segunda-feira, 29 de outubro de 2012

CASSINO ROYALE (1954)


Fazia um bom tempo que não se falava tanto em James Bond quanto nesses últimos dias e semanas. É um tal de "50 anos de 007" pra cá, novo filme do "James Bourne" Daniel Craig pra lá, e, como sempre, pouquíssimos jornalistas (e blogueiros) foram a fundo e lembraram de citar que a estreia de Bond nas telas na verdade foi há 58 anos, e não 50. Ainda que, nesse caso, as telas fossem as "telinhas" dos televisores norte-americanos, e não as telonas dos cinemas mundiais.

Pois foi com CASSINO ROYALE, adaptação do livro de Ian Fleming para um episódio do seriado de TV "Climax!", que nosso amado espião mulherengo e mortal ganhou sua primeira versão "live action", e isso lá em 1954, quando Sean Connery ainda era um mero figurante no cinema inglês e Daniel Craig sequer tinha nascido (o que aconteceria apenas 14 anos depois, em 1968).


O livro "Cassino Royale" é a primeira aventura literária do espião inglês James Bond, do Serviço Secreto de Inteligência (MI6), cujo nome de código, "007", significa que tem licença para matar. Foi publicado no Reino Unido em abril de 1953 e logo virou um sucesso de vendas. Mas o mesmo não aconteceu nos Estados Unidos, onde a obra foi publicada no ano seguinte, com uma recepção bem tímida e meras 4.000 cópias vendidas em um ano inteiro.

Entretanto, o autor Fleming já pensava grande. Em 1954, Bond já estava em seu segundo livro ("Viva e Deixe Morrer"), e seu criador teve inúmeras reuniões com produtores para tentar levar o personagem ao cinema, onde acreditava que ele teria um grande futuro (pense num visionário).

Infelizmente, ninguém queria bancar um filme de 007 naquela época, e imagine o arrependimento dessas pessoas se pudessem ver o futuro. Os únicos interessados no espião eram os executivos de um canal de TV norte-americano, a CBS. Eles produziam um seriado chamado "Climax Mystery Theater", ou simplesmente "Climax!", que consistia em episódios de no máximo 50 minutos, contando histórias de espionagem e suspense representadas ao vivo (isso mesmo, AO VIVO!).

"Climax!" estreou em 7 de outubro de 1954 com "The Long Goodbye", baseado num livro de Raymond Chandler, e já nesse primeiro episódio aconteceu um furo que entrou para os anais da história da TV ao vivo mundial: no meio da trama, o ator Tristram Coffin, que interpretava um cadáver, simplesmente levantou-se e caminhou para fora do cenário, ignorando que ainda estava dentro do ângulo da câmera, para a surpresa dos telespectadores!


Duas semanas depois, em 24 de outubro de 1954, seria exibido o terceiro episódio do seriado e a primeira aventura de James Bond fora dos livros de Ian Fleming (além, é claro, da primeira das três adaptações de "Cassino Royale", que depois foi transformado em comédia em 1967 e em "reboot" da franquia 007 em 2006).

Diz a lenda que Fleming recebeu apenas mil dólares pelos direitos de adaptação de James Bond para a TV, e nem podia reclamar porque o agente secreto sequer era um personagem popular nos Estados Unidos, onde o livro "Cassino Royale" não foi um sucesso de vendas como na Inglaterra - ironicamente, na abertura do episódio, o apresentador William Lundigan mentia que a aventura era baseada num "grande best-seller"!


Coube a dois roteiristas, Anthony Ellis e Charles Bennett, a honra de ser os primeiros a adaptar os feitos de 007. Enquanto Ellis era, à época, um nome de pouca expressão (e nem alçou maiores voos depois), Bennett era um veterano (nascido em 1899!) especializado em histórias de mistério e suspense, tendo escrito vários roteiros para os primeiros filmes de Alfred Hitchcock (como "Os 39 Degraus" e a primeira versão de "O Homem que Sabia Demais").

Já a direção de CASSINO ROYALE ficou a cargo de William H. Brown Jr., que havia dirigido o episódio de estreia do seriado "Climax!" e também não tem grandes créditos depois deste.


Quando se fala em CASSINO ROYALE, convém não pensar naquele "Duro de Matar no Cassino Royale" dirigido por Martin Campbell em 2006. O livro de Fleming, com aquele ar de pulp fiction de rodoviária, conta uma história bastante simples de espionagem, bem diferente da adaptação à la "Jason Bourne" feita no século 21.

Na trama do livro, o agente 007 James Bond recebe a aparentemente simples missão de jogar bacará contra Le Chiffre, o contador de uma organização terrorista conhecida como Smersh, que é viciado em jogo, mas aposta usando o dinheiro dos seus empregadores. Se Bond ganhar de Le Chiffre, o vilão será automaticamente eliminado pela sua própria organização por ter perdido o dinheiro destinado a operações terroristas e compra de armas.


O espião vai até o Cassino Royale-Les-Eaux, no norte da França, acompanhado pela agente Vesper Lynd. Após uma dramática partida, Bond consegue limpar os 8 milhões de francos de Le Chiffre, mas o vilão reage sequestrando Vesper e torturando 007 de maneira brutal, batendo inúmeras vezes em seus testículos (num trecho que chega a doer no leitor, muito bem representado no filme de 2006). O herói é salvo na hora H por um assassino da Smersh, que foi enviado justamente para eliminar o falido Le Chiffre.

Na conclusão do livro, Bond se apaixonava por Vesper e cogitava até abandonar o Serviço Secreto para casar-se com a agente e levar uma vida normal. Só que a moça cometia suicídio, deixando um bilhete em que explica que estava sendo chantageada e fazia jogo duplo para a Smersh. O último parágrafo da aventura é genial e mostra um 007 muito menos apaixonadinho do que aquele do filme com Daniel Craig: após contar aos seus superiores sobre a traição de Vesper, Bond completa, friamente: "Mas tudo bem, a vagabunda já está morta".


Como o leitor pode perceber, o livro de Fleming não tem nenhum 007 pedreiro fazendo "le parkour" e explodindo tudo que encontra pelo caminho, e é esse mesmo clima do livro que se vê nessa primeira adaptação de Bond para a TV norte-americana. Embora, claro, com uma série de modificações e simplificações, até para adequar a violenta trama de espionagem de Fleming para o formato televisivo (pior: formato televisivo AO VIVO).

Mas a maior das liberdades poéticas tomadas pelos roteiristas Ellis e Bennett foi que, para tornar James Bond mais simpático aos olhos do espectador norte-americano, ele deixou de ser um espião do Serviço Secreto Britânico para transformar-se num agente ianque (!!!) da fictícia Combined Intelligence Agency (uma alusão nada sutil à CIA), e interpretado por um ator californiano, Barry Nelson ("O Iluminado").


Como o formato de TV ao vivo não permitia muita movimentação ou cenas de ação elaboradas, CASSINO ROYALE se passa unicamente no interior do hotel-cassino que dá nome ao filme, e a narrativa é dividida em três atos separados por intervalos comerciais.

No primeiro ato, o agente norte-americano (hehehe) James Bond chega ao Cassino Royale e encontra seu contato, Clarence Leiter (Michael Pate). Clarence é a versão televisiva de Felix Leiter, que nos livros é um agente da CIA (e nos filme seguintes também). O irônico é que, aqui, ele trocou de papéis com o herói: Bond passa a ser o americano da CIA, e Leiter o agente inglês! Os dois conversam sobre a missão do herói (vencer Le Chiffre na mesa de jogo) e sobre as regras do bacará, até para que os espectadores não ficassem boiando, já que o jogo não é tão popular nas Américas quanto é na Europa.


No segundo ato transcorre o jogo de bacará propriamente dito, mas a adaptação para a TV falha em passar a sensação de urgência e de tensão do livro, melhor representada no filme de 2006. Após um início desanimador, Bond vence a partida e limpa Le Chiffre, ganhando um cheque milionário da direção do cassino.

Finalmente, no terceiro e último ato, o herói é aprisionado pelo vilão e por seus homens, que o torturam para descobrir onde ele escondeu o tal cheque. Como o esmagamento de testículos não iria ficar muito bem na TV, Bond sofre outra tortura nada agradável: as unhas dos seus pés são arrancadas com alicate - off-screen, é lógico. Le Chiffre acaba encontrando o cheque, mas a essa altura o agente já conseguiu se soltar e pode tranquilamente atirar em seus agressores. Fim do episódio.


Com um James Bond despido de suas principais características e pouco atuante na maior parte da história, a melhor coisa de CASSINO ROYALE é o vilão Le Chiffre, interpretado pelo sempre eficiente Peter Lorre. Por coincidência, isso de o vilão roubar a cena do herói é algo que se repetiria em várias aventuras posteriores da série 007 no cinema.

Eternamente marcado por seu papel no clássico "M, O Vampiro de Dusseldorf", Lorre compõe um vilão ameaçador de voz irritante e olhar psicótico. Curioso é que Le Chiffre, o primeiro vilão de uma aventura literária de Bond, também foi o primeiro inimigo de 007 nas telas, e Lorre o primeiro ator a interpretá-lo (Orson Welles e Mads Mikkelsen fariam o mesmo vilão em 1967 e 2006). Para não confundir o espectador com excesso de informação, Le Chiffre aqui é simplesmente um espião inimigo russo, sem que seja feita nenhuma referência à organização Smersh.


Além do James Bond ianque e do "Clarence Leiter" inglês, uma outra personagem bastante modificada em relação à sua contraparte literária é Vesper Lynd, primeiro interesse romântico de 007 no livro, e que aqui foi substituída por uma agente do Serviço Secreto Francês chamada Valerie Mathis - talvez uma referência a René Mathis, que no livro era um agente francês que não aparece nessa adaptação para a TV.

A honra de ser a primeira Bond Girl coube à mexicana Linda Christian, mas sua personagem tem pouco ou nada em comum com a Vesper Lynd do livro, sendo representada apenas como uma ex-namorada de Bond que agora é amante de Le Chiffre (na verdade, uma agente infiltrada para monitorar os passos do vilão). Bond e Valerie ficam juntos no final, ignorando a conclusão trágica do livro.


CASSINO ROYALE não é, nem com muita boa vontade, um bom filme, e nem sequer uma apresentação digna de James Bond como "herói de ação". A julgar por essa sua estreia televisiva, ninguém jamais poderia imaginar que em apenas oito anos (com "007 Contra o Satânico Dr. No", de 1962) teria origem uma das franquias mais famosas e lucrativas da história do cinema.

E é claro que, por não ser um episódio "oficial" da série iniciada com "O Satânico Dr. No", esse aqui também não tem nenhum dos elementos que tornaram 007 famoso no cinema: o imortal tema musical de John Barry, a vinheta animada com Bond disparando contra o espectador, a famosa apresentação "Bond, James Bond", os gadgets que o espião usa para se safar das enrascadas, e nem sequer o "martini mexido, mas não batido".

Mas o curioso é que a abertura do seriado "Climax!" lembra um pouco a famosa vinheta do "cano de revólver apontado contra Bond", quando o ponto de vista da câmera "entra" por dentro da lente de uma câmera de TV para apresentar o elenco e o título da série (imagens abaixo). Parece que a qualquer momento vai aparecer Barry Nelson caminhando e atirar contra o espectador, como fariam os Bonds depois dele! Vai ser visionário assim lá na PQP!


Mesmo com as inúmeras limitações narrativas impostas pelo formato televisivo (AO VIVO, lembrando mais uma vez), CASSINO ROYALE até tenta criar algumas situações de suspense e perigo - esporádicas, é verdade, mas ainda assim presentes. O episódio já começa, vejam só, com Bond escapando por pouco de um atentado a tiros na entrada do Cassino Royale. Parece que a história toda será nessa pegada, mas infelizmente o foco logo recai sobre a chatíssima partida de bacará.

O máximo de "excitação" que o espectador vê a partir de então é o herói sendo ameaçado por uma "bengala-espingarda" pressionada nas suas costas por um dos capangas de Le Chiffre, e depois apenas a conclusão com a tortura e vingança de Bond. A narrativa é ancorada nos diálogos entre os personagens, que tentam passar urgência e tensão através de telefonemas e ordens dadas sem muita convicção. É pouco para o personagem que viraria praticamente um exemplo de ação e emoção nos filmes posteriores, mas vamos combinar que o livro de Ian Fleming também não era exatamente movimentado e emocionante.


Fechando um olho para a narrativa televisiva típica da época, o grande defeito de CASSINO ROYALE, ainda mais considerando o que viria depois, é o Bond de Barry Nelson. Ele em nada, mas nada mesmo, lembra o personagem literário ou suas futuras encarnações cinematográficas. Com cabelo escovinha e um smoking barato, falta-lhe o charme, a ousadia e até a ironia ao enfrentar o perigo. Nelson representa Bond como se fosse um cowboy, ou mesmo um detetive daqueles filmes classe B da época, disparando frases prontas e engraçadinhas ao invés de tiros - quando Leiter pergunta se ele era o sujeito em quem atiraram na entrada do cassino, Bond responde: "Não, eu sou o sujeito que erraram".

Também não ajuda o fato de o roteiro dar mais destaque às supostas habilidades de Bond como jogador de cartas do que à sua "licença para matar" (que sequer é citada). Não que habilidades específicas sejam importantes nesse caso (e não eram no livro ou na adaptação de 2006), pois o bacará é um jogo mais de sorte do que de técnica - o próprio herói explica que "é como qualquer jogo: você não pode perder". Para piorar, Bond é várias vezes chamado de "Jimmy" Bond, porque os americanos adoram esses apelidos diminutivos engraçadinhos!


Enfim, eu sempre achei bastante curioso o argumento do livro de Fleming, que coloca um super-espião para enfrentar um vilão perigosíssimo não com a força bruta, nem com a astúcia, mas sim com a pura sorte num jogo de cartas! O problema é que CASSINO ROYALE nunca consegue convencer o espectador da importância desta partida (a adaptação de 2006 foi muito mais eficiente nesse sentido), e a dita cuja acaba sendo só isso mesmo, uma enfadonha partida de cartas cujas regras o espectador sequer entende direito.

Se Jimmy Bond e Le Chiffre parecem tensos na mesa, essa tensão nunca se estende ao espectador, e por isso é questionável o porquê de uma história dessas ter sido adaptada para um seriado supostamente especializado em tramas de suspense!


Mesmo assim, parece que CASSINO ROYALE teve audiência e repercussão suficientes para que a CBS contratasse Ian Fleming para escrever outras histórias do agente "Jimmy" Bond para o seriado. Só que, apesar de o autor ter escrito uns 30 roteiros, eles acabaram nunca sendo filmados, e o próprio Fleming reutilizou os argumentos em alguns dos seus livros posteriores.

Um tanto insatisfeito com o tratamento dado ao personagem pela TV norte-americana, e pelo pouco-caso com as outras aventuras que escreveu, Fleming continuou batendo de porta em porta de produtores, até finalmente conseguir vender seu peixe para Albert R. Broccoli e Harry Saltzman, que fizeram "O Satânico Dr. No" oito anos depois. O sucesso estrondoso desse "novo" 007, interpretado com muito mais charme e cinismo pelo escocês Sean Connery, mandou o Jimmy Bond de Barry Nelson direto para a obscuridade.


Mas antes de enfrentar o Dr. No no cinema, James Bond atacou também nos quadrinhos, mais especificamente em aventuras divididas em tiras diárias publicadas no jornal Daily Express (imagem acima). E a primeira aventura adaptada para este formato foi novamente "Cassino Royale", cujas tiras foram publicadas entre julho e dezembro de 1958, com texto de Anthony Hern e desenhos de John McLusky.

Entre essa pioneira e a estreia de "O Satânico Dr. No" nos cinemas em 1962, outras dez aventuras de 007 viraram tiras de quadrinhos (inclusive "Dr. No", publicada em 1960), e mais seriam produzidas até o final da década de 70.


Já o seriado "Climax!" teve vida longa e chegou a quatro temporadas, encerrando em junho de 1958. Pelo menos dois cineastas famosos tiveram suas primeiras experiências nesta série: John Frankenheimer, que dirigiu 26 episódios entre 1955 e 56, e Arthur Hiller ("Love Story"), responsável por dois episódios.

Se nenhum dos outros roteiros de Fleming chegou a ser adaptado, "Climax!" pelo menos contou com roteiristas como Rod Serling e Gore Vidal no seu quadro de roteiristas, e com a participação de atores do calibre de Vincent Price, Lon Chaney Jr., John Carradine, Lee Marvin, Boris Karloff, Charlton Heston, John Cassavetes, Henry Silva, Vera Miles e até uma jovem Betsy Palmer, que décadas depois ficaria imortalizada como a mãe de um certo Jason na série "Sexta-feira 13".


Infelizmente, como aconteceu com boa parte do material dos primórdios da TV, os episódios de "Climax!" foram considerados perdidos, e CASSINO ROYALE é um dos poucos que foi salvo da obscuridade após anos de investigações feitas por colecionadores - uma missão tão complexa que seria digna do próprio 007, mas não do fracotão Jimmy Bond!

No fim, das três versões já produzidas para o livro de Ian Fleming, confesso que a minha preferida é a comédia débil mental de 1967. Talvez pelo elenco de astros, talvez pela zona total que é aquele filme, talvez pela quantidade de musas do cinema de outra época, talvez pelo clima de gozação geral com a franquia, talvez simplesmente porque eu seja um débil mental. Eu até gostei do "Cassino Royale" de 2006, mas o filme cai muito nas revisões.


Até porque já torrou o saco essa onda de "hiper-realismo" no cinema, com Batman realista, Bond realista e o caralho a quatro. A graça de 007 é justamente o absurdo, o exagero e o clima de história em quadrinhos das suas aventuras (algo exclusivo do cinema, que não existia nos livros de Ian Fleming). Transformá-lo num espião "mais humano" e sem os absurdos é o mesmo que fazer um novo "Porky's" sem mulher pelada, ou um novo "Sexta-feira 13" sem mortes.

E vale registrar que o maior beneficiado com a existência desse CASSINO ROYALE de 1954 é o Daniel Craig. Afinal, graças ao descaracterizado e sem graça Bond de Barry Nelson, o dele passa a ser apenas o segundo pior 007 do cinema, e não "o" pior.

Veja CASSINO ROYALE na íntegra!


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Climax! Presents Casino Royale (1954, EUA)
Direção: William H. Brown Jr.
Elenco: Barry Nelson, Peter Lorre, Linda Christian,
Michael Pate, Eugene Borden, William Lundigan,
Jean Del Val e Gene Roth.

44 comentários:

Allan Verissimo disse...

Sinceramente, acho a versão de 2006 melhor do que o livro justamente por isso: tirando a cena da tortura, não acontece mais nada de emocionante ou empolgante na história. O livro inteiro é só focado no jogo de cartas.

elemesmo disse...

"...graças ao descaracterizado e sem grçaa Bond de Barry Nelson, o dele passa a ser apenas o segundo pior 007 do cinema, e não "o" pior."

Já já alguém vai perguntar "E o Lazemby?" É só esperar!

Já tinha ouvido falar desse "Casino Royale de 54", mas não imaginava que era tão descaracterizado. Ótimo texto.

laurindo big boss disse...

Laurindo Big Boss: Amigo Felipe, que resenha oportuna esta que voce nos brinda. Pude ver esta PEROLA CHAMADA CASSINO ROYALE, DE WILLIAM BROWN JUNIOR, em um cineclube chamado naquela época de STUDIO PAISSANDU. O filme vale por quase todo o seu conteudo, ainda mais com PETER LORRE(ator de filmes da HAMEMER, com Vicent Price, Peter Cushing, entre outros). Para quem nunca viu, vale dar uma olhada bem atenta, para quem viu, vale curtir e aproveitar. Sera que um dia, voce comentara, mais algum filme de PETER LORRE, ator(este sim) baixinho, com olhos saltados, mas com uma interpretação, que vai do CÕMICO AO SUSPENSE, PASSANDO PELO TERROR. Valeu pela resenha...Abraço Laurindo Junior.

Felipe M. Guerra disse...

Pois é, existe esse preconceito contra o George Lazenby, mas não deixa de ser ridículo, visto que o único filme dele como Bond é um dos melhores da série (e provavelmente o único que aparece em TODAS as listas de melhores da série). Eu gosto bastante de Lazenby como 007 e acho que ele devia ter insistido e feito pelo menos mais uns dois filmes (tinha assinado contrato para sete!). Por sinal, em breve teremos uma Maratona George Lazenby aqui no FILMES PARA DOIDOS, especialmente para os que não gostam do ator, mas nunca viram nada dele além do seu único filme como 007!

Allan Verissimo disse...

Sinceramente, acho que como ator, o Lazenby foi o mais fraco, mas "A Serviço Secreto de Sua Majestade" é realmente um filmaço, um dos melhores da série. Sempre tive curiosidade em saber como as coisas teriam sido ele tivesse continuado na franquia.

elemesmo disse...

Maratona Lazemby! Essa eu quero ver!

Marcelo Gama disse...

Cara, isso sim, é obscuro, hahaha! E "Jimmy Bond" foi de lascar!

Vi todos os 007 com Sean Connery e Roger Moore, e ambos eram ótimos. A partir de Timothy Dalton e Pierce Brosnan, meu interesse foi decaindo e o filme do George Lazenby foi um dos que não vi ainda. Esse do post, então, eu ignorava que existisse... E eu também prefiro a versão de 67 de CASSINO ROYALE do que a do Craig.

Mas bancando o chato, espião por espião, preferia mesmo era o Derek Flint.
Ah, Felipe, e o CASSINO ROYALE em quadrinhos chegou a sair aqui no Brasil também pela editora Saber e pela EBAL, nos anos 70, lembra disso?

Felipe M. Guerra disse...

MARCELO GAMA, tenho um álbum com as versões em tiras de quadrinhos de "Cassino Royale" e "Viva e Deixe Morrer", ambas feitas pelo John McLusky.

Pedro Paulo F. Lima disse...

Felipe, boa tarde! Mais um post bem-legal, sempre tive curiosidade de ver este "Casino Royale" pré-histórico.

Tenho o Casino de 67, e uma das coisas que mais gosto nele é a trilha sonora, que, mesmo não tendo o tradicional "James Bond Theme", é bem legal.

Ah, seu e-mail não chegou!

Abs

PP

spektro72 disse...

valeu por mais esta perola, mestre do obscuro e underground do cinema esquecido em nossas mente ou nao mencionados, Adoro os filmes de JAMES BOND Para mim não ha filme ruim dele tirando um e outro com o bizarro " 007 Contra o Foguete da Morte " SEAN CONNERY ,ROGER MOOORE & TIMONTHY DALTON e ate GEORGE LAZENBY eu achei-os otimos interpretando o agente britanico mais famosos do cinema Alias ,GEORGE LAZENDY repetiria o o papel de JAMES BOND em uma ponta no tele filme " a Volta do Agente da U.N.C.L.E' lançado no brasil em VHS pela extinta V M W VIDEO nos anos 80,Com voce adoro CASSINO ROYALE de 1967 COM david niven & peter sellers, entre outros. eu assisti esta perola pra lá de louca nos anos 80 na REDE BANDEIRANTES comprei ate DVD ja meio fora de catalogo....meu pai( novamente falando dele) era um fa de james bond assistiu quase todos os filmes exceto os do PIERCE BROSNAN ..pois ele morreu sem ver ele interpretando" bond "ele comprou ate uma HQ do 007 nele aparece SEAN CONNERY desenhado com JAMES BOND, Pena que nao tenho esta HQ mais pois o meu pai emprestava tudo para os outros e estes nao devolvia... fazer o que a vida é assim !!! valeu mestre Felipe um grande abraço de
SPEKTRO 72

D Evil disse...

"E vale registrar que o maior beneficiado com a existência desse CASSINO ROYALE de 1954 é o Daniel Craig. Afinal, graças ao descaracterizado e sem graça Bond de Barry Nelson, o dele passa a ser apenas o segundo pior 007 do cinema, e não "o" pior."

UUUUUHHHHHHHHHHH, vaias pra você, Guerrim, UUUUUUUHHHHHHHHHHHHH!!!
]:º{

Ai-ai-ai-aiêê, num entendo essa implicânça toda com o Dannyzinho... Uai?! Uai dis persecution? Uai?!
Sabecumé, ele é louro fatal, musculoso, carismático, tem uns olhos azuis que fazem meu fiofó clamar pelo nome dele nas madrugas frias, que vou te dizê, hein? É um verdadeiro deus ariano da luxúria, upa-lê-lê, que bofe! Seria inveja?

E esse rostinho de Eros carnavalesco?! Ele é capaz de transmitir melancolia, apatia cool, tesão, arrogância, fúria, dor, inocência, perplexidade blasé e escárnio, tudo ao mesmo tempo, só com um meio-sorriso! Se aprofunde nos filmes dele e vosmicê então partilhará da mesma visão que eu, Guerrinha! {;^P

Não, mas nãozinho mesmo que eu iria ficá calada diante desse seu preconceito! E ele é a única coisa boa daquela bomba de efeito moral que é Estrada Para Perdição, esse sim um filmeco de merda com aquela bicha safada do Tom Hanquis! Eu quero Danny Craig na torrada com amendocrem, hihihihihi!!!!!!!!!

Felipe M. Guerra disse...

D. EVIL, eu gosto do Daniel Craig como ator, acho que ele está ótimo em "Munique", por exemplo. Mas o Bond dele é bem sem graça. Aliás, é tudo, menos James Bond. Deviam ter colocado outro nome qualquer no personagem e criado uma nova franquia de filmes de ação.

Rodrigo 1176 disse...

Oi Felipe; gravei este telefilme em 2003, quando foi exibido no canal a cabo MGM,infelizmente a fita mofou e eu a joguei fora anos depois. Abraço!

laurindo big boss disse...

Laurindo Big Boss: Amigo Felipe, por erro meu digitei errado o nome do estudio ingles especializado, quase sempre em filmes de terror e suspense...É HAMMER(bom eu acho que é!), mas importante mesmo, foi sua entrevista no CANAL BRASIL.Como CINEFILO,e CRITICO DE CINEMA(Revista CINEMIN,e JORNAL DO BRASIL), Em um passado bem distante,fiquei, com uma admiração maior pelo seu trabalho e pela maneira como expõe, suas opiniões. MUITO BOA ENTREVISTA. Gostaria de saber, sobre seu filme ENTREI EM PÂNICO AO SABER O QUE VOCES FIZERAM NO VERÃO PASSADO. Voce vai resenha-lo, aonde posso conseguir(estou curioso, pois deve ser um bom trabalho)...enfim, meus parabéns pela entrevista(muito legal, minha esposa e filha também acharam).Continue assim, para todos nos, trazendo de fora bem humorada, uma visão da SETIMA ARTE QUE POUCOS TEM, OU TEM MEDO DE TER E COMENTAR...Um Abraço Laurindo Junior.

Allan Verissimo disse...

Temos que lembrar que "Cassino Royale" e "Quantum of Solace" mostram Bond em início de carreira, acabando de ganhar sua licença para matar. Por isso que nesses dois filmes ele ainda é bem diferente dos outros Bond.

E quanto isso, não precisamos mais nos preocupar. Sem soltar spoiler, só posso revelar que esse novo filme, "Skyfall", deixa o Bond na situação antes de começar "Dr.No", com o retorno de todos os elementos clássicos do personagem e da franquia.

spektro72 disse...

eu acho DANIEL CRAIG Tambem bom ator ,gostei dele em CASSINO ROYALE,Mas achei atuação dele fraca em QUANTUM OF SOLACE , minha Irmã gostaria que o JAMES BOND fosse interpretado pelo ator Britanico CLIVE OWEN não ha opinião de voces eu ja o vejo como JAMES BOND .não sabia que nosso mestre deu um entrevista no CANAL BRASIL que legal! pena que não assisti mas gostaria de ter assistido isso seu tive-se TV a a cabo coisa que eu não tenho infelizmente obrigado por sua informaçao laurindo big boss
Abraço de SPEKTRO 72

Anônimo disse...

Até hoje eu só vi os 007 com Sean Connery, que por sinal são muito bons. Mas os outros eu não vi por esquecer de ver mesmo, não é por ter ficado com receio não. Até porque James Bond nunca foi um dos meus personagens favoritos. Mas os que eu vi eu gostei bastante. Eu acho que já vi mais paródias de James Bond do que os próprios filmes do personagem.

Ah, Felipe... mudando de assunto rapidinho. Cê viu que a Disney comprou a Lucas Film, né? E já anunciaram um Star Wars Episode VI para 2015. Se a nova trilogia desagradou fãs, imagina o que estará por vir??? rsrs Eu tô livre de sofrer, não sou fã mesmo. Hehehe. Citei isso porque eu lembro do Felipe falando que o Lucas tinha surtado ao fazer a nova trilogia... bom, agora ele surtou de vez e embolsou uns 4 bilhões de pilas pra aposentadoria!

Anônimo disse...

Sobre "Skyfall"... eu não vi o filme, mas eu tenho um spoiler que talvez não seja spoiler, talvez seja uma interpretação errada. Mas de qualquer forma, se alguém aqui ainda não viu pare de ler aqui que pode ser um spoiler.

Eu vi uma crítica dizendo que o vilão do novo filme é Gay. O cara não diz que é gay, mas o jeito dele, e algumas cenas indicam que ele é gay. Mas o mais bizarro é que PARECE ter uma cena, um diálogo, entre o Bond e esse vilão que dá a entender que o Bond é BISSEXUAL. rsrs

Pode ser até interpretação errada de quem viu o filme, mas já vi que vamos ter polêmica pela frente. Imagina um James Bond gilete?

O James Bond atual está modernizado, ele até "corta para os dois lados". kkkkkkkkkkk!

laurindo big boss disse...

Laurindo Big Boss: Amigo SPEKTRO 72, a entrevista do Felipe foi muito legal mesmo. Não posso prometer, mas se a mesma for reprisada, procurarei gravar e disponibilizar para voce...Um Abraço Laurindo Big Boss.

Allan Verissimo disse...

É verdade, Anônimo. Em uma cena de "Skyfall",

SPOILER ALERT!

fica insinuado que o vilão é gay, e quando ele pergunta se Bond gostaria de "experimentar", ele responde: "E quem disse que essa seria a minha primeira vez?".

Anônimo disse...

Cara, na espera pelo especial George Lazenby, sou muito fã do James Bond dele tb. Pra mim, o melhor filme da série. Felipe, manda ai a sua lista dos interpretes do 007 por ordem de preferência, incluindo os não oficiais.( Já sei que Daniel é o penultimo, rs).

spektro72 disse...

aqui novas amizades sempre aparece, muito obrigado Laurindo Big Boss se puder gravar esta entrevista dele( FELIPE)Aka Mestre do cinema underground para mim ficarei muito contente em assisti-la,muito obrigado mesmo,Laurindo!
falando em parodias de 007
tem um filme lançado pela AMERICA VIDEO nos anos 80,chamado " o Numero Um do Serviço Secreto " ( Numbero One of the Secret Service)
com: MICKEY HENSON,RICHARD TODD ,AIMI MacDONALD,GEOFFREY KEEN ,SUELLOYD E MILTON REIB PRODUTOR : ELIZABETH GRAY DIREÇÃO : LINSDAY SHONTEFF.
Eu tinha este filme mas ele se perdeu com alguns outras que tive devido mudanças climaticas.
é um comedia nao uma comedia assim boa ,vai regular .. vamos dizer á verdade ruim mesmo.. quando assisti isso a primeira vez nem ri acho que nem iria rir hoje se assisti -se este filme novamente,O Mestre vossa pessoa poderia um dia ( lá para 2017 .. desculpe, brincadeira !) um sessao com as piores parodias de JAMES BOND levadas ao cinema,olha filmes não faltam
um abraço de Spektro 72

Marcelo Gama disse...

Spektro72, uma boa paródia dos filmes de espionagem estilo 007 é O MAGNÍFICO (1973) com Jean-Paul Belmondo, que você deve ter visto na tv. Vi esse filme numa Sessão de Gala nos anos 80 e é muito bom!
O DVD saiu por aqui pela Cult Classic, mas confesso que amarelei para comprar, pois ando de saco cheio de comprar produtos fuleiros dessas distribuidoras picaretas, hehehe!

spektro 72 disse...

marcelo gama ! eu assisti este filme e bem lembrado 'O MAGNIFICO 'Passou realmente na sessao de gala sua ultima exibicao foi em 2000 e alguma coisa no Corujao e Redublado o que me chateou pois adorava a Dublagem Antiga ,falando em parodias ( DE NOVO !!) aqui um vai um filme que esqueci de mencionar não sei se algum de voces conhece mas aqui passou ha 25 ou ate mesmo 30 anos na Sessao de Gala e depois no Corujão umas 3 vezes " JAMES TONTO E A OPERAÇAO UNO " COM :LANDO BUZZANCA .Uma parodia italiana e divertida do filme " 007 contra Golfinger" o nome do vilão chama-se Goldsinger e tem os Genericos do James Bond com " FLINT " COM : JAMES COBURN , MATT HELM : DEAN MARTIN... Dentre outros JAMES BOND da assunto ,hein ,pessoal !
abraço de SPEKTRO 72

Allan Verissimo disse...

A maratona George Lazenby vai incluir também "007 A Serviço Secreto de Sua Majestade"?

Felipe M. Guerra disse...

Não.

Anônimo disse...

Mas você vai ter que mencionar que ele participou de alguns dos filmes da numerosa série "Emannuelle".

Paulo Geovani

laurindo big boss disse...

Laurindo Big Boss:Gostari de acrecentar, ao amigo SPKTRO 72, que no meio da decáda de 1960,existia um seriado, chamado AS AVENTURAS DE JAMES WEST(WILD,WILD,WILD WEST), que no SBT,era chamada de forma ridicula de O VALENTE BONITÃO(meu Deus!!!). Esta série era estrelada por ROBERT CONRAD,que fazia um agente do governo americano, um tipo 007, sem ASTOM MARTIM, mas a bordo de um trem, com todos os equipamentos, possiveis e bem avançados, para a época. Contava ainda com a ajuda de uma espécie de "Q", um agente chamado ARTEMUS GORDOM, mestre em disfarces e inventor de gringonças incriveis(interpretado pelo ótimo e já falecido ator ROSS MARTIM). A série fez muito sucesso em sua época(tenho toda a série em DVD, copiado da TV)...Vale conferir. Espero que o nosso amigo Felipe, tenha a mesma opinião. Um Abraço a todos...Laurindo Big Boss.

Anônimo disse...

O James Bond pode ser interpretado até pelo meu avô com reumatismo, mas mesmo assim, não passarão de filmes enfadonhos que se levam a sério demais.

Tá louco... Prefiro Austin Powers e inúmeras avacalhações do gênero a qualquer filme oficial do 007.

Allan Verissimo disse...

E o Lazenby também atuou em um episódio da série do Freddy Krueger dos anos 80.

Anônimo disse...

Allan Verissimo...

...nos anos 80 essa série do Freddy Kruger me enganou.

Eu fui na locadora procurar pela Hora do Pesadelo 4, aí a dona da locadora me deu a fita com o EPISÓDIO 4 da série de TV. Como eu nem sabia que existia a série, eu acreditei (acho que nem mesmo a dona devia saber... ela era gente boa e não costumava a enganar os clientes).

Cara, fiquei puto porque o "filme" era toscão e o Freddy só aparecia pra fazer comentários sobre os pesadelos dos personagens.

Só depois que eu olhei na capa da fita e vi "The TV Series".

Teve vários episódios da série que eu não vi, não lembro do Lazenby nela.


Night Owl (vou assinar com esse nome agora... é um termo em inglês pra descrever pessoas que ficam acordadas até tarde. Em homenagem aos tempos de Cine Privé da Band, kkkkk)

spektro72 disse...

ao amigo Laurindo Big Boss,eu assisti este seriado do JAMES WEST na TV RECORD na decada de 80, passava as Quintas - Feiras as 20:00 e passou ou passa na TV a cabo ,Nos E.U.A a serie ja saiu com todas as temporadas em DVD . Bem , eu não certeza mas dei uma olhada na AMAZON e vi varias temporadas dela para vender, teve ate um Remake com Will Smith Que passava toda hora no SBT "AS LOUCAS AVENTURAS DE JAMES WEST" Eu não gostei estragaram o que JAMES WEST representava para os mais saudosistas deste serie ,que misturou Western com espionagem Elementos de 007, Abraço Spektro 72

João Ferreira disse...

Taí, dos filmes não-oficiais do Bond pensava que só existia a comédia com o Peter Sellers e longa que o Connery fez por fora.

Mudando de assunto, Felipe, procurei no site mas não vi matérias sobre alguns clássicos da Cannon como a série Braddock e os filmes do Alan Quarteimain. Tem algum review planejado para esses filmes?

Anônimo disse...

Seria bom reviews da trilogia Braddock. O Felipe fez reviews de filmes do início do estrelato do Chuck Norris no cinema.

Night Owl.

Fahrenheit32 disse...

O filme de Lazenby foi um dos melhores da franquia, apesar de ser um dos mais longos, sem mencionar que foi um episódio emblemático, pois é nesse que o mais presente vilão dos filmes de Bond dá as caras pela segunda vez, encarnado por Telly Savallas, além de ser nesse filme onde o agente se casa. O ator possuia a canastrice típica para o papel (embora não seja britânico como todos os demais, incluindo Sellers e Niven). Considero o Dalton como o pior Bond. Pois ele parecia mais um novaiorquino estressado (apesar de ser galês) em ação, quase arruinando a franquia dava a impressão de que ele era uma mistura de James Bond com William 'D-Fens' Foster. Os filmes de Craig são bons filmes de ação, mas não os enxergo como filmes de 007, pois ele é um tanto estúpido para os padrões de cinismo e "classe" do agente, ainda assim é melhor do que o Dalton foi.

Daniel Dutra disse...

Sobre o Operação Skyfall:

É o Batman Begins da franquia James Bond. Depois de dois filmes de James Bond moderninhos temos um retorno ao espião clássico.

Não vi nada demais na tal insinuação de que James Bond seria gay. Foi apenas uma resposta irônica que ele dá a um vilão.

Anônimo disse...

Daniel Dutra...

...mas segundo dizem essa "resposta irônica" tem duplo sentido.

Nesses tempos atuais de Kit Gay nas escolas, Lanterna Verde (Alan Scott) gay, vilões gays, John Travolta saindo do armário, etc, etc, etc...

Mais um ícone do cinema fica sob "suspeita". kkkkkkkkkkkkk.

Só falta agora o Joel Schumacher dirigir os próximos filmes de James Bond e criar um terno especial com mamilos pro personagem! rsrs

Rodrigo Ramos disse...

Belo texto meu caro! Ainda lembro quando me deparei com este filme na TV a cabo no começo dos anos 2000 e fiquei surpreso em saber que seria a primeira encarnação de 007 nas telas! Mais surpreso ainda em notar que até hoje, muitos "jornalistas" deixam esta versão de lado, contabilizando apenas os filmes oficiais da série.

Ontem finalmente vi o 007 do Lazemby. Acho que o vi pela metade na TV nos anos 90 e nunca mais vi inteiro. Comprei o DVD recentemente e fui ver este que muitos consideram o melhor filme da série. Não vi graça alguma! Achei que o ator não deve nada aos outros, se sai muito bem aliás, mas a história é esticada demais. Se cortarmos as perseguições de esqui o filme cai pela metade! É ousado por retratar um Bond mais humano, que talvez esconda esse seu lado atrás do cinismo por um passado desconhecido, mas nem o eterno Kojack como vilão salvou o filme pra mim! Uma pena!

Daniel Dutra disse...

...mas segundo dizem essa "resposta irônica" tem duplo sentido.

Sinceramente, eu não vi um duplo sentido.

É que o filme é tão tradicional do começo ao fim, com Bond metendo porrada em todo mundo e transando com várias mulheres (ele pega 3 no filmes, e não tem paixonite por nenhuma delas) que, se a intenção era dar uma conotação gay a resposta, o tiro saiu pela culatra.

Anônimo disse...


Eu também não vi, nesse mais recente filme do Bond, nenhum indício de que ele aprecia dar o bozoró.

O que eu vi do filme foi apenas o 007 carrancudo, surrando a vilania e fazendo a festa no elenco feminino.

Thiago

laurindo big boss disse...

Laurindo Big Boss: Ao amigo SPEKTRO 72, deixo claro que concordo totalmente com sua opinião WILL SMITH, salvo em toda sua filmografia, 2 horas de interpretação(já é muito), deveria continuar como cantor de RAP, que é menos sofrivel...Vamos esquecer AS LOUCAS AVENTURAS DE JAMES WEST,absolutamente dispensaveis.EM TEMPO; Soube que o CANAL BRASIL, ira repetir varias de suas atrações. Espero que o programa TRASH!, seja repetido, com o nosso Amigo Felipe Guerra, entre outros(Thiago Beloti, Gurcius Gewdner). Se isto realmente acontecer, disponibilizarei , se puder, como falei antes para voce. Um Abraço Laurindo Big Boss.

spektro72 disse...

obrigado,amigo Laurindo Big Boss,Gosto do WIIL SMITH com ator tem filmes memoraveis dele mas "AS LOUCAS AVENTURAS DE JAMES WEST" .. ARGH! So Assisti so uma vez na TV As reprises que passavam no SBT deixei para que outros assisti-se e tira-se suas conclusões,Nao deviam fazer filmes em baseados em series muitos estragaram suas historias para os saudosistas com eu .... Enquanto a Gravação da Entrevista Com o Nosso Mestre ( Felipe)agradeço desde ja se pude-la grava-la para mim. Um Abraço de Spektro 72

jonathan ribeiro disse...

eu tenho 20 anos e me tornei fã do Bond por influência do meu pai,o interprete preferido dele é o Roger Moore,eu já prefiro o Sean Connery,eu gosto do Daniel Craig como Bond(deve ser por que sou dessa geração)e assisti todos os filmes deles inclusive Skyfall recentemente que de longe é o filme dessa nova franquia que mais lembra os Bond antigos.
Ah e o vilão desse novo filme(interpretado por Javier Bardem) é realmente gay,mas essa história do Bond do Craig ser bi,acho que ele só disse aquilo tentando encontrar uma maneira de enganar o vilão.
não sabia dessas outras versões de Cassino Royale. seu blog é mesmo um dos melhores da Net.

Leonardo Peixoto disse...

Que a Maratona George Lazenby venha em breve :)