quarta-feira, 28 de março de 2012

THE COCKTAIL HOSTESSES (1973) e THE BEACH BUNNIES (1976)


Edward D. Wood Jr., o nosso querido Ed Wood, é um daqueles raros cineastas celebrados não pelo seu talento, mas justamente pela FALTA de talento. Sua carreira pode ser dividida em duas etapas. A primeira vai de 1953 a 1959 e reúne alguns dos filmes mais apaixonantes de Wood, como "Glen ou Glenda?" e "Plan 9 From Outer Space" - repletos de problemas, da narrativa à continuidade, mas ainda assim divertidíssimos.

A segunda fase é mais complicada: sem dinheiro para filmar seus próprios projetos, afundado em dívidas e no alcoolismo, Wood começou a tirar seu sustento de escrever roteiros para terceiros. E se seus roteiros já eram ruins quando tinham elementos de cinema fantástico, como cientistas loucos, zumbis e invasões alienígenas, imagina só como eles ficaram quando Ed foi contratado para escrever filmes sem esse tipo de coisa, apenas a boa e velha sacanagem!

Uma das parcerias mais duradouras do decadente Wood pós-"Plan 9" foi com o produtor e diretor búlgaro Stephen C. Apostolof, que assinava suas obras como "A.C. Stephen" e fez carreira dirigindo filmes sexploitation baratíssimos entre as décadas de 60 e 70. Para Apostolof, Ed escreveu sete roteiros, sendo que apenas um (o impagável "Orgia da Morte", já resenhado aqui) tinha elementos de cinema de horror.


O restante é tudo pornô softcore de baixo calão mesmo: "Drop Out Wife", "The Class Reunion", "The Snow Bunnies" (todos de 1972), "The Cocktail Hostesses" (1973), "As Fugitivas" (1974) e "The Beach Bunnies" (1976).

Todos esses filmes são muito ruins. E embora sejam relativamente divertidos, por causa daquele charme e ingenuidade das produções eróticas dos anos 70 e dos roteiros horríveis de Wood, também são muito tristes de se ver.

Tristes porque refletem a completa decadência do pobre Ed como "artista": se antes seus trabalhos eram ingenuamente criativos e engraçados, mas frutos de um homem apaixonado por cinema e que não media esforços para transformar seus sonhos em realidade, seus roteiros dos anos 70 são simplesmente ruins, desapaixonados, simplórios - desajeitados até.

Sobre isso é a nossa Sessão Dupla de hoje: uma dobradinha com duas produções da parceria Apostolof-Wood: THE COCKTAIL HOSTESSES e THE BEACH BUNNIES. Portanto, deixe o cérebro de lado, prepare-se para a inevitável vergonha alheia, tire as crianças de perto do computador e vamos em frente!


THE COCKTAIL HOSTESSES (1973)


O roteiro de Wood chamava-se originalmente "Intimate Confessions of the Cocktail Hostesses", e este título, mais a frase do cartaz de cinema ("You pay for the drinks... they do the rest!"), já dão uma bela ideia do que vem pela frente.

Em linhas gerais, THE COCKTAIL HOSTESSES é a história de garotas bonitas que trabalham como garçonetes num bar, e aproveitam a função para fazer "contatos" e oferecer seus corpos por dinheiro - prostitutas disfarçadas, por assim dizer.

Enfim, algo que já não era novidade na época, imagine então hoje. Mas sua abordagem sensacionalista, e a mensagem bem evidente de que "toda mulher gostosa é vagabunda e dá por dinheiro", são de arrepiar os cabelos do sexo oposto, e nem precisa ser muito feminista para sentir-se ofendida com a forma como as mulheres são retratadas aqui.


Mas o filme tem um início simplesmente genial: antes mesmo de rolarem os créditos iniciais, vemos nossa protagonista Toni (Rene Bond) sendo comida de quatro por um sujeito que é a cara do jovem Charles Bronson sem bigode! Quando a transa termina, o casal levanta do sofá, começa a se vestir, a câmera se afasta e percebemos que eles estão num escritório. Toni é apenas uma pobre secretária dando para o chefe numa tentativa de aumentar o salário mixuruca!

Só que a estratégia não está funcionando e ela continua recebendo uma miséria, mesmo prestando "serviços extra-oficiais". E o chefe também não parece muito disposto a abandonar a família e os filhos para ficar com a secretária. (Aliás, repare que um dos filhos do cara, na foto no fundo da cena, parece MUITO com um daqueles moleques afrescalhados do Restart!!!)


Quando Toni chora as mágoas com a amiga Jackie (Terri Johnson), esta resume tudo: "Você está trepando com o cara errado. precisa fazer algo melhor com seu tempo e dinheiro". Jackie conta, então, sobre a "maravilhosa experiência" que está tendo como "cocktail hostess": em uma única noite, ela fatura mais do que Toni numa semana inteira!

Jackie resume a malandragem: "Uma garota esperta pode fazer muitos contatos servindo coquetéis". E explica que, além de faturar alto em gorjetas, é possível agendar sexo casual, e pago, pós-expediente!


Toni fica empolgada com a possibilidade do dinheiro fácil e vai até o bar, de aparência suspeitíssima. Conhece Larry, o bartender (Forman Shane, figurinha carimbada nos filmes de Apostolof), que explica as regras: "O que vocês fazem fora daqui é negócio de vocês". E a partir daí começa uma sequência ininterrupta de cenas de sexo softcore, até o reencontro entre Toni e seu ex-patrão na conclusão para um pouco excitante final-surpresa.

É óbvio que THE COCKTAIL HOSTESSES não se sustenta como história, e você esquece dos dramas e dilemas da pobre Toni, e do próprio nome dos outros personagem, à medida que o filme vira um quase-pornô repleto de trepadas nas mais variadas posições, mas sempre sem sexo explícito - pelo contrário, é perceptível os pintos moles da galera e o fato de eles só estarem fingindo o rala-e-rola.


Um distribuidor malandro até poderia enxertar uns closes hardcore de penetração, já que a montagem permite isso, intercalando planos gerais do coito simulado e planos de detalhe do rosto de atores e atrizes em êxtase (às vezes um tantinho exagerado). Assim, se alguém colasse uns closes "daquilo entrando naquilo" no meio dessas cenas, o filme passaria tranquilamente por pornô.

O mais divertido de THE COCKTAIL HOSTESSES é como Wood e Apostolof criam as situações mais estapafúrdias para colocar as garçonetes na cama com os clientes ou funcionários do bar. E se ainda não se renderam ao sexo explícito, como outros diretores da época (o clássico "Garganta Profunda" é do ano anterior, 1972), pelo menos eles tentam colocar um pouco de todas as taras e situações sexuais possíveis, de maneira a satisfazer o público fiel desse tipo de produção sexploitation.


Assim, temos ménage a trois, quando o pianista do bar leva duas moças para sua casa; temos um estupro que cai totalmente de pára-quedas na trama, e que é sumariamente esquecido no momento seguinte; temos o sujeito masoquista que precisa levar tapas na bunda para se excitar; temos uma gigantesca orgia em que casais transam espalhados pela sala, e até duas lésbicas brincando com um vibrador - e o efeito sonoro do instrumento é tão exagerado que lembra a turbina de um avião!

E por pior e mais convencional que seja, THE COCKTAIL HOSTESSES vale por três coisas.

A primeira delas é a visionária exibição de uma centopéia humana, exatos 36 anos antes do filme de Tom Mix. Bem, na verdade, o que vemos aqui é uma "sexopéia", com vários homens e mulheres ligados pela boca de um no sexo do outro, como você pode ver nas fotos abaixo. Vamos combinar que é preciso muita criatividade (ou espírito de porco) para inventar uma coisa assim. (E o fato de um pianista tocar para os casais durante a orgia me lembrou o também posterior "De Olhos Bem Fechados".)


O segundo motivo para ver o filme é a belíssima foda entre Toni e o bartender Larry, que tira a sorte grande ao oferecer uma carona para a moçoila. Pois a loira se entrega ao colega de trabalho vestindo apenas fetichistas botas brancas de cano longo, num momento excitante.

Finalmente, o terceiro e grande motivo para ver THE COCKTAIL HOSTESSES chama-se Rene Bond, a deliciosa e voluptuosa protagonista. Essa ex-stripper foi estrelinha primeiro do cinema sexploitation, mas depois migrou para o pornô hardcore, "atuando" inclusive em clássicos X-Rated como "Flesh Gordon" (1974). Rene é um atentado ao pudor ambulante, uma deusa de seios fartos que nem parecem humanos (firmes como mármore antes do silicone virar modinha!), uma delícia daquele tipo que dá vontade de agarrar a TV para sentir mais de pertinho.


Infelizmente, como todas as estrelas pioneiras nesse ramo, a bonitona acabou na rua da amargura quando ficou muito velha para protagonizar cenas explícitas. Ela casou com um colega de profissão, Ric Lutze (que também integra o elenco desse filme), depois divorciou-se, casou mais duas vezes e finalmente saiu de cena no começo dos anos 80. Morreu praticamente desconhecida em 1996, de cirrose, com apenas 46 anos!

Rene trabalhou com Wood e Apostolof em outros três filmes: "The Class Reunion", "The Snow Bunnies" e "As Fugitivas". Também teve a "honra" de estrelar o último filme dirigido por Ed, o pornô explícito "Necromania", de 1971.


THE BEACH BUNNIES (1976)


Em 1976, ao mesmo tempo em que escrevia feito doido para outros realizadores, Ed Wood pensava no seu retorno à cadeira de diretor. Já tinha até desenterrado um velho roteiro seu, "Night of Silence", uma história policial sem diálogos que pretendia filmar tão logo conseguisse juntar dinheiro com seus bicos como roteirista para terceiros.

Mas quis o destino que THE BEACH BUNNIES, mais um sexploitation que ele escreveu para o produtor Stephen C. Apostolof, acabasse sendo seu último filme. Wood morreu vitimado por um ataque cardíaco fulminante dois anos depois, em 1978, sem nunca mais ter pisado num set de filmagens.


Embora bem mais sem graça do que outras parcerias entre Wood e Apostolof, THE BEACH BUNNIES tem seu valor por trazer alguns temas recorrentes à primeira fase da carreira do artista (neste caso, uma operação de troca de sexo que remonta ao seu primeiro longa, "Glen or Glenda?").

O título e o pôster de cinema devem ter enganado o espectador desavisado da época, já que parece evocar o clima daquelas comédias de praia ingênuas da década de 60, estreladas pelo casal Frankie Avalon e Annette Funicello (como "Bikini Beach/A Praia dos Amores" e "Beach Blanket Bing/Folias na Praia").


Mas não tem nada de ingênuo ou censura livre em THE BEACH BUNNIES; pelo contrário, este é um sexploitation bem sem vergonha, já no limite com o pornô explícito, embora ainda não tenha cenas com penetração, apenas o tradicional sexo simulado dos filmes softcore.

Posteriormente, a obra seria relançada com títulos como "Sun Bunnies" (foi esta cópia que eu vi) e "Red, Hot and Sexy", e novos cartazes dando cara de comédia adolescente ou X-Rated, só para enganar o pobre cinéfilo desavisado!


Nossa história começa na redação de uma revista de fofocas, onde a editora Elaine Street (Brenda Fogarty) passa a maior carraspana num repórter. Ela quer saber se o super-astro de Hollywood Rock Sanders (Marland Proctor) foi à Dinamarca para fazer uma cirurgia de mudança de sexo, como dizem os boatos. Mas o pobre repórter não conseguiu a prova necessária para publicar o furo de reportagem, enfurecendo a editora, que declara aos berros: "Eu preciso saber se Rock Sanders ainda tem pinto!".

(Interessante é analisar o figurino do anônimo repórter: usando terno em tom azul berrante com gravata borboleta, o cara parece mais porteiro de zona do que jornalista!)


Para conseguir a confirmação necessária, a própria Elaine resolve procurar o astro de cinema e checar se ele ainda tem pinto ou se realmente passou por uma cirurgia de mudança de sexo. O plano é simples: ela hospeda-se no mesmo hotel em que Sanders passa as férias escondido da imprensa, com três amigas gostosonas (Linda Gildersleeve, Mariwin Roberts e Wendy Cavanaugh) que servirão como isca para desmascarar o alvo.

Ao longo do restante do filme - mais comédia burlesca e menos sexploitation que "The Cocktail Hostesses" -, Elaine fará tudo ao seu alcance para conseguir a prova necessária, desde seduzir o "bellboy" do hotel para saber o número do quarto de Sanders até arquitetar as estratégias mais mirabolantes para poder apertar o sujeito no meio as pernas e verificar a existência ou não de um pinto no local!


Estas são as partes divertidas do filme, lembrando as pornochanchadas que os brasileiros faziam na mesma época. Tem até um momento hilário em que a repórter simula um ataque de tubarão na praia para tentar atrair o astro, que toma banho de sol na areia; mas o resgate é feito por um turista japonês, que passeia pela praia com câmera fotográfica no pescoço, como manda o clichê.

Já as quatro moças amigas de Elaine passarão o restante do filme envolvendo-se com homens diversos, numa desculpa esfarrapada para incontáveis cenas de sexo simulado na cama, na praia e até num barco.


Como em outras obras da sua parceria, Wood e Apostolof fazem o possível e o impossível para encaixar a maior quantidade de putaria possível em THE BEACH BUNNIES: não basta variar na quantidade de posições durante o coito, mas também nas perversões, incluindo um inesperado ménage a trois quando um sujeito convida seu amigo inseparável para dividir uma garota na cama!

E a exemplo do que já acontecia em "The Cocktail Hostesses", há um momento completamente sem-noção em que uma das garotas (interpretada pela belíssima Linda Gildersleeve) vai passear na praia à noite e é atacada e estuprada por três homens. Esta cena é mais uma daquelas de dar arrepios na mulherada, já que a vítima pára de gritar e protestar e começa a curtir o estupro! Mais tarde, quando conta o ocorrido para as amigas, ela até explica: "Eu tentei gritar... no começo". Inacreditável!


Sensacionalista pra caramba, o filme também aproveita as especulações sobre o homossexualismo do galã de Hollywood Rock Hudson, "homenageado" com o personagem do astro de cinema chamado Rock Sanders. Revistas de fofoca da época sempre desconfiavam de que Hudson agasalhava o croquete, mas o ator conseguiu disfarçar isso até o fim. A confirmação de que ele era gay veio somente após sua morte (por complicações decorrentes da Aids, em 1985), quando descobriu-se que ele tinha um amante há um bom tempo tempo.

Que se registre, inclusive, que THE BEACH BUNNIES está repleto daqueles diálogos pavorosos que Wood tinha um talento especial para escrever. Além dos já citados, tem uma cantada inacreditável em que um sujeito fala à garota que é piloto de avião, e ela responde, sem titubear, que é "a melhor pista de pouso da cidade"!


O grande problema do filme, além dos habituais e costumeiros nas produções conjuntas de Wood e Apostolof, é a protagonista interpretada por Brenda Fogarty (foto acima). Embora ela tenha timing cômico e até se defenda como atriz, é feia e desajeitada para pagar de gostosona, e as várias cenas em que ela precisa usar seu "poder de sedução" soam absurdas. Até porque suas três amigas são muito mais bonitas e gostosas do que ela. Rene Bond, a loiraça-escândalo de "The Cocktail Hostesses", seria uma escolha bem mais apropriada para o papel.

(Inexplicavelmente, Brenda Fogarty apareceu em várias produções softcore do período, usando pseudônimos como "Shannon Korbel" e "Rene Letona", antes de também despencar direto para o anonimato.)


THE BEACH BUNNIES traz uma conclusão esquisita: você espera o tempo todo por um desfecho inesperado para a situação envolvendo a repórter e o mistério da mudança de sexo do astro de cinema, mas Wood e Apostolof (que faz uma ponta como pianista) optaram pelo final mais clichê e sem graça. Uma pena.

Bobo, levemente sacana e chato na maior parte do tempo (pela falta de ousadia das cenas de sexo softcore), THE BEACH BUNNIES não é uma despedida à altura para o pobre Ed Wood. Seria ótimo se ele tivesse conseguido filmar "Night of Silence" ou algum outro dos seus muitos roteiros encalhados (como "The Vampire's Tomb", que seria originalmente estrelado por Bela Lugosi) antes de bater as botas.


Como isso não aconteceu, a sacanagem softcore e hardcore acabou sendo o legado do pobre Ed, seja pelos roteiros que escreveu para outros, seja pelo seu derradeiro trabalho como diretor, "Necromania" - há alguns anos, um outro pornô que teria sido dirigido por Wood, "The Young Marrieds", foi encontrado nos Estados Unidos, e ainda não se sabe com certeza se foi filmado antes ou depois de "Necromania".

Com a morte do seu grande colaborador, o diretor e produtor Apostolof também ficou desnorteado. Depois de THE BEACH BUNNIES, ele só fez mais um filme, "Hot Ice" (1978), a partir de um roteiro seu. Só que já não havia mais espaço para o softcore com a popularização do sexo explícito. Apostolof até tentou fazer algo mais arrojado, misturando sexo simulado a uma trama policial ao invés da comédia de costume, mas não funcionou e ele nunca mais dirigiu mais nada.


Hoje, seus filmes sacanas ficam como registro de uma época ingênua e divertida. Principalmente suas parcerias com Ed Wood, pois a pouca habilidade de Apostolof como diretor soma-se à inépcia de Ed como roteirista, dando origem a hilárias comédias involuntárias. Infelizmente, nada no nível de "Bride of the Monster" ou "Plan 9 From Outer Space". Ou mesmo do primeiro trabalho de Wood e Apostolof, "Orgia da Morte".

PS: "Night of Silence", o roteiro em que Wood trabalhava antes de morrer, foi filmado apenas em 1998, vinte anos após a morte do artista, pelo diretor Aris Iliopulos, e rebatizado como "I Woke Up Early the Day I Died". Ironicamente, o filme tem um elenco de atores famosos com o qual o pobre Ed jamais poderia sonhar quando vivo: Billy Zane, Tippi Hedren, Christina Ricci, Ron Pearlman, Andrew McCarthy, Karen Black, Sandra Bernhard, Tara Reid, John Ritter e até a veterana Vampira, de "Plan 9"!


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The Cocktail Hostesses (1973, EUA)
Direção: A.C. Stephen (aka Stephen C. Apostolof)
Elenco: Rene Bond, Terri Johnson, Kathy Hilton, Douglas
Frey, Forman Shane, Jimmy Longdale, Candy Samples,
Ric Lutze e Sandy Dempsey.

The Beach Bunnies (1976, EUA)
Direção: A.C. Stephen (aka... ah, você sabe muito bem!)
Elenco: Brenda Fogarty, Linda Gildersleeve, Marland Proctor,
Mariwin Roberts, Wendy Cavanaugh, Harvey Shain, Cory
Brandon, Forman Shane e Con Covert.

15 comentários:

Diones Leal disse...

Vou procurar agora mesmo!!! Me lembrei agora dos engraçados filmes do cine privê da band, só tem sintuações engraçadas, ri muito revendo um deles recentemente. E tem também os filmes de "Emanuelle", que chegou até a ir pro espaço so pra foder.... ahahaha.Saudade da época de moleque, em que ficava esperando a última cena... Tem algum desse perdido por ai não Guerra?

Anônimo disse...

Em matéria de doideira o Senhor Wood era mestre.

Bússola do Terror disse...

Pra fazer um filme assim, acho que valia mais a pena partir direto pra pornografia, né? O filme ficaria até mais bem feito, já que a intenção básica era mostrar cenas de sexo em cima de cenas de sexo.
Sobre os relacionamentos gays do Rock Hudson, isso só veio mesmo a público porque os amantes dele (como o Marlon Brando) abriram a boca. Ele próprio nunca falou nada.
Esse último namorado dele que você mencionou foi o ator Marc Christian, que, por puro acaso, não foi contaminado pelo HIV. Mas ele chegou até a pedir uma indenização à família do Rock Hudson, alegando que a vida dele tinha corrido risco, já que o Rock nunca avisou a ele que tava com AIDS.

Anônimo disse...

Ainda espero muito ver uma maratona sobre a obra de Ed Wood aqui no blog. Foram 9 longa-metragens. Acho que a próxima maratona poderia ser uma homenagem a ele.
"The Beach Bunnies" lembra muito "Quando as Mulheres querem provas"(1975), estrelada por Carlo Mossy. Só que ao invés de mudança de sexo, era sobre um rapaz que todos desconfiavam que era homossexual.

Paulo Geovani

Leandro Caraça disse...

A Rene Bond também era siliconada. Acho que foi uma das primeiras musas do sexploitation a fazer isso.

Anônimo disse...

Segundo o IMDB, "The Young Marrieds" foi lnçado antes de "Necromania".

Paulo Geovani

Felipe M. Guerra disse...

Pô CARAÇA, você acabou de estragar minhas fantasias relacionadas aos peitos "naturais" da Rene Bond!!!

Hugo disse...

E para acabar de vez com suas fantasias, Rene Bond também não era "loiraça". Aquilo era uma peruca das mais vagabundas, haha.

Felipe M. Guerra disse...

Pronto, agora o próximo que entrar vai dizer que a Rene Bond era homem!

Anônimo disse...

Eu não sei se a tal Rene Bond era homem, mulher, transexual, transformer, hobbit ou qualquer outra criatura da moda. O que eu sei é que esse filme só serve mesmo para uma horda de mãos peludas praticarem o onanismo.

E já que o assunto é Ed Wood... Felipe, o que tu achas daquele filme do Tim Burton que fala sobre o referido cineasta?

Daniela Cecchin

D Evil disse...

Tae dois temas que eu não me canso de assistir... SATANISMO e PORNÔ! Eita coisa boa sô! Chego a ficar com os mamilos úmidossssss!!! ]:>P

Guerra Fofo, se continuar nesse nível, eu até me caso com você, meu filho!!!

AIIIII, como eu sou depravada, mals ae! Acho que vou ver Dirty Dancing e depois vô fazer um fio-terra necrófilo em homenagem ao Patrick Totoso Swayze, hihihi! ]:>*

Erico disse...

Guerra, gosto muito dos seus textos dissecadores, mas você escreve só sobre filmes mesmo ou pretende ainda comentar sobre animações adultas e mais obscuras também? Coisas do tipo Ralph Bakshi, "The Plague Dogs", etc...

Attila disse...

Cadê o post do PINK FLAMINGOS?????

Bruno disse...

Olá Felipe, tô viciado no seu blog. Muito bom mesmo.

Você poderia falar do Plan 9, acho que é o único filme do Ed Wood que voce ainda não fez um post.

Valeu

Ocarinha disse...

Percebi uma subliminaridade complementar entre si e putariótica na palavra COCKTAIL. A primeira é que COCKTAIL é de coquitel e já vem os pensamentos das putarias na mente. A segunda é que COCK é pênis em inglês...
Bem bolado o título do filme!