toda semana na telinha da Band, com pouca ou nenhuma roupa, e o garotão impúbere tinha que criar mil estratégias para assistir os filmes de putaria na sala de casa sem que os pais percebessem. Bons (e ingênuos) tempos...


Os nobres leitores (e leitoras) do FILMES PARA DOIDOS devem ter suas próprias estrelinhas da Sexta Sexy, mas a minha musa desses tempos atendia pelo nome de Maria Ford. Sabe aquele porre de música do "Ai ai ai ai! Assim você mata o papai!"? Pois a letra poderia muito bem ter sido escrita para ela.

Maria era um fetiche ambulante: loira falsa com boca carnuda, corpo escandaloso de boneca Barbie e um par de belíssimos peitinhos (aparentemente) sem silicone. Reza a lenda que um tal de Quentin Tarantino também a elegeu sua "B actress" favorita. E, antes de atuar, Maria era showgirl (nome chique para "stripper") em Las Vegas.


A musa loira fez mais de 50 filmes, e até meados de 1998 o nome "Maria Ford" na capinha da fita (ou DVD) era garantia de que haveria cenas calientes e o belo corpo desnudo da moça em pelo menos 30% do tempo de projeção. Alguns belos exemplos que comprovam essa teoria são "Slumber Party Massacre 3", "Deathstalker 4", "Roedores da Noite" e "Stripteaser". Depois de 1998, ela ficou "séria" e praticamente parou de tirar a roupa, aparecendo em produções infantis como "Beethoven 5" ou seriados inofensivos na TV. Bah

Portanto, se você quiser ver uma das produções menos comportadas da musa, para poder examinar os seus "atributos artísticos" em detalhes, fica como dica do FILMES PARA DOIDOS um dos seus grandes clássicos: ANJO DA DESTRUIÇÃO. Uma das tantas podreiras exibidas na Sexta Sexy, esta produção também é divertida como filme de ação classe C, para aqueles que não gostam tanto de mulher. E pode ser resumida nas seguintes palavras: heroína luta pelada. Sério.


Eu puxei ANJO DA DESTRUIÇÃO dos labirintos da minha memória porque, recentemente, um distinto leitor perguntou, nos comentários da minha resenha sobre "Desejo de Matar 5", qual era o filme em que uma loira gostosa aparecia lutando pelada. Sempre que falam em "gostosa lutando pelada", lembro imediatamente de três filmes: "TNT Jackson", onde a lutadora peladona é negra; "Silk 2 - A Desforra", onde a lutadora peladona é a ruiva Monique Gabrielle, e este ANJO DA DESTRUIÇÃO, onde a honra cabe a Maria Ford, de peitos de fora e calcinha minúscula atolada na bunda. Parece que o filme da pergunta não é nem um dos três, mas o que vale é a intenção.

E vamos combinar que assim fica fácil para vencer uma luta contra qualquer homem: a última coisa em que pensariam os rivais de uma gostosa lutando pelada seria se defender dos golpes; eles querem mais é ficar olhando para aquele espetáculo de mulher antes de serem nocauteados!


ANJO DA DESTRUIÇÃO se passa no Havaí filmado nas Filipinas (!!!), e começa com um sujeito de quase dois metros (Jimmy Broome, único filme) entrando num hotel acompanhado de uma prostituta que tem metade da sua altura. Eles vão para o quarto, a moça fica de topless e o gigantão diz que esqueceu algo no carro e já volta. "Não demore muito", ronrona maliciosamente a puta de topless.

O sujeito sai do quarto, mas não vai até o carro. Ele entra num quarto próximo, onde detona uns cinco ou seis caras armados apenas usando golpes de artes marciais, e ainda atira o último que sobra pela janela, depois de dizer algo como: "Você deixou minha unidade em Angola, e eu não gostei disso". O lance de Angola nunca se justifica, mas depois de atirar o cara pela janela, o gigante volta para o seu quarto, faz a prostituta vestir-se de noiva e a mata


Corta para uma detetive machorra, vestida como Tom Cruise em "Top Gun" (com óculos escuros e jaqueta de couro marrom cheia de emblemas bordados), chegando num outro hotel de quinta categoria, dessa vez para resgatar uma menina que foi sequestrada para abastecer o lucrativo mercado de escravas brancas.

A moça é boa de briga e também arrebenta uns quatro ou cinco caras na porrada. Um deles, que parece ser o chefão, leva golpes no nariz e no saco, e ainda precisa ouvir uma gracinha da lutadora: "O nariz quebrado é pela garota que você sequestrou, mas a vasectomia é de brinde!". Cara, quem escreveu esse roteiro, e por que ele nunca ganhou nenhum Oscar?


A detetive valentona é Brit Altwood, interpretada por Charlie Spradling. Ela tem certo culto no cenário independente porque apareceu num monte de porqueira, mas também caiu nas graças de um certo David Lynch e conseguiu participações num episódio de "Twin Peaks" e no longa "Coração Selvagem". Li em algum lugar que Charlie seria originalmente a protagonista de ANJO DA DESTRUIÇÃO, mas ela não quis aparecer pelada, por isso perdeu o papel para Maria Ford - que tirava a roupa quase automaticamente quando o diretor gritava "Ação!".

O engraçado é que Charlie ficou cheia de pudores aqui, mas fez cenas de nudez em praticamente todos os seus outros filmes! Bem, quem ganha é o espectador: Maria Ford é muito mais gostosa que Charlie Spradling. E se você quiser ver a Charlie Spradling pelada, basta assistir filmes como "O Mestre dos Brinquedos" ou "Seduzida pelo Horror".


Voltemos ao filme: parece que Brit é o "Anjo da Destruição" do título, certo? Mas então cadê a Maria Ford? Calma, calma, já chegamos lá! Porque nossa aventura de repente corta para um show de pop rock com uma cantora "escandalosa" tipo Madonna. A diferença é que Madonna não ficava cantando de lingerie e peitos de fora, mesmo na sua fase mais polêmica. E isso, acredite ou não, acontece aqui, quando somos apresentados à estrela do rock peladona Delilah (Jessica Mark, único filme).

Claro que se o seu ramo de negócio é cantar pop rock de lingerie e peitos de fora, o assédio dos pervertidos deve ser bem comum. O problema é que Delilah atrai as atenções justamente daquele "psicopata gigante matador de prostitutas vestidas de noiva que não gostou de ter sua unidade abandonada em Angola", lembra? E o sujeito presenteia sua roqueira de topless preferida com o dedo decepado da puta do hotel! Digamos que não é uma bela forma de começar uma relação.


No dia seguinte, Delilah procura a detetive Brit para contratá-la como guarda-costas. Ela não confia na polícia e quer uma gostosa guardando as suas costas (e demais partes do corpo). Mas não malicie as coisas, porque isso nem chega a acontecer: é só a roqueira sair do escritório de Brit que aparece por lá o tal fã psicopata.

Ele mata a detetive a pancadas, e é um autêntico cavalo, porque bate pra cacete na pobre da garota! Mas dá azar porque a moça tem uma irmã, a policial disfarçada Jo, que é interpretada por... eba!... Maria Ford!!!


O engraçado é que quando Jo aparece pela primeira vez, ela está na cena do crime daqueles caras e da puta que o psicopata gigante matou no hotel no começo do filme, lembra? O problema é que, a essas alturas, nós já estamos no DIA SEGUINTE aos acontecimentos mostrados no começo do filme! Mas, ao que parece, a polícia só chegou à cena do crime 24 horas depois. E isso que um cara foi atirado pela janela! Lenta, essa polícia do Havaí...

Jo tem um namorado também policial, Aaron (Antonio Bacci, único filme, e com um bigodinho de ator pornô!). Investigando a relação entre esses crimes todos, a dupla descobre que o dedo decepado que Delilah ganhou de presente pertencia à puta morta no hotel, e que o anel que adorna o membro decepado contém o mesmo símbolo da fachada de um bar barra-pesada da cidade. Hã?!? Peraí, isso era para fazer sentido? Provavelmente não, mas a história tinha que andar de alguma maneira, né não?


Aí Jo e Aaron vão até o tal bar em busca de pistas, e o lugar é frequentado por mercenários dos mais filhos da puta - tipo, eles têm metralhadoras penduradas nas paredes e se divertem atirando facas em alvos. É claro que o "interrogatório" dá errado e a dupla de policiais precisa sair na porrada, assim podemos ver Maria Ford em ação pela primeira vez (ela sabia um tantinho de artes marciais na vida real).

Vamos combinar que é hilário ver uma loira gostosa como Maria Ford distribuindo pancadas e nocauteando uns caras com o dobro do tamanho (e dos músculos) dela. Entretanto, como bem observou um gringo que comentou sobre este filme no IMDB, as lutas são muito mais convincentes do que as mostradas em "As Panteras". Ele tem razão.


Não demora para Jo e Aaron descobrirem que o "psicopata gigante lutador de artes marciais etc etc etc" é Robert Kell, um super-mercenário que, por algum motivo ignorado, passa o resto do filme matando prostitutas vestidas de noiva e "stalkeando" Delilah.

E olha que ele nem é o único problema da "cantora": seu empresário, um tipo mafioso, está perdendo rios de dinheiro com o fracasso comercial da moça (vai ver sua música não funciona se ela não estiver cantando ao vivo de topless), e resolve mandar seus capangas para matá-la, assim embolsará a grana do seguro. Faz sentido? Não. Mas o filme ficaria muito chato se Maria Ford passasse os 90 minutos apenas atrás do psicopata gigante, portanto deram-lhe mais um punhado de capangas anônimos para surrar e encher de tiros.


Isso conduz à cena que faz ANJO DA DESTRUIÇÃO valer o preço da locação, ou o tempo investido: aquela em que os tais capangas do mafioso invadem a mansão de Delilah à noite para dar um fim na cantora. Só que a guarda-costas Jo está pronta para proteger sua cliente, mesmo que seja vestindo apenas uma calcinha atolada na bunda, porque ela acabou de acordar e, ao contrário de Monique Gabrielle em "Silk 2", não tem tempo de vestir sequer um roupão para enfrentar os malvados.

Cara, podem me chamar de pervertido, de imaturo, mas ver uma gostosa peladona surrando um bando de marmanjos é uma daquelas coisas que me faz acreditar no termo "magia do cinema". Afinal, este não é o tipo de coisa que você verá algum dia na vida real!


A crítica especializada babou ovo para David Cronenberg (que novidade!) na época de "Senhores do Crime" (2007), dizendo que a cena em que o Viggo Mortensen lutava completamente pelado contra inimigos armados com facas era genial porque "representava toda a vulnerabilidade do protagonista", e aquele "bla-bla-bla" pseudo-cinéfilo de sempre.

Ora, pois ANJO DA DESTRUIÇÃO fez a mesmíssima coisa 13 anos antes e ninguém deu bola. E entre o pau mole do Viggo Mortensen no filme do Cronenberg e a Maria Ford de topless e calcinha atolada na bunda aqui, é claro que fico com essa última! Fodam-se o Cronenberg e o pau mole do Mortensen!


Obviamente, ANJO DA DESTRUIÇÃO não é, nem com muita generosidade, um bom filme. Mas nem precisa ser: ele tem Maria Ford no elenco. E pelada. E lutando pelada. E, quando não está pelada, está vestindo roupas dignas de sex shop ou stripper, embora seja uma policial. Seu figurino se resume a umas mini-blusas deixando meio seio à mostra e umas calças tão grudadas no corpo que parece que vão rasgar a qualquer movimento brusco.

Aliás, no quesito "safadeza" o filme não nega fogo. Praticamente todas as atrizes aparecem peladas (menos a regulona da Charlie Spradling). Maria Ford tem uma cena de sexo com Antonio Bacci cheia daquelas caras e bocas típicas dos filmes da Sexta Sexy, e, lá pelas tantas, é obrigada pelo vilão a fazer um striptease em público, caso contrário ele matará uma refém. Claro que isso é mera desculpa para mais sacanagem, e para Maria Ford relembrar seus tempos de stripper em Las Vegas, numa cena sem qualquer fundamento narrativo, mas de-li-cio-sa!


E tem ainda os videoclipes safadinhos da roqueira Delilah com sua amante lésbica Reena (Chandra Fayme), sempre repletos de topless e fetichismo sadomasoquista, parecendo uma sátira ao que Madonna fazia na época (e uma espécie de preview do que Lady Gaga faria quase duas décadas depois).

Enfim, é tanta mulher pelada e nudez gratuita que até quem gosta muito da coisa vai se pegar reclamando: "Mulher pelada DE NOVO?". Não que eu esperasse algo sério ou digno de Shakespeare quando assisti isso. Quer dizer, volte lá para o topo da resenha e dê uma boa olhada na capinha da bagaça: quem em sã consciência veria um filme com essa capinha em busca de um roteiro complexo e de boas interpretações? Talvez os mesmos que mentem dizendo que compram a Playboy só para ler as entrevistas...


Mesmo que você seja menina, ou daquele tipo que tem nojinho de mulher, o filme continua funcionando por outro ângulo: é tão ruim e absurdo, com cenas de ação que não convencem (tipo uma gostosa surrando dezenas de mercenários valentões) e diálogos toscos, que provoca acessos de gargalhadas involuntárias com bastante frequência.

Além das lutinhas com roupa e sem, Maria Ford também demonstra ser muito boa de tiro, naquelas típicas cenas exageradas à la John Woo em que a heroína dispara de cinco a sete tiros num único vilão, apenas pelo mórbido prazer de explodir "squibs" cheios de sangue no peito dos atores.


ANJO DA DESTRUIÇÃO é uma co-produção EUA/Filipinas realizadas por dois nomes bem conhecidos do leitor do FILMES PARA DOIDOS: Roger Corman e Cirio H. Santiago (o mago das aventuras filipinas baratas). Só por aí, você já pode ter uma bela ideia do que vem pela frente.

O curioso é que o filme é uma espécie de remake (ou "reboot", o termo da moda) de outra aventura produzida pela mesma dupla apenas dois anos antes, "Fúria Sangrenta" (Black Belt, 1992). Tanto original quanto "remake" foram escritos e dirigidos pelo mesmo Charles Philip Moore, mas em "Fúria Sangrenta" era Don "The Dragon" Wilson que fazia o papel de protetor de uma rockstar contra um karateka psicopata interpretado por Matthias Hues. E Wilson não lutava pelado em nenhuma cena (ainda bem!!!).


Os dois filmes dividem até diálogos exatamente iguais, e a única razão para ANJO DA DESTRUIÇÃO existir foi o desejo de colocar uma gostosa pelada no lugar de um cara, pois o resto é exatamente igual. Por mais que eu goste do "The Dragon" Wilson como lutador, confesso que prefiro Maria Ford no lugar dele - e a comparação entre eles é injusta por fatores bem óbvios.

Por conseguinte, eu recomendo ANJO DA DESTRUIÇÃO para aquele público que adora ver aventuras classe B (ou C) cheias de tiros e explosões, mas que estão cansados de ver marmanjos fortinhos sem camisa, tipo Dolph Lundgren e Van Damme, no papel principal. Aqui, você encontra Maria Ford sem camisa no mesmíssimo papel. E acredite: faz toda a diferença!


Além disso, o vilão gigantesco interpretado por Jimmy Broome é bem decente: o cara passa uma sensação de selvageria, descontrole e periculosidade como poucos vilões de filme B, sempre enchendo suas vítimas de violentas pancadas (mesmo quando são mulheres!), e no final ainda dá uma de Jason, lutando normalmente com a mocinha mesmo quando toma três tiros nas costas - e parece nem sentir!

O resto é resto, com uma historinha mequetrefe dando a liga para as pancadarias e tiroteios, e situações que nem sempre convencem. Mas é tanto peito e bunda na tela que você nem vai perceber o tempo passar. E pode até esquecer sobre o que era o filme meia hora depois de assisti-lo, mas certamente jamais vai esquecer da cena com Maria Ford lutando pelada com a calcinha atolada na bunda!

 "Ai ai ai ai! Assim você mata o papai!"...


Trailer de ANJO DA DESTRUIÇÃO



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Angel of Destruction (1994, EUA/Filipinas)
Direção: Charles Philip Moore
Elenco: Maria Ford, Antonio Bacci, Jimmy Broome,
Jessica Mark, Charlie Spradling, Chandra Fayme, Jim Moss,
Bob McFarland e Timothy D. Baker.

30 comentários:

Anônimo disse...

Sou fã da Maria Ford. A filmografia dela é repleta de filmes tão fuleiros como esse. O corpão dela no filme "O Inominável 2" (que por sinal é uma tralha mais destramblehada que Anjo da Destruição) me faz agradecer a Deus por ter sido adolescente durante os anos 90.

Thiago

J. Verneti disse...

Guerra, lendo a resenha lembrei que a pornstar Tracy Lords se aventurou também pelo cinema de ação direct to video nos anos 90.
Ela protagonizou o "Caçada pela Máfia", onde interpreta uma ladra de pedras preciosas, e um outro, o qual não me recordo o título, em que faz uma policial durona enfrentando um traficante de drogas. O clímax do filme se dá em uma perseguição de carro, onde a personagem sai do veículo, depois de capotar, com o rosto ensaguentado e apontando uma escopeta para o vilão.
Era exibido pela Sessão das Dez do SBT,lembra desse?


laurindo big boss disse...

Laurindo Big Boss: Pois é Felipe, bons tempos aqueles em que a nudez destas atrizes(??), dos filmes B, tinha como apelo principal, ferver os hormônios de uma geração adolecente, com uma apelação minimamente divertida.Mais uma boa resenha do amigo...valeu! Um Abraço Laurindo Junior.

D Evil disse...

"Fodam-se o Cronenberg e o pau mole do Mortensen!"

É isso aê, concordo 100% contigo, Guerrinha! Abaixo o pau mole, úúúúúúúúúú!!! ):={
Dá um soquinho aqui na minha mão, parceiro!


E viva o pau duro, vivaaaa!!! A gente queria é ver aquele martelão nórdico em riste, Mr. Cronenblergh! Redima-se botando o Bob Pattinsão em pêlo em seus filmes , bitch!!!

Anônimo disse...

Eu já me lembro mais do "Cine Privê" do que o "Sexta Sexy". E uma atriz que me marcou dessa época foi Shannon Whirry com os seus peitões em thriller´s como "Instinto Animal" e "Corpo Indecente".
Eu babava com aqueles peitos.

Paulo Geovani

spektro72 disse...

descobri "MARIA FORD" ha um tempo quando comprei 2 VHS que tinha ela nome dela na capa os dois filmes são estes " O Inominavel 2 - O Retorno " & "Morella -O Espirito Satanico" este segundo filme eu comprei por causa da falecida Atriz Lana Clarkson que era muita linda ( infelizmente assassinada de maneira covarde e interrompendo de maneira precoce sua carreira ) tenho os dois filmes dela como a" Conan de Saias" " A Rainha Guerreira & O Imperio do medo ", nosso mestre continua nos surpreendendo com estes filmes esquecidos pelo o tempo com texto de facil leitura ,parabens por mas este post ,vos so esqueceu de mencionar que este filme saiu em VHS pela extinta LLOYDS VIDEO na decada de 90.Pergunta alguem sabe daquele filme da mulher nua lutando ? O Misterio Continua ?????
abraço de Spektro 72

Anônimo disse...

Já que o filme da loira lutando nua mesmo (sem calcinha sem nada) ainda não foi encontrado, esse da Maria Ford (gostosa demais!!) já serve.

Citaram em tópicos anteriores o filme "O Inominável 2". Esse filme é a típica produção feito apenas com um propósito: mostrar a Maria Ford pelada. hehehehe

Rafael

Unknown disse...

Maria Ford era um monumento de mulher. Eu comprei o DVD do filme "Ringue de Fogo" quase exclusivamente por causa dela.

Falando em nudez no cinema, é bom lembrar que o Felipe também mostra a bunda no filme "Canibais e Solidão".

Anônimo disse...

E falando em gostosas dos anos 90, a Julie Strain dublou a protagonista gostosa da animação "Heavy Metal 2000". Aliás... Bem que alguém com colhões poderia investir em uma versão live action da Heavy metal, bem como deve ser, proibida para menores de 18 anos.

Joaquim B. Silva disse...

(Falando em nudez no cinema, é bom lembrar que o Felipe também mostra a bunda no filme "Canibais e Solidão")

Credo!!! Deus me livre!
Felipe, por quanto está vendendo o filme? Tem making-of?

Felipe M. Guerra disse...

JOAQUIM, eu não estou mais vendendo o DVD de "Canibais & Solidão". Estou fazendo uma director's cut dele, inclusive colocando uma cueca em CGI para cobrir minha bunda na cena polêmica que foi aqui relembrada.

J. Luca disse...

Tava rolando um papo de uma versão feminina de Os Mercenários e parece que Maria Ford encaixa-se com todos os quesitos e louvores para um dos papeis dessa possível produção (rs). Não seria nada mal, não é mesmo?

Excelente resenha Guerra!

Scarecrow disse...

Só porque aparece a Maria Ford gostosona na capa, a locadora onde eu alugava mantinha esse "Anjo da Destruição" na estante dos filmes pornô.

henrique rasaif disse...

HENRIQUE RASAIF:Lembro que via o cine privê toda semana e achava que era o único que assistia,um dia comentei com um colega e ele disse que via sempre,depois descobri que toda quarta série via em peso a sessão no sábado e na segunda feira o primeiro assunto do final de semana era qual emanuelle tinha passado.

henrique rasaif disse...

bons tempos do cine privê

D Evil disse...

Foda-se a Maria Ford! NÓIS QUÉ É A BUNDA MURCHA DO FELIPE!!!!! (:OP

Anônimo disse...

Maria Ford é musa. Valeu, cara, por resgatar essa pérola!

jota jornaleiro disse...

cara
eu to muito agradecido por vc ter este blog
a anos que eu leio suas postagens
vou fazer um blog igual ao seu mas sem te quibar e centrado em desenhos em sua homenagem

Jaws disse...

Felipe,compartilhei o seu link no meu blog,sera que você não quer dar um força e colocar o do meu blog aqui no seu rsrsrsrs.Muitos filmes que colocarei estou tirando inspiração daqui,mesmo que não coloque obrigado desde já!
www.filmessegregados.blogspot.com

Lionel Ritchie disse...

tem a reiko ikke lutando pelada também, mas todo mundo já deve conhecer esse classico:
http://www.youtube.com/watch?v=b7vfqSgXwfU

Daniel Dutra disse...

Fui ler sobre Maria Ford no imdb e me deparei com essa frase dita por ela:

"I'm willing to take my clothes off for 10% of a film so I can act in the other 90%."

[Estou disposta a tirar minhas roupas nos 10% de um filme para poder atuar nos 90% restantes]

Isso é que é amor a arte, hahahahah

Oficial de Ciências disse...

Grande Felipe!

Cara eu curti muito este filme naquela época, quando vi exatamente naquele programa :D

Sexta Sexy era fatal! Eu tinha a desculpa de arrastar a tv para o quarto para jogar Atari, e eu até que virava mesmo a noite jogando mas o horário da Sexta Sexy era sagrado.

Grande postagem! :D

Bruno disse...

Não tem como não ler os primeiros dois parágrafos do texto, sem soltar um sorriso. E pior que a gente fazia de tudo pra ver.

elemesmo disse...

"A crítica especializada babou ovo para David Cronenberg (que novidade!) na época de "Senhores do Crime" (2007), dizendo que a cena em que o Viggo Mortensen lutava completamente pelado contra inimigos armados com facas era genial porque "representava toda a vulnerabilidade do protagonista", e aquele "bla-bla-bla" pseudo-cinéfilo de sempre.

Ora, pois ANJO DA DESTRUIÇÃO fez a mesmíssima coisa 13 anos antes e ninguém deu bola. E entre o pau mole do Viggo Mortensen no filme do Cronenberg e a Maria Ford de topless e calcinha atolada na bunda aqui, é claro que fico com essa última! Fodam-se o Cronenberg e o pau mole do Mortensen!"

O Schwarzenegger já tinha lutado em uma sauna naquele "Red Heat" (1988), MAS É CLARO QUE A MARIA FORD SEM ROUPA É MUITO MELHOR.

Vitor Vicente disse...

Seguindo essa linha de filmes toscos da Band, tem um que o cara é abduzido por ETs e volta com a capacidade de fazer sexo por telepatia. Alguém sabe o nome desse filme ou tem alguma informação à respeito?

Vitor

Lionel Ritchie disse...

http://www.youtube.com/watch?v=Vqfe5P4m-s4

outro clássico com loira pelada lutando é o firecracker.

Takeo Maruyama disse...

Felipe, não li esse comentário da dúvida do leitor na resenha do "Duro de Matar 5", mas eu tenho um palpite, já que nenhum desses que você lembrou parece ser o filme da loira pelada que o cara perguntou.

Tem uma produção de Hong Kong estilo CAT III chamada "Escape From Brothel" cuja cena mais famosa é a luta da Sophia Crawford PELADONA contra Billy Chow. A única versão em DVD que eu conheço tem essa cena meio resumida, mas especialistas dizem que na cena original dá pra ver até os lábios vaginais da loira durante a luta, visto que ela dá altos chutes em Chow. Procurei essa cena em vários lugares, do Youtube ao XVideos, mas nunca achei nada fora algumas fotos. Mas tem um trecho dessa cena no documentário "Top Fighter 2 - Deadly China Dolls" que tem no CG (http://cinemageddon.net/details.php?id=88685).

A propósito, eu vi agora no CG que há alguns meses atrás postaram um VHS-Rip uncut desse filme (http://cinemageddon.net/details.php?id=122809). Estou baixando agora pra conferir!

Anônimo disse...

A Maria Ford se encaixaria numa versão feminina de Os Mercenários.... o problema é que vocês não viram ela hoje em dia... ela tá parecendo um Travesti. Talvez deva ter feito muita plástica no rosto. Ou encheu com tanto botox que ficou esquisita.

Na época desse filme (Angel Of Destruction) ela ainda tava gatona. Mas hoje em dia, numa versão feminina de "Os Mercenários", ela causaria uma reação no público masculino parecida com a reação que o Van Damme causou no público feminino nos Mercenários 2 (onde o Van Damme teve que lutar nas sombras contra o Stallone porque a cara dele tá TODA CAÍDA, kkkkkkkkkk, o cara tá parecendo ter 70 anos de idade), porque vocês acham que o Van Damme usou óculos escuros praticamente o filme inteiro?



Night Owl.

jonathan ribeiro disse...

Eu acho que só mais novo que a galera em geral aqui,por isso só peguei a fase do cine privê e apesar de ter muitas gostosas,não vi nenhum filme de ação.

Adrianowsky disse...

Provavelmente não seja esta a cena, até porque ela foi cortada da versão final do filme, mas esse chute de mini-saia sem calcinha da Elizabeth Berkley que chega a balançar as beiçolas é imperdível.

http://www.cathyplus.com/?p=4773